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Eu mexi em um Acer Aspire Go 15 AG15-71P e...

Publicado em 02/03/2026 na Acer Community
Atualizado em 07/03/2026


Recentemente uma colega minha trouxe um notebook novo que ela tinha acabado de comprar para eu configurar, e eis a surpresa de que era um notebook da Acer, e um bastante interessante: o Aspire Go 15 AG15-71P, com processador Intel Core i5-13420H, 16 GB de RAM DDR5 e 512 GB de SSD, na cor verde escuro (que está num tom mais próximo do grafite).

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O acabamento dele achei bem decente para os notebooks lançados nesta década, e não perde muito para modelos empresariais da concorrência. Não tem a robustez de notebooks da primeira metade da década passada, mas não me pareceu frágil.

Me chamou a atenção o carregador, que apesar de ainda ser fabricado pela Lite On, voltou a ter o logo da Acer estampado nele, coisa que eu não via há muito tempo em notebooks dela, além do fato do mesmo ter a ponta USB-C:

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Outra coisa que me chamou a atenção foi a BIOS dele. Finalmente a Acer customizou a firmware para um layout que se espera de uma firmware UEFI, mais atual, diferente de notebooks nem tão antigos dela, cuja firmware ainda tinha cara de BIOS mesmo.

Quanto ao design, a moldura da tela ainda me pareceu ter mais bordas do que deveria, principalmente nas partes inferior e superior - mas as laterais também estão um tanto grossas, o que ainda o deixa com cara de notebook da segunda metade da década passada.

O teclado e o touchpad achei ok.

O fato de não vir com conexão RJ-45 me chateia, mas sei que é questão de tempo pra virar padrão.

A tela é o ponto fraco dele, por ainda ser LED TN. Não é das piores que eu já vi, mas se tivesse a tela LCD IPS do AG15-71PT seria muito melhor.

Ele já veio com Windows 11, com todo o conjunto de bloatwares já costumeiros da Acer, incluindo jogos instalados, atalhos para jogos na internet, atalhos para a Amazon e Booking.com e o famigerado antivírus da McAfee, que eu perdi uns 15 minutos removendo.

Tem também o Acer Sense (e tem até um atalho do teclado para acessá-lo), que eu achei que poderia ter mais coisa para configurar - basicamente só dá pra configurar a parte do carregamento e atualizações de drivers.

Nos meus testes, ele funcionou bem, e embora não deu pra testar a autonomia da bateria, no pouco tempo que ficou fora da tomada, me pareceu ok nesse sentido.

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Deixe nos comentários se você também tem um Acer Aspire Go 15 AG15-71P.

Cadê a opção de colocar os segundos no relógio da Status Bar na One UI?

Publicado em 27/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 27/02/2026


Um módulo do Good Lock que gosto bastante e uso desde a One UI 1.0 é o Quickstar, pra mover o relógio para o canto superior direito. Contudo, mesmo muitas versões da One UI depois, e ela ainda não dá uma opção que é possível fazer no Android Puro até bem antes da interface da Samsung.

Estou falando de colocar os segundos no relógio da Status Bar.

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No Quickstar, até tem uma opção para adicionar os segundos, só que é no painel rápido:

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Ter os segundos no painel rápido é melhor do que nada, mas não resolve exatamente o problema.

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Muitos argumentam que habilitar a opção aumentaria o consumo de bateria. E ao usar um notebook com Windows, realmente ele dá esse aviso quando se habilita a opção - que só foi disponibilizada de forma oficial no Windows 11 23H2, sendo que sempre deu pra habilitar extraoficialmente ainda no Windows 10.

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Mas isso particularmente não vejo como um problema e muito menos como impeditivo para a Samsung adicionar a opção na One UI.

O que me incomoda é que consigo habilitar essa opção no Android Puro tranquilamente, com o System UI Tuner:

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Ou seja, fica complicado uma opção que existe desde o Android 8 em aparelhos com Android Puro não estar disponível em aparelhos da Samsung com a One UI, visto que mesmo as UX de outras fabricantes também tem essa possibilidade.

E o pior, sequer ter a previsão disso ser resolvido em breve, o que é lamentável.

Vale ressaltar ainda que a tela de widgets da tela de bloqueio também mostra os segundos no relógio, mas bem que poderia mostrar na tela de bloqueio em si, sendo uma opção que também não existe no Lockstar.

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Deixe nos comentários a sua opinião.

E se a Samsung resgatasse a marca "Star" para futuros dispositivos básicos e intermediários?

Publicado em 19/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 19/02/2026


Uma situação que muitos que acompanham os lançamentos da Samsung podem ter se questionado é o que vai acontecer em 2028, depois que passar a geração dos Galaxy A com final 9? Ela voltaria para o final 0, com novos Galaxy A10, Galaxy A20, Galaxy A30 e Galaxy A50, assim como em 2019?

Muitos podem concordar que existe uma ideia melhor, e pode ir de encontro com uma que já até noticiaram por aí: e se ela acabar com a marca "Galaxy"?

Só que eu acho uma decisão arriscada descontinuar uma marca que começou como um nome genérico para o primeiro smartphone dela com Android (o GT-I7500) e se transformou na principal família de dispositivos com Android do mercado, que justamente em 2029 completará 20 anos, principalmente pensando na principal linha de smartphones top de linha, a Galaxy S.

Mas a minha sugestão não é tão radical assim: e se ela manter a marca "Galaxy" apenas nos dispositivos de alto valor agregado, e resgatasse uma outra já utilizada no passado, cujo termo esteja no mesmo contexto, apenas para os dispositivos básicos e intermediários?

No caso, estou falando da marca Samsung Star, que fez muito sucesso no começo da década passada como uma linha de telefones um pouco mais avançados com tela sensível ao toque, que tentavam ser smartphones, apesar da plataforma utilizada ser bem mais limitada.

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Com smartphone, a ideia é que as linhas Galaxy A e Galaxy M seriam Star A e Star M (e aí sim não seria estranho termos Star A10, Star A20, Star A30 e Star A50...), mas ainda mantivesse as linhas Galaxy S e Galaxy Z:

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Com os tablets, apesar de não ter a mesma necessidade, ainda poderia ser válido os Galaxy Tab A também virarem Star Tab A:

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Por fim, o mesmo poderia se aplicar aos notebooks, com Star Book para dispositivos mais básicos (contemplando modelos das séries 3 e 5, ocupados pela última vez pelos Galaxy Book Go (NP340XLA) e Galaxy Book2 (NP550XED) no Brasil, por exemplo) e manter a marca Galaxy Book para o resto - meio como já funciona atualmente, com as linhas 7 (dos modelos básicos e 360) e 9 (dos modelos Pro, Pro 360 e Ultra).

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O que você pensa à respeito? Deixe nos comentários. Se você gostar da ideia, não deixa de curtir e compartilhar.

Meu irmão comprou um Galaxy Fit3 e...

Publicado em 29/01/2025 no Samsung Members
Atualizado em 30/01/2025


Você também tem um Galaxy Fit3? Se sim, comprou recentemente, ou já faz algum tempo? Deixe nos comentários.

Como comentei aqui, estou usando um Galaxy Watch4, e também postei aqui que minha mãe está usando um Galaxy Watch FE. Meu pai, que sempre gostou de usar relógio, também demonstrou interesse em pegar um smart watch, mas como não queria gastar muito, pegou um desses modelos de procedência duvidosa que aparecem nas lives dos apps de vídeos curtos, mas achou grande, e então deixou o meu irmão usá-lo.

Mas como esse relógio era bem ruim para funções além de ver as horas, eu já tinha comentado pra ele sobre o Galaxy Fit3, que não era um modelo muito caro, mas poderia atendê-lo melhor, inclusive na duração de bateria, que é um dos pontos que meu irmão acha mais interessante.

Ele gostou da ideia, e pediu para eu monitorar o preço.

Daí, no dia 8 de janeiro, o Galaxy Fit3 apareceu por um preço interessante na Magazine Luíza, e meu irmão comprou. Retirou o produto na loja no dia seguinte.

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Ele achou o modelo bastante discreto, e na verdade, até o tamanho incomodou um pouco, porque o relógio que ele estava usando era bem grande, mas rapidamente ele se acostumou.

Interessante que o modelo que ele recebeu é de um lote recente, de Outubro de 2025.

Sobre o cabo do carregador, ele percebeu que a ponta era USB-C, e daí acabou dando uma utilidade a mais para o carregador de 15W que ele comprou, como comentei aqui. Na verdade, acabou até o salvando, porque é o único carregador aqui em casa que entra USB-C, e embora fosse previsível não ter um carregador incluso pelo tamanho da caixa do produto, é uma pena não ter vindo, mesmo que fosse os de 5W ou 7.75W.

Sobre o relógio em si, configurá-lo foi bastante tranquilo, até porque nem tem muito o que configurar nele, já que o seu sistema é bastante simples, mesmo tentando emular um pouco a One UI Watch dos Galaxy Watch.

Até na parte das watchfaces, ele dá a ilusão de ter bastante opções, mas na verdade, são uma quantidade limitada de watchfaces com opções limitadas de cores separadas como se fossem outras watchfaces, o que acaba não sendo tão interessante assim, isto é, seria preferível que fosse possível customizar as cores individualmente em cada watchface.

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Mas o problema maior é que, mesmo com o produto estando no nosso idioma, as watchfaces sempre ficam em Inglês. Apesar disso não ser raro em modelos da concorrência, é um problema que não existia no Galaxy Fit2, e é estranho ainda não ter sido corrigido com uma atualização de software, o que me faz temer que seja uma limitação técnica da plataforma que a Samsung utilizou, o que não deixa de ser um grande vacilo por parte dela.

Fica pior no basic dashboard, que meu irmão escolheu por ter sido a única watchface onde o relógio tem os segundos, além de ser uma watchface que também existe na One UI Watch dos Galaxy Watch. Mas no Galaxy Fit3, além da questão do idioma e do horário estarem no formato errado, ele é bem mais limitado, já que não permite customizar as duas opções de baixo. Por exemplo, a função de clima para o meu irmão é inútil, mas ele não consegue trocar por outra função, como batimentos cardíacos, por exemplo, que se ele quiser ver, terá que ser pelo painel a parte.

Outro ponto que chateou foi a ausência do GPS nativo. Ele que vai e volta do serviço por bicicleta, achou trabalhoso ter que ligar o GPS e o Bluetooth do smartphone só pra fazer isso, uma vez que ele evita ao máximo manter o Galaxy Fit3 sempre conectado ao smartphone dele. Entendo que seja uma das razões do produto ser barato, mas com a concorrência colocando essa função em modelos que nem são tão caros assim, fica um ponto para a Samsung reconsiderar no sucessor.Mas o ponto forte dele realmente é a bateria. Com um uso mínimo, a duração chegou a durar quase duas semanas. Acredito que poderia durar ainda mais, mas mesmo a duração obtida meu irmão considerou bastante satisfatória.

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No geral, ele achou um produto bastante interessante e com um bom custo-benefício, mas se a Samsung resolvesse a questão dos idiomas das watchfaces e pudesse proporcionar uma customização maior a elas, seria ainda melhor.

Samsung lança Galaxy Tab A11 e Galaxy Tab A11+ no Brasil

Publicado em 08/01/2026 


A Samsung já está vendendo no mercado brasileiro os sucessores dos bem-sucedidos Galaxy Tab A9 e Galaxy Tab A9+. Mas quem esperava muitas novidades, deve ficar desapontado.

O Galaxy Tab A11 é o que menos empolgou, já que reciclou basicamente todo o projeto do antecessor. Até teve mudanças, como a tela agora suportar taxa de atualização de 90Hz, e as câmeras principal e frontal serem de 8 MP e 5 MP, respectivamente.

Mas, de resto, está a mesma coisa: tela LCD de 8.7 polegadas com resolução pouco maior que HD, mesmo chipset Mediatek Helio G99, e mesma bateria de 5100mAh, e o mesmo design e cores.

Atualmente, em termos de versão do Android, ele não está com tanta vantagem assim em relação ao Tab A9, mas com longevidade maior, certamente será o maior atrativo do novo modelo.

O pior é que a Samsung Brasil também não ajudou muito trazendo só a opção com Wi-Fi (por enquanto, nada da opção com 4G, e nem mesmo com 5G, que ela prometeu no release global, que aí deve ter novidades no chipset, mas não muito, já que provavelmente utilizará ou o Mediatek Dimensity 6100+ ou o Mediatek Dimensity 6300, que basicamente tem as mesmas especificações do Mediatek Helio G99), somente na cor prata e na opção mais básica, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, que já eram quantidades bastantes criticadas no antecessor. Novamente a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, ficou só pra alguns países da América Latina, Europa e Ásia.

Mas bem que poderia ter vindo com 6 GB de RAM e uma bateria maior, e talvez até com tela de 9 polegadas mantendo as mesmas dimensões, já que ele tem bordas generosas tanto superior quanto inferior.

Ele chegou ainda no final de 2025 no Brasil, e já chegou a ficar por menos de R$ 800.
O Galaxy Tab A11+ não empolgou muito mais, já que também reciclou o projeto do antecessor, e o caso dele foi até pior, já que não mexeu na tela e nas câmeras. Mas, pelo menos, mudou o chipset, apesar de aí estar a sua principal controvérsia.

Na Europa, ele surgiu com Mediatek Dimensity 7300, que embora não seja uma grande evolução com relação ao Snapdragon 695 do antecessor, tem performance superior em CPU e GPU.

O problema é que a Samsung resolveu que, no resto do mundo, ele viria com chipset diferente, apesar de ainda ser da Mediatek: o MT8775.

Sim, sabe-se muito pouco sobre esse chipset, já que nem nome comercial a Mediatek colocou nele. Mas supostamente tem as mesmas configurações de CPU do Dimensity 7300 (que é o MT6878, pra deixar bem claro que não é o mesmo chipset), segundo comentários em fóruns do exterior. Resta saber no quê esse chipset é pior, porque pra Samsung ter tomado essa decisão, certamente alguma coisa pior tem (e o que ela fez com o Galaxy A26 na América Latina, que passou por coisa parecida, já ilustra bem a situação).

E novamente, tivemos só a opção mais básica, mas felizmente mesmo essa já é melhor do que o Tab A9+ que tivemos, já que veio com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Novamente, a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, ficou só para alguns países da Europa e Ásia. Ao menos, ele veio tanto na versão Wi-Fi quanto 5G por aqui, mas só na cor cinza (lá fora ainda tem a cor prata, mas perdeu a cor azul do Tab A9+).

A tela segue a mesma LCD simples (já poderia ser, pelo menos, PLS) Full HD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90Hz, mesmas câmeras principal e frontal de 8 MP e 5 MP, e mesma bateria de 7040mAh (poderia, pelo menos, ter retornado aos 7300mAh de modelos mais antigos). E o Tab A11+ também perdeu o conector magnético, apesar de que na maior parte do mundo, não servia pra nada, apesar dele ter sim uma utilidade, como expliquei aqui.

Ele só chegou na primeira semana de Janeiro de 2026, com preços entre R$ 1700 e R$ 2000. Só deve ficar interessante mais pro segundo semestre, quando os preços ficarem mais próximos dos R$ 1000, já que na faixa de preço atual, o Galaxy Tab S10 Lite acaba sendo uma escolha mais acertada.

Deixe nos comentários o que você achou deles, e se você pretende comprar (ou já comprou) um deles.