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Família Galaxy S20 oficialmente descontinuada e mais

Publicado em 23/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 21/03/2026


Enquanto vários dispositivos novos estão aparecendo, tem muitos outros que, ou estão com o ritmo de atualizações piorado, ou nem mesmo os recebe mais.

Vou comentar aqui de vários aparelhos que se enquadram no segundo cenário.

Com destaque para os três aparelhos da família Galaxy S20:

s20.png

O modelo básico (o SM-G980) e o modelo Plus (SM-G985) só vieram para o Brasil na opção 4G, e tinham alguns upgrades em tela e câmeras, mas o chipset Exynos 990 acabou sendo o destaque negativo, por ser bastante instável e esquentar demais. Além de ter perdido a entrada P2 para fone de ouvido. Tiveram aumento de bateria, mas na prática, a autonomia também não era muito melhor que os antecessores.

Mas a novidade foi o modelo Ultra (SM-G988), que aqui no Brasil veio na opção com 5G, e ostentava a sua câmera principal de 108 MP. Mas, fora isso, tinha os mesmos problemas das outras duas opções.

Além deles, outros modelos da linha Galaxy A também foram descontinuados.

galaxy-a.png

O A22 (SM-A225) não mudou muito com relação ao A21s (basicamente só o chipset era diferente), mas chamou a atenção negativamente por ter retrocedido no notch, voltando a famigerada gota (o outro já usava o furo, mas no canto esquerdo) - que segue até os modelos atuais.

O A32 (SM-A325) foi o primeiro a adotar um visual sem molduras nas câmeras traseiras - bem antes dela virar o padrão, duas gerações seguintes, mas tinha basicamente o mesmo hardware tanto do A22 quanto do A31, exceto pela câmera principal com resolução maior.

O A52 (SM-A525) e o A72 (SM-A725) chamavam a atenção pelo processador Snapdragon e pelo áudio estéreo, mas fora a câmera principal no A52 e a bateria maiores e a moldura das câmeras mais saliente, também não mudaram tanto com relação aos antecessores. Destaque negativo para a bandeja de SIM Cards e Micro SD híbrida, sendo que nos modelos anteriores, ainda dava pra colocar ambos separados.

Se você tiver curiosidade de saber se o seu aparelho está com os patches em dia ou se já foi descontinuado, eu fiz um levantamento e organizei as informações aqui.

Deixe nos comentários se você teve ou ainda tem algum desses dispositivos.

O que você achou dos novos Moto G17, Moto G67 e Moto G77?

Publicado em 11/03/2026 na Motorola Community
Atualizado em 13/03/2026


A Motorola iniciou as vendas dos Moto G17, Moto G67 e Moto G77 no mercado brasileiro, visando substituir os bem-sucedidos Moto G15, Moto G56 e Moto G75. 

Mas será que eles fazem bem esse trabalho?

O Moto G17 melhorou nos seguintes pontos:
  • Tela de 800 nits no modo padrão e 1050 nits no modo automático (o antecessor chegava a 1000 nits no modo automático);
  • Proteção IP64 (o antecessor era IP54);
  • Câmera frontal de 32 MP (o antecessor era de 8 MP);
  • Bluetooth 5.4 (o antecessor era 5.0).
No restante, ficou igual ao antecessor:
  • Design, dimensões e peso;
  • Tela LCD IPS de 6.7 polegadas Full HD+ com taxa de atualização de 60Hz (poderia ser de, pelo menos, 90Hz, sendo que o Moto G06 tem taxa de atualização de 120 Hz) e Gorilla Glass 3 (do primeiro Moto G, de 2013, sendo que poderia ser a versão 5);
  • Android 15 (sim, a mesma versão do Android do antecessor, embora deveria ser a versão 16, considerando que não receberá nenhuma atualização - apesar de que deveria receber, pelo menos, 2 atualizações);
  • Chipset Mediatek Helio G81 Extreme (escolha bastante decepcionante, pois se fosse o Helio G99 ou o Dimensity 6100+ teria sido melhor e ainda assim não me deixaria mais empolgado);
  • Opção com 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento (ainda não se sabe se é eMMC ou UFS, mas se for o primeiro, será bastante decepcionante) ainda é o padrão - 6 GB de RAM já deveria ser o padrão, embora em alguns países tem a opção de 8 GB de RAM e em outros tem a opção de 256 GB de armazenamento, mas não os dois; 
  • Câmeras principal e ultrawide de 50 MP e 5 MP, respectivamente (a ultrawide poderia ser de 8 MP);
  • Bateria de 5200 mAh (poderia ser de 5500 mAh).

O Moto G77 melhorou nos seguintes pontos:
  • Está mais leve e com cantos arredondados
  • A tela agora é AMOLED (o anterior era LCD IPS), com pico de 5000 nits (o anterior chegava no máximo a 1000 nits) e Gorilla Glass 7i (o anterior estava na versão 5)
  • Câmera principal de 108 MP (o anterior tinha 50 MP) e câmera frontal de 32 MP (o anterior era 16 MP)
  • A bateria aumentou um pouco, para 5200 mAh (antes eram 5000 mAh)
Ficou igual ao G75 nesses pontos:
  • As dimensões e espessura são basicamente as mesmas
  • A tela continua com 6.8 polegadas
  • Certificação MIL-STD-810H
  • 8 GB de RAM e opções com 128 ou 256 GB de armazenamento
  • Câmera ultrawide de 8 MP;
  • Som estéreo
  • Bluetooth 5.4
  • Carregador de 30W
E, lamentavelmente, piorou nesses pontos:
  • Proteção IP64, sendo que antes era IP68, ou seja, continua com proteção igual contra poeira só que piorou a proteção contra água;
  • Chipset Mediatek Dimensity 6400 com núcleos Cortex-A76 - antes, era o Snapdragon 6 Gen 3, com núcleos Cortex-A78, um downgrade considerável e incompreensível, o que deve afetar negativamente o desempenho geral e desempenho das câmeras - se fosse o Dimensity 7400, faria mais sentido e seria uma decisão muito melhor (a Motorola errou por "1 número", basicamente)
  • Câmera filma no máximo em 2K, sendo que antes filmava em 4K
  • O Wi-Fi máximo é o 5, sendo que antes suportava o 6e.

Mas e o Moto G67?

Ele simplesmente é o lançamento mais decepcionante e desnecessário, porque ele basicamente é o Moto G77, com pouquíssimas mudanças, mas todas pra pior:
  • Tem menos RAM, com apenas 4 GB
  • A câmera principal é de 50 MP
  • O chipset é ligeiramente inferior, o Mediatek Dimensity 6300
Quanto ao Moto G17, lançado por R$ 1200, para quem ainda tem o Moto G15, não existem motivos para considerar o seu sucessor e comprá-lo em 2026 ainda faz mais sentido - embora a própria Motorola tenha opções mais razoáveis com preço próximo, apesar da concorrência ter opções muito mais interessantes, como os próprios Galaxy A07 e Galaxy A17 5G, que eu comentei aqui.

Quanto ao Moto G77, o chipset é o seu maior ponto fraco, o que torna opções como o Moto G75 e o Moto G86 mais interessantes. Aliás, o Mediatek Dimensity 6400 deveria estar, no máximo, em um Moto G37, nunca no Moto G77. Lançado por R$ 2200, só se torna uma escolha razoável se estiver abaixo dos R$ 1000.

E quanto ao Moto G67? Lançado por R$ 1800, definitivamente não deveria nem ter sido lançado no Brasil, sendo que o Moto G56 ainda é uma escolha mais interessante. Ele, ao meu ver, meio que mancha um pouco a reputação dessa linha, que foi muito bem representada pelo Moto G60.

Ou seja, nos três lançamentos, a Motorola tomou decisões bastante questionáveis, que os deixaram abaixo do que a concorrência entrega na mesma faixa de preço, além de serem iguais ou piores que seus antecessores, o que é bastante lamentável.

Penso que a Motorola, ao invés do que fez, deveria ter feito o seguinte:
  • O Moto G17 deveria ser a versão internacional do Moto G Power (2026), que é um dispositivo exclusivo dos Estados Unidos, mas que resolve quase todos os problemas dele (menos a bateria, diferente do que o "Power" no nome dá a entender - outra das controvérsias da Motorola), entregando o que realmente se espera de um Moto G1x. Não que o Moto G Power (2026) precisasse do IP68, já que o IP64 já estava ótimo. E se o Mediatek Dimensity 6300 fosse muito caro, era só considerar a versão 4G desse chipset, o Helio G99, que a Samsung já enfiou até no Galaxy A07, sendo que já o usa desde o Galaxy A24, de 2023.
  • E, ao invés de ter vindo o Moto G67 e o Moto G77, era pra ter vindo o Moto G57 e o Moto G67 Power. Além de ambos terem chipsets muito melhores - Snapdragon 6s Gen 4 e Snapdragon 7s Gen 2 respectivamente, que são um tanto parecidos em especificações, é verdade - eles não perdem para os antecessores (embora a câmera frontal do G57 inexplicavelmente tem menor resolução que a do G56, mas ao menos melhorou o chipset), o Moto G67 teria o chamariz da bateria de 7000mAh, que é um item que os brasileiros gostam bastante, mas ficam chateados da Motorola não trazer pra cá - a Motorola parece não gostar muito de trazer os aparelhos na edição Power para o Brasil, sendo o último o Moto G24 Power, que nem era grande coisa.

Deixe nos comentários a sua opinião.

Eu mexi em um Acer Aspire Go 15 AG15-71P e...

Publicado em 02/03/2026 na Acer Community
Atualizado em 07/03/2026


Recentemente uma colega minha trouxe um notebook novo que ela tinha acabado de comprar para eu configurar, e eis a surpresa de que era um notebook da Acer, e um bastante interessante: o Aspire Go 15 AG15-71P, com processador Intel Core i5-13420H, 16 GB de RAM DDR5 e 512 GB de SSD, na cor verde escuro (que está num tom mais próximo do grafite).

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O acabamento dele achei bem decente para os notebooks lançados nesta década, e não perde muito para modelos empresariais da concorrência. Não tem a robustez de notebooks da primeira metade da década passada, mas não me pareceu frágil.

Me chamou a atenção o carregador, que apesar de ainda ser fabricado pela Lite On, voltou a ter o logo da Acer estampado nele, coisa que eu não via há muito tempo em notebooks dela, além do fato do mesmo ter a ponta USB-C:

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Outra coisa que me chamou a atenção foi a BIOS dele. Finalmente a Acer customizou a firmware para um layout que se espera de uma firmware UEFI, mais atual, diferente de notebooks nem tão antigos dela, cuja firmware ainda tinha cara de BIOS mesmo.

Quanto ao design, a moldura da tela ainda me pareceu ter mais bordas do que deveria, principalmente nas partes inferior e superior - mas as laterais também estão um tanto grossas, o que ainda o deixa com cara de notebook da segunda metade da década passada.

O teclado e o touchpad achei ok.

O fato de não vir com conexão RJ-45 me chateia, mas sei que é questão de tempo pra virar padrão.

A tela é o ponto fraco dele, por ainda ser LED TN. Não é das piores que eu já vi, mas se tivesse a tela LCD IPS do AG15-71PT seria muito melhor.

Ele já veio com Windows 11, com todo o conjunto de bloatwares já costumeiros da Acer, incluindo jogos instalados, atalhos para jogos na internet, atalhos para a Amazon e Booking.com e o famigerado antivírus da McAfee, que eu perdi uns 15 minutos removendo.

Tem também o Acer Sense (e tem até um atalho do teclado para acessá-lo), que eu achei que poderia ter mais coisa para configurar - basicamente só dá pra configurar a parte do carregamento e atualizações de drivers.

Nos meus testes, ele funcionou bem, e embora não deu pra testar a autonomia da bateria, no pouco tempo que ficou fora da tomada, me pareceu ok nesse sentido.

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Deixe nos comentários se você também tem um Acer Aspire Go 15 AG15-71P.

Cadê a opção de colocar os segundos no relógio da Status Bar na One UI?

Publicado em 27/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 27/02/2026


Um módulo do Good Lock que gosto bastante e uso desde a One UI 1.0 é o Quickstar, pra mover o relógio para o canto superior direito. Contudo, mesmo muitas versões da One UI depois, e ela ainda não dá uma opção que é possível fazer no Android Puro até bem antes da interface da Samsung.

Estou falando de colocar os segundos no relógio da Status Bar.

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No Quickstar, até tem uma opção para adicionar os segundos, só que é no painel rápido:

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Ter os segundos no painel rápido é melhor do que nada, mas não resolve exatamente o problema.

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Muitos argumentam que habilitar a opção aumentaria o consumo de bateria. E ao usar um notebook com Windows, realmente ele dá esse aviso quando se habilita a opção - que só foi disponibilizada de forma oficial no Windows 11 23H2, sendo que sempre deu pra habilitar extraoficialmente ainda no Windows 10.

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Mas isso particularmente não vejo como um problema e muito menos como impeditivo para a Samsung adicionar a opção na One UI.

O que me incomoda é que consigo habilitar essa opção no Android Puro tranquilamente, com o System UI Tuner:

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Ou seja, fica complicado uma opção que existe desde o Android 8 em aparelhos com Android Puro não estar disponível em aparelhos da Samsung com a One UI, visto que mesmo as UX de outras fabricantes também tem essa possibilidade.

E o pior, sequer ter a previsão disso ser resolvido em breve, o que é lamentável.

Vale ressaltar ainda que a tela de widgets da tela de bloqueio também mostra os segundos no relógio, mas bem que poderia mostrar na tela de bloqueio em si, sendo uma opção que também não existe no Lockstar.

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Deixe nos comentários a sua opinião.

E se a Samsung resgatasse a marca "Star" para futuros dispositivos básicos e intermediários?

Publicado em 19/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 19/02/2026


Uma situação que muitos que acompanham os lançamentos da Samsung podem ter se questionado é o que vai acontecer em 2028, depois que passar a geração dos Galaxy A com final 9? Ela voltaria para o final 0, com novos Galaxy A10, Galaxy A20, Galaxy A30 e Galaxy A50, assim como em 2019?

Muitos podem concordar que existe uma ideia melhor, e pode ir de encontro com uma que já até noticiaram por aí: e se ela acabar com a marca "Galaxy"?

Só que eu acho uma decisão arriscada descontinuar uma marca que começou como um nome genérico para o primeiro smartphone dela com Android (o GT-I7500) e se transformou na principal família de dispositivos com Android do mercado, que justamente em 2029 completará 20 anos, principalmente pensando na principal linha de smartphones top de linha, a Galaxy S.

Mas a minha sugestão não é tão radical assim: e se ela manter a marca "Galaxy" apenas nos dispositivos de alto valor agregado, e resgatasse uma outra já utilizada no passado, cujo termo esteja no mesmo contexto, apenas para os dispositivos básicos e intermediários?

No caso, estou falando da marca Samsung Star, que fez muito sucesso no começo da década passada como uma linha de telefones um pouco mais avançados com tela sensível ao toque, que tentavam ser smartphones, apesar da plataforma utilizada ser bem mais limitada.

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Com smartphone, a ideia é que as linhas Galaxy A e Galaxy M seriam Star A e Star M (e aí sim não seria estranho termos Star A10, Star A20, Star A30 e Star A50...), mas ainda mantivesse as linhas Galaxy S e Galaxy Z:

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Com os tablets, apesar de não ter a mesma necessidade, ainda poderia ser válido os Galaxy Tab A também virarem Star Tab A:

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Por fim, o mesmo poderia se aplicar aos notebooks, com Star Book para dispositivos mais básicos (contemplando modelos das séries 3 e 5, ocupados pela última vez pelos Galaxy Book Go (NP340XLA) e Galaxy Book2 (NP550XED) no Brasil, por exemplo) e manter a marca Galaxy Book para o resto - meio como já funciona atualmente, com as linhas 7 (dos modelos básicos e 360) e 9 (dos modelos Pro, Pro 360 e Ultra).

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O que você pensa à respeito? Deixe nos comentários. Se você gostar da ideia, não deixa de curtir e compartilhar.