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Meu irmão comprou um Galaxy Fit3 e...

Publicado em 29/01/2025 no Samsung Members
Atualizado em 30/01/2025


Você também tem um Galaxy Fit3? Se sim, comprou recentemente, ou já faz algum tempo? Deixe nos comentários.

Como comentei aqui, estou usando um Galaxy Watch4, e também postei aqui que minha mãe está usando um Galaxy Watch FE. Meu pai, que sempre gostou de usar relógio, também demonstrou interesse em pegar um smart watch, mas como não queria gastar muito, pegou um desses modelos de procedência duvidosa que aparecem nas lives dos apps de vídeos curtos, mas achou grande, e então deixou o meu irmão usá-lo.

Mas como esse relógio era bem ruim para funções além de ver as horas, eu já tinha comentado pra ele sobre o Galaxy Fit3, que não era um modelo muito caro, mas poderia atendê-lo melhor, inclusive na duração de bateria, que é um dos pontos que meu irmão acha mais interessante.

Ele gostou da ideia, e pediu para eu monitorar o preço.

Daí, no dia 8 de janeiro, o Galaxy Fit3 apareceu por um preço interessante na Magazine Luíza, e meu irmão comprou. Retirou o produto na loja no dia seguinte.

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Ele achou o modelo bastante discreto, e na verdade, até o tamanho incomodou um pouco, porque o relógio que ele estava usando era bem grande, mas rapidamente ele se acostumou.

Interessante que o modelo que ele recebeu é de um lote recente, de Outubro de 2025.

Sobre o cabo do carregador, ele percebeu que a ponta era USB-C, e daí acabou dando uma utilidade a mais para o carregador de 15W que ele comprou, como comentei aqui. Na verdade, acabou até o salvando, porque é o único carregador aqui em casa que entra USB-C, e embora fosse previsível não ter um carregador incluso pelo tamanho da caixa do produto, é uma pena não ter vindo, mesmo que fosse os de 5W ou 7.75W.

Sobre o relógio em si, configurá-lo foi bastante tranquilo, até porque nem tem muito o que configurar nele, já que o seu sistema é bastante simples, mesmo tentando emular um pouco a One UI Watch dos Galaxy Watch.

Até na parte das watchfaces, ele dá a ilusão de ter bastante opções, mas na verdade, são uma quantidade limitada de watchfaces com opções limitadas de cores separadas como se fossem outras watchfaces, o que acaba não sendo tão interessante assim, isto é, seria preferível que fosse possível customizar as cores individualmente em cada watchface.

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Mas o problema maior é que, mesmo com o produto estando no nosso idioma, as watchfaces sempre ficam em Inglês. Apesar disso não ser raro em modelos da concorrência, é um problema que não existia no Galaxy Fit2, e é estranho ainda não ter sido corrigido com uma atualização de software, o que me faz temer que seja uma limitação técnica da plataforma que a Samsung utilizou, o que não deixa de ser um grande vacilo por parte dela.

Fica pior no basic dashboard, que meu irmão escolheu por ter sido a única watchface onde o relógio tem os segundos, além de ser uma watchface que também existe na One UI Watch dos Galaxy Watch. Mas no Galaxy Fit3, além da questão do idioma e do horário estarem no formato errado, ele é bem mais limitado, já que não permite customizar as duas opções de baixo. Por exemplo, a função de clima para o meu irmão é inútil, mas ele não consegue trocar por outra função, como batimentos cardíacos, por exemplo, que se ele quiser ver, terá que ser pelo painel a parte.

Outro ponto que chateou foi a ausência do GPS nativo. Ele que vai e volta do serviço por bicicleta, achou trabalhoso ter que ligar o GPS e o Bluetooth do smartphone só pra fazer isso, uma vez que ele evita ao máximo manter o Galaxy Fit3 sempre conectado ao smartphone dele. Entendo que seja uma das razões do produto ser barato, mas com a concorrência colocando essa função em modelos que nem são tão caros assim, fica um ponto para a Samsung reconsiderar no sucessor.Mas o ponto forte dele realmente é a bateria. Com um uso mínimo, a duração chegou a durar quase duas semanas. Acredito que poderia durar ainda mais, mas mesmo a duração obtida meu irmão considerou bastante satisfatória.

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No geral, ele achou um produto bastante interessante e com um bom custo-benefício, mas se a Samsung resolvesse a questão dos idiomas das watchfaces e pudesse proporcionar uma customização maior a elas, seria ainda melhor.

Samsung lança Galaxy Tab A11 e Galaxy Tab A11+ no Brasil

Publicado em 08/01/2026 


A Samsung já está vendendo no mercado brasileiro os sucessores dos bem-sucedidos Galaxy Tab A9 e Galaxy Tab A9+. Mas quem esperava muitas novidades, deve ficar desapontado.

O Galaxy Tab A11 é o que menos empolgou, já que reciclou basicamente todo o projeto do antecessor. Até teve mudanças, como a tela agora suportar taxa de atualização de 90Hz, e as câmeras principal e frontal serem de 8 MP e 5 MP, respectivamente.

Mas, de resto, está a mesma coisa: tela LCD de 8.7 polegadas com resolução pouco maior que HD, mesmo chipset Mediatek Helio G99, e mesma bateria de 5100mAh, e o mesmo design e cores.

Atualmente, em termos de versão do Android, ele não está com tanta vantagem assim em relação ao Tab A9, mas com longevidade maior, certamente será o maior atrativo do novo modelo.

O pior é que a Samsung Brasil também não ajudou muito trazendo só a opção com Wi-Fi (por enquanto, nada da opção com 4G, e nem mesmo com 5G, que ela prometeu no release global, que aí deve ter novidades no chipset, mas não muito, já que provavelmente utilizará ou o Mediatek Dimensity 6100+ ou o Mediatek Dimensity 6300, que basicamente tem as mesmas especificações do Mediatek Helio G99), somente na cor prata e na opção mais básica, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, que já eram quantidades bastantes criticadas no antecessor. Novamente a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, ficou só pra alguns países da América Latina, Europa e Ásia.

Mas bem que poderia ter vindo com 6 GB de RAM e uma bateria maior, e talvez até com tela de 9 polegadas mantendo as mesmas dimensões, já que ele tem bordas generosas tanto superior quanto inferior.

Ele chegou ainda no final de 2025 no Brasil, e já chegou a ficar por menos de R$ 800.
O Galaxy Tab A11+ não empolgou muito mais, já que também reciclou o projeto do antecessor, e o caso dele foi até pior, já que não mexeu na tela e nas câmeras. Mas, pelo menos, mudou o chipset, apesar de aí estar a sua principal controvérsia.

Na Europa, ele surgiu com Mediatek Dimensity 7300, que embora não seja uma grande evolução com relação ao Snapdragon 695 do antecessor, tem performance superior em CPU e GPU.

O problema é que a Samsung resolveu que, no resto do mundo, ele viria com chipset diferente, apesar de ainda ser da Mediatek: o MT8775.

Sim, sabe-se muito pouco sobre esse chipset, já que nem nome comercial a Mediatek colocou nele. Mas supostamente tem as mesmas configurações de CPU do Dimensity 7300 (que é o MT6878, pra deixar bem claro que não é o mesmo chipset), segundo comentários em fóruns do exterior. Resta saber no quê esse chipset é pior, porque pra Samsung ter tomado essa decisão, certamente alguma coisa pior tem (e o que ela fez com o Galaxy A26 na América Latina, que passou por coisa parecida, já ilustra bem a situação).

E novamente, tivemos só a opção mais básica, mas felizmente mesmo essa já é melhor do que o Tab A9+ que tivemos, já que veio com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Novamente, a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, ficou só para alguns países da Europa e Ásia. Ao menos, ele veio tanto na versão Wi-Fi quanto 5G por aqui, mas só na cor cinza (lá fora ainda tem a cor prata, mas perdeu a cor azul do Tab A9+).

A tela segue a mesma LCD simples (já poderia ser, pelo menos, PLS) Full HD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90Hz, mesmas câmeras principal e frontal de 8 MP e 5 MP, e mesma bateria de 7040mAh (poderia, pelo menos, ter retornado aos 7300mAh de modelos mais antigos). E o Tab A11+ também perdeu o conector magnético, apesar de que na maior parte do mundo, não servia pra nada, apesar dele ter sim uma utilidade, como expliquei aqui.

Ele só chegou na primeira semana de Janeiro de 2026, com preços entre R$ 1700 e R$ 2000. Só deve ficar interessante mais pro segundo semestre, quando os preços ficarem mais próximos dos R$ 1000, já que na faixa de preço atual, o Galaxy Tab S10 Lite acaba sendo uma escolha mais acertada.

Deixe nos comentários o que você achou deles, e se você pretende comprar (ou já comprou) um deles.

Samsung oficializa os Galaxy Book6, Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 06/01/2026 no Samsung Members
Atualizado em 06/01/2026


A Samsung oficializou os primeiros modelos da Galaxy Book6 Series na CES 2026, e eles vem com algumas mudanças, sendo que algumas podem agradar e outras nem tanto.

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Primeiro, é importante destacar três coisas:

  • Além dos modelos Pro e Ultra cuja existência já se sabia há algum tempo (conforme comentei aqui), surpreendeu o modelo básico também já ter sido anunciado, sendo que normalmente ele era um dos últimos a dar as caras, lá pela metade do ano.
  • Desta vez, tanto o modelo básico quanto o modelo Pro terão opções com 16 polegadas, acabando com a opção de 15.6 polegadas existente desde a primeira geração no modelo básico. Só que, além disso, até o modelo básico ganhou uma opção com 14 polegadas, que além de ser inédito, no segmento onde ele se encontra, não tinha opção da Samsung com esse tamanho de tela há quase 10 anos (alguns poderiam dizer que o Galaxy Book2 Business estava nessa posição, só que embora ele fosse um modelo de categoria abaixo do Galaxy Book2 Pro, ele ainda era de categoria acima do Galaxy Book2 básico).
  • Tanto o Galaxy Book6 Ultra quanto o Galaxy Book6 Pro e também o Galaxy Book6 básico na opção com 16 polegadas estão sem o teclado numérico, o que vejo como uma decisão estranha por parte da Samsung, e que pode desapontar muitas pessoas que estavam de olho nessas opções.

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O Galaxy Book6 Ultra foi o que teve alterações mais importantes, como a GPU NVidia RTX 5060 ou 5070 (eu imaginava que ela utilizaria a 5050) e também uma opção com a Intel Arc, além de opções tanto com o Intel Core Ultra 7 e 9 quanto com a Intel Core Ultra X7 e X9 da Série 3 (sinceramente não gostei dessa divisão que a Intel fez nos próprios processadores - tipo, sumiu com a letra i, mas agora inventou de usar a letra X?). O Wi-Fi está na versão 7 e o Bluetooth na versão 5.4. A bateria aumentou um pouco, para 80.2Wh. Os alto-falantes agora ficam na parte de cima, ao lado do teclado. Teve algumas mudanças em termos de dissipação, o que deve agradar o seu público-alvo, embora ainda acredito que ele não seja um competidor para opções gamer da concorrência pelo seu design fino e minimalista. Chamou a atenção que ele tem entrada para cartão SD, o que não era visto em notebooks da Samsung há bastante tempo.

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Os Galaxy Book6 Pro, por sua vez, continuou sendo uma evolução incremental das gerações anteriores, apesar da mudança no teclado, como já comentei. Só a opção de 16 polegadas suportará tanto os Intel Core Ultra 5 e 7 quanto os Intel Core Ultra X7. A bateria também aumentou um pouco para 78Wh no modelo com tela maior. A exemplo da edição Ultra, os alto-falantes agora estão posicionadas na parte de cima no modelo de 16 polegadas, do lado do teclado. De resto, permanece basicamente o mesmo das gerações anteriores, exceto pela ausência de slot para cartão MicroSD, o que pode desagradar algumas pessoas.

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O Galaxy Book6 básico foi o que mais surpreendeu, com a mudança já citada no tamanho de tela e no teclado. Apesar da borda generosa nas laterais do teclado, diferente dos modelos mais poderosos, o alto-falante ainda segue na parte de baixo, como nas gerações anteriores. O modelo de 16 polegadas terá uma opção com tela touch, a exemplo dos modelos Pro e Ultra. A exemplo da geração anterior, ele também conta com processadores Intel Core Ultra 5 e 7 (embora certamente da linha U), mas novamente sem GPU dedicada, o que pode não empolgar quem gostou do Galaxy Book4 com a NVidia MX570. De resto, segue basicamente o mesmo da quinta geração.

Penso que duas coisas que a Samsung poderia ter revisto eram:

  • As cores, ainda nas mesmas cinza e prata das gerações anteriores, sendo que ela poderia ter variado mais na tonalidade, ou resgatado outras cores não utilizadas faz tempo, como o azul ou o preto.
  • A borda inferior da tela, que ainda segue grande se comparado com modelos da concorrência, o que pode desagradar quem queria bordas mais uniformes.

Por fim, uma mudança que a Samsung fez que certamente chamará a atenção é o posicionamento da sua logo na tampa, que deixou de ser na lateral esquerda para ficar no topo, semelhante ao que a Acer adotou em seus notebooks. É raro a Samsung posicionar sua logo em outra posição, sendo que, até onde pesquisei, ela só fez isso em duas ocasiões: com os antigos N110/N120/N130/N140 e com o não tão antigo Flash F30.

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Mais detalhes dos lançamentos estão na Samsung Newsroom Brasil:

https://news.samsung.com/br/projetado-para-a-perfeicao-galaxy-book6-oferece-desempenho-avancado-e-pr...

Deixe nos comentários o que você achou dos três modelos.

Mais informações sobre os Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 26/12/2025


Comentei aqui recentemente que a Samsung já está preparando o lançamento dos modelos mais poderosos da sexta geração da família Galaxy Book.

Agora saíram mais algumas informações sobre os dois modelos.

Pra começar, finalmente os Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra apareceram no banco de dados da Bluetooth SIG:


Quanto ao Galaxy Book6 Ultra, até o momento, ele é o único que já possui drivers para baixar no site Galaxy Books Download Center, sendo os Estados Unidos o único país que o consta - nem mesmo na terra natal da Samsung ele aparece. Será que a Samsung pretende exibí-lo já na CES 2026?

Curiosamente ele é o que menos se tem informações sobre hardware, mas supõe-se que ele deva utilizar as GPUs NVidia RTX 5050 e RTX 5070.

Quanto ao Galaxy Book6 Pro, o site Sammobile compartilhou fotos de homologação do produto, indicando poucas mudanças estruturais, apesar de um detalhe ter chamado a atenção.
Sim, o logo da Samsung no chassi não está na posição tradicional do canto esquerdo, mas sim no topo, o que é intrigante, já que foram poucos os notebooks aos quais a Samsung mexeu na posição do logotipo no chassi em mais de 15 anos no ramo (até onde consta, só os antigos N110/N120/N130/N140 e Flash F30 tinham o logo em outra posição, no caso, no centro do chassi). E essa posição é basicamente a mesma que a Acer está utilizando em seus notebooks desde 2023.

Testes de benchmark revelaram que o Galaxy Book6 Pro deverá utilizar as GPU Intel Arc B370 e B390 e os processadores Intel Core Ultra 5 338H e Intel Core Ultra 7 358H, o que deve garantir desempenho bastante superior aos modelos da geração anterior, que utilizaram processadores Intel Core Ultra do tipo V (só o de 16 polegadas teve uma opção do tipo H, mas apenas na Coréia do Sul).

Deixe nos comentários a sua opinião.

Meu irmão comprou um carregador de 15W na promoção e...

Publicado em 12/12/2025 no Samsung Members
Atualizado em 12/12/2025


Você já precisou comprar um carregador original da Samsung? Deixe nos comentários como foi a sua experiência.

Meu irmão precisou providenciar um carregador para o Galaxy Tab A9 LTE que ele comprou, que não veio com o carregador, já que era um modelo importado - comentei mais sobre ele aqui.

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Esse é um item que eu acho bastante complicado comprar em qualquer lugar, porque é bem fácil comprar achando que está pegando o original, mas na prática, está pegando falsificado.

Meu irmão e eu estávamos de olho nos preços na Samsung Shop e na Samsung Members Shop, mas recebemos em um grupo do Telegram uma oferta bastante interessante da Amazon para a opção de 15W, onde o mesmo, por R$ 62, saía por R$ 43.

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O melhor da oferta é que o item era vendido e entregue pela própria Amazon, o que nos deu mais confiança.

Então efetuamos a compra, que chegou dentro do prazo.

No caso, o carregador vinha sem o cabo, mas como ele aceitava cabos com as duas pontas USB-C e era justamente esse tipo de cabo que veio na caixa do Galaxy Tab A9 LTE que ele comprou, acabou unindo o útil ao agradável.

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Ainda assim, uma coisa nos chamou a atenção, que nos deixou um pouco com dúvida se o item é original ou não.

A caixa e o manual do carregador veio todo em Inglês com textos em espanhol e francês, sem ter nenhuma informação em português, nem mesmo de orgãos reguladores locais.

Contudo, o carregador está com as informações em português e o selo de homologação da Anatel.

Achamos bem esquisito, mas nos testes, funcionou corretamente, então à princípio, não nos pareceu justificar maiores reclamações.

O que você acha?