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Galaxy Book6: Samsung anuncia nova opção mais acessível do modelo básico e mais

Publicado em 08/09/2026 no Samsung Members
Atualizado em 12/09/2026


Enquanto, no Brasil, os Galaxy Book6 só chegaram recentemente, lá fora, a sexta geração dos notebooks da Samsung continua recebendo novidades. Desta vez, o modelo básico ganhou uma nova opção, menos potente e, consequentemente, mais barata.

book6-np740vjk.png

Como tanto o que estava sendo vendido quanto o que foi lançado agora se chama apenas "Galaxy Book6" (o que eu considero um equívoco, já que pode confundir muita gente, e penso que, se esse novo já estava nos planos, o antigo deveria ter sido lançado como "Galaxy Book6 Plus" ou o de agora ser lançado como "Galaxy Book6 Neo" ou "Galaxy Book6 Core", por exemplo), é importante verificar o número modelo, que teve uma leve mudança: o lançado agora é o NP740VJK, enquanto o anterior era o NP740VJG - e, sim, por enquanto, só foi lançada a opção com tela de 14 polegadas, ainda não sucedendo completamente os Galaxy Book4.

Como você viu na imagem, diferente dos Galaxy Book6 de 14 polegadas que já estavam no mercado que utilizavam processadores Intel Core Ultra, os de agora utilizam os Intel Core comuns, uma boa resposta a uma crítica que eu já vinha fazendo desde a geração passada (aqui) de que faltavam opções com processadores mais baratos pensados para um público menos exigente.

No caso, os processadores utilizados são o Intel Core 3-304 e o Intel Core 5-315, mas no momento, a primeira opção só está disponível na Coreia do Sul e a segunda só na Europa. Mas já com previsão de lançamento na América do Norte.

E, por enquanto, sem uma alternativa com Intel Core 7-350.

Quanto a RAM e armazenamento, as opções são de 8 e 16 GB LPDDR5x e 256 e 512 GB, respectivamente.

Visualmente, a única diferença perceptível está no teclado, sem a moldura preta - semelhante ao feito recentemente com o Galaxy Book6 Enterprise Edition, que eu comentei aqui. Basicamente, o mesmo visual das gerações anteriores, o que é curioso, pois imaginava que a moldura no teclado fosse ser uma característica forte da sexta geração.

book6-14.jpg

O modelo novo também tem menos opções de conectividade, como 1 USB-A a menos, sem leitor de MicroSD e sem a porta Ethernet:

book6-14-2.png

De resto, as especificações são basicamente as mesmas do modelo que já estava à venda, explicado aqui.

Para os brasileiros que ficaram interessados, descobri algo animador: os drivers de opções brasileiras novo Book6 já constam para download no aplicativo Samsung Update, indicando que poderemos tê-lo em algum momento.

book6-2.png

E o mesmo para o Galaxy Book6 Enterprise Edition, que também já possui opções brasileiras com drivers disponíveis:

book6-1.pngbook6-3.png

Por enquanto, se nós brasileiros quisermos um notebook básico da Samsung com tela de 14 polegadas, vamos ter que se contentar com o fraco Galaxy Book Go, que teve mais um relançamento, só que novamente sem novidades (o que é lamentável) - só mudou o número do modelo, agora NP340XLA-L0ABR.

book-go.png

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Mesmo com os Galaxy Book6, a Samsung Brasil ainda não desistiu dos Galaxy Book4 e mais

Publicado em 01/09/2026 no Samsung Members
Atualizado em 05/09/2026


Os Galaxy Book6 finalmente chegaram no Brasil, depois de muitos meses de incerteza e apatia da Samsung Brasil no ramo de notebooks. Apesar disso, é preciso dizer que, mesmo com a vinda deles, a Samsung Brasil, diferente do que estava dando a entender, ainda quer os Galaxy Book4 convivendo com os modelos de geração nova.

Tanto é que, depois de muito tempo, finalmente temos novidades referentes ao modelo lançado inicialmente em 2024.

No caso, me refiro ao Galaxy Book4 básico, que ganhou duas novas opções.

Desta vez, com processador mais atualizado (considerando as opções anteriores, é claro).

Estou falando do NP750XGK, que há dois anos já tinham 4 opções disponíveis para lançamento, conforme expliquei aqui.

Contudo, as opções que foram lançadas agora não são as mesmas que constavam na época, e sim novas, que surgiram apenas recentemente, pouco tempo antes de efetivamente começarem a ser vendidas: a NP750XGK-LG3BR, com Intel Core 5-120U, 8 GB de RAM e 512 GB de SSD (pra substituir a NP750XGJ-KG3BR, que ainda tem estoque), e a NP750XGK-LG5BR, com Intel Core 3-100U, 8 GB de RAM e 256 GB de SSD (pra substituir a NP750XGJ-KG5BR, embora esta também tenha estoque).

A opção com processador Intel Core 5 não é exatamente uma novidade, porque anteriormente já estava sendo vendida uma opção com o mesmo processador, mas com a diferença de vir com uma GPU dedicada: a NP750XGL-XG2BR. Só que atualmente ela está sem estoque, sem previsão de retorno.

Os dois modelos lançados agora vem com uma GPU integrada, a Intel Graphics, bem menos empolgante que a NVidia MX570 da opção comentada anteriormente.

E, pela letra L no número do modelo, já podemos esperar a famigerada tecla do Microsoft Copilot, semelhante ao Galaxy Book4 Ultra, relançado há alguns meses, como comentei aqui (os modelos anteriormente registrados ainda usavam a letra K, e provavelmente não tinham essa tecla, o que pode justificar terem sido descartados para lançamento agora).

Por enquanto, sem previsão de termos uma opção com Intel Core 7-150U pra acompanhar os outros dois - lembrando que a opção com esse processador e GPU dedicada, a NP750XGL-XG1BR, já está sem estoque há muitos meses - tanto que acho bem difícil voltar a ser vendida oficialmente.

Chamou a atenção a ausência de opções novas com 16 GB de RAM, o que é um problema, porque estamos falando de notebooks com a RAM toda soldada. Por enquanto, as opções de Galaxy Book4 com essa quantidade maior estão sendo vendidas, mas não se sabe por quanto tempo, já que essas duas opções (a NP750XGJ-KG2BR e a NP750XGJ-KG1BR) estão sempre com pouco estoque, e só voltam a ficar disponíveis depois de muitas semanas.

Outro problema é, como você pode imaginar, o preço. A opção com Core 5 está com preço de lançamento de R$ 5759 e a com Core 3 está por R$ 4679. É bem óbvio que o custo-benefício de ambos ainda está péssimo, e seus equivalentes com processador mais antigo estão com custo-benefício um pouco melhor, embora ainda assim tenham dificuldades de enfrentar a concorrência, com opções mais interessantes (principalmente por não terem a RAM soldada e já ser DDR5, mais veloz que a LPDDR4x dos Book4).

Ainda assim, estão muito mais baratos que o Galaxy Book6 mais barato, que foi lançado por R$ 8199, preço também totalmente doido, o que foi justamente a explicação no evento de lançamento da série Galaxy Book6 no Brasil pra ainda termos os Galaxy Book4 no mercado e, como agora você sabe, com opções novas.


É uma preocupação que eu já tinha exposto aqui, de que os modelos de geração atual estão usando processadores ainda muito caros (por serem recentes e por serem da edição Ultra), mas que não acompanha o ritmo do nosso mercado, com a concorrência usando processadores de séries anteriores e, em sua maioria, da edição comum.

Isso até levanta a possibilidade de ainda termos os Galaxy Book5 por aqui, especialmente o Galaxy Book5 360, que ficou sem sucessor na sexta geração, mas como usa um processador Intel Core Ultra de série anterior, ainda pode ser interessante para a Samsung Brasil - comentei sobre ele aqui.

Por fim, outro notebook que a Samsung Brasil também parece não querer desapegar é o famigerado Galaxy Book Go, que ganhou mais uma opção para um lançamento futuro no Galaxy Books Download Center. Espero que, desta vez, venha com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, porque com 4 GB de RAM e 128 GB, não dá (já não prestava quando era novidade lá em 2021, agora 5 anos depois, piorou).

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O que você achou do Galaxy A27?

Publicado em 21/07/2026 no Samsung Members
Atualizado em 10/08/2026


Finalmente, depois de bastante tempo, a Samsung lançou e trouxe para o Brasil o Galaxy A27 que, apesar de ter vindo com uma mudança importante (embora nem seja exatamente uma novidade, diferente do que pode parecer), ele teve outras bastante questionáveis.

No que ele melhorou com relação ao Galaxy A26?

  • Tela com notch em Infinity-O (que, embora seja uma alteração bastante relevante, não surpreende quem lembra ou já teve um A21s, que também colocava a câmera frontal da mesma forma, embora no canto superior esquerdo)
  • RAM em LPDDR5 (antes era LPDDR4x) e armazenamento em UFS 3.1 (o antecessor ainda estava no 2.2);
  • Chipset, agora Snapdragon 6 Gen 3, principalmente com relação ao A26 brasileiro, que utilizava o Exynos 1280, mais fraco, mas mesmo pensando no A26 gringo, que usava o Exynos 1380, teve alguma evolução, embora não muita;
  • Câmera frontal de 12 MP (o antecessor até tinha resolução ligeiramente maior, mas o A27 usa um sensor mais atual, que promete resultados um pouco melhores);
  • Está ligeiramente menor em tamanho e espessura, isto é, não chega a ser uma mudança relevante
  • Brilho da tela ligeiramente maior (embora ainda inferior ao A25)

No que ele piorou?

  • A proteção contra água e poeira, antes IP67, regrediu para o IP64, ou seja, mantém boa resistência a poeira, mas piorou contra água
  • Câmera ultrawide baixou de 8 para 5 MP (basicamente pegaram de volta a lente do A24)
  • Bluetooth, antes 5.3, agora 5.1
  • Está um pouco mais largo

No que ele ficou igual?

  • Acabamento e peso
  • Suporte a Micro SD
  • Ausência de conector para fone de ouvido
  • Áudio mono (nisso, o A25 ainda segue sendo melhor)
  • Proteção Gorilla Glass Victus+ na frente e na traseira
  • Tela de 6.7 polegadas Super AMOLED com taxa de 120 Hz
  • Opções de RAM e armazenamento
  • Câmeras principal e macro
  • Bateria de 5000 mAh

Ele foi lançado até que rápido no Brasil, nas cores preto, azul e rosa e com opções de 6 e 8 GB de RAM e 128 e 256 GB de armazenamento - a exemplo do A25, mas tem um custo-benefício bastante questionável, já que ele basicamente é um Galaxy A36 com downgrades, além de ficar em um meio-termo bastante incômodo, isto é, não é muito melhor do que o A17 5G, mas perde bastante para o A37. 

Por fim, é importante destacar que o Galaxy A27 já foi ou será relançado em alguns países com algumas diferenças:

  • Galaxy M47: Só mudam as cores traseiras - azul claro e vermelho escuro e da lateral - sempre na cor prata, além da bateria, que é maior, de 6000 mAh, o tornando quase um sucessor do M35;
  • Galaxy F70 Pro: É basicamente o M47 com cores diferentes (preto e verde) e exclusivo de uma rede varejista indiana;
  • Galaxy Jump5: Só muda que tem a opção na cor verde (mas não a cor azul do nosso A27) e é exclusivo de uma operadora sul-coreana (comentei sobre o antecessor aqui).

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Seu notebook está com os certificados do Secure Boot atualizados?

Publicado em 30/06/2026 no Samsung Members
Atualizado em 05/07/2026


Se você tem um notebook com Windows 10 ou Windows 11, precisa ficar esperto com um problema que a Microsoft criou relacionado a algo bastante essencial no sistema operacional dela: o Secure Boot.

Lançado com o Windows 8, o Secure Boot veio para aprimorar a inicialização do Windows, a fim de melhorar a proteção contra malwares específicos que possam ser inicializados junto com o sistema.

O problema que surgiu agora é que os certificados do Secure Boot lançados ainda quando o Windows 8 estava nas compilações prévias (mais especificamente em 2011) estão perdendo a validade em 2026.

Esses certificados são parte essencial do funcionamento desse mecanismo de segurança.

E a Microsoft só foi se tocar do problema basicamente 1 ano antes.

Resultado: muitos notebooks lançados com o Windows 11 ainda em 2021, 2022 ou 2023 podem estar em risco, além dos lançados ainda com Windows 10.

A Microsoft está implantando novos certificados, lançados em 2023, e está trabalhando com as OEMs para mitigar essa situação.

E muitos usuários já devem ter reparado que o Microsoft Defender andou notificando sobre essa questão, seja com selo de atenção ou mesmo um selo de erro.

Basicamente ele retorna uma das três mensagens abaixo:

Se for a primeira mensagem, significa que está tudo em ordem, e que a atualização já foi resolvida pelo Windows Update, conforme mostram as imagens abaixo:



Se for a segunda ou a terceira mensagem, aí a situação é mais complicada.

Basicamente o próprio Windows não conseguiu atualizar os certificados porque a firmware do notebook não está dando suporte.

As principais OEMs estão publicando instruções sobre como resolver essa situação, inclusive com páginas em Português do Brasil, como AcerAsus, Dell, HPLGLenovo e Positivo.

Não é o caso da Samsung, que, até onde apurei, só publicou uma página sobre o assunto em dois países: Coreia do Sul e Irlanda:

https://www.samsung.com/sec/support/newsalert/3963/

https://www.samsung.com/ie/support/computing/expiration-of-microsoft-2011-signed-secure-boot-certifi...

E o mais preocupante é que ela só está garantindo uma resolução mais tranquila do problema para os Galaxy Book4 ou mais recentes.

Ou seja, quem tem Galaxy Book3, Galaxy Book2 ou um notebook mais antigo, precisa depender da boa vontade dela em atualizar a firmware.

E parece que os usuários do Galaxy Book2, mais uma vez, estão sem sorte, porque a última atualização de firmware, a P11RGK, parece não dar suporte aos certificados de Secure Boot atualizados, e não parece haver indícios de que uma nova firmware está a caminho.

Se o Galaxy Book2, lançado em 2022, já está nessa situação, fica difícil defender a Samsung.

Mas o que acontece se não atualizar os certificados?

A Microsoft diz que o Windows continuará inicializando normalmente, mas não é impossível que possa acontecer algum problema durante a inicialização, principalmente após determinada atualização futura.

Mas mesmo que realmente não aconteça nada, o Windows passa a ficar com a inicialização insegura e vulnerável.

Complicado, né?!

A Microsoft dá instruções de como resolver esse problema manualmente (neste link), mas além de serem procedimentos complicados até para usuários com algum conhecimento técnico, não garantem que os certificados serão atualizados.

Deixe nos comentários se o seu Galaxy Book está com esse problema resolvido ou não.

Eu mexi em um Galaxy Tab A11+ e...

Publicado em 07/05/2026 no Samsung Members
Atualizado em 20/06/2026


Você tem o Galaxy Tab A11+? O que está achando dele? Deixe nos comentários abaixo.

Eu tive a oportunidade de mexer em um, recentemente, que uma colega minha comprou (ela escolheu a opção apenas com Wi-Fi), e deixo abaixo o que achei dele.

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DESIGN, TELA E CONSTRUÇÃO: É basicamente igual ao Galaxy Tab A9+ (que eu comentei aqui). Mesma pegada e mesmos aspectos positivos e negativos, mas numa coisa que poderia ter melhorado e não melhorou o quanto ele marca os dedos com facilidade tanto na tela quanto na traseira, então película e capinha são obrigatórios. E a tela continua bastante reflexiva.

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DESEMPENHO: Com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, teve um desempenho satisfatório. Mas se tivesse vindo com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, certamente teria um fôlego maior e aguentaria mais tempo.

BATERIA E CARREGAMENTO: Não deu pra testar muito os dois, mas pelo pouco que eu mexi, não surpreendeu, então podem esperar duração idêntica ao antecessor, ou até inferior. No carregamento, como ele suporta 25W, pode ter desempenho melhor, embora o carregador que veio na caixa ainda é de 15W.

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ONE UI E RECURSOS: Ele tem basicamente os mesmos do antecessor, incluindo o Modo DeX (mas que na One UI 8 perdeu bastante a graça), mas um deles que não tinha no modelo anterior é agora tem é o Music Share. Acho muito difícil alguém utilizar esse recurso, mas eu tinha sentido falta dele. Como era de se esperar, o Good Lock não funciona oficialmente nele, mas consegui utilizar o Fine Lock e instalar os módulos Quickstar e Theme Park tranquilamente, embora o Theme Park já não seja muito útil para deixar o painel rápido todo na cor preta, por uma limitação imposta na One UI 8. 

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SOM E CÂMERAS: Não deu pra testar muito, mas como segue com as mesmas especificações e recursos do Tab A9+, esperem resultados idênticos. Destaco novamente a ausência da Bixby Vision, para aqueles que gostam do recurso (embora o Google Lens seja muito melhor). E também ressalto que o modelo novo também não suporta vibração.

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CHIPSET: Aqui está a maior polêmica dele. O AIDA64 diz que é o Mediatek Dimensity 7300 (MT6878), enquanto o CPU-Z diz que é o Mediatek MT8775. De toda a forma, as especificações do chipset são boas para o público-alvo, e deve garantir um desempenho levemente superior ao Snapdragon 695 do antecessor.

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Expliquei mais sobre o tablet aqui.