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Samsung lança Galaxy Tab A11 e Galaxy Tab A11+ no Brasil

Publicado em 08/01/2026 


A Samsung já está vendendo no mercado brasileiro os sucessores dos bem-sucedidos Galaxy Tab A9 e Galaxy Tab A9+. Mas quem esperava muitas novidades, deve ficar desapontado.

O Galaxy Tab A11 é o que menos empolgou, já que reciclou basicamente todo o projeto do antecessor. Até teve mudanças, como a tela agora suportar taxa de atualização de 90Hz, e as câmeras principal e frontal serem de 8 MP e 5 MP, respectivamente.

Mas, de resto, está a mesma coisa: tela LCD de 8.7 polegadas com resolução pouco maior que HD, mesmo chipset Mediatek Helio G99, e mesma bateria de 5100mAh, e o mesmo design e cores.

Atualmente, em termos de versão do Android, ele não está com tanta vantagem assim em relação ao Tab A9, mas com longevidade maior, certamente será o maior atrativo do novo modelo.

O pior é que a Samsung Brasil também não ajudou muito trazendo só a opção com Wi-Fi (por enquanto, nada da opção com 4G, e nem mesmo com 5G, que ela prometeu no release global, que aí deve ter novidades no chipset, mas não muito, já que provavelmente utilizará ou o Mediatek Dimensity 6100+ ou o Mediatek Dimensity 6300, que basicamente tem as mesmas especificações do Mediatek Helio G99), somente na cor prata e na opção mais básica, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, que já eram quantidades bastantes criticadas no antecessor. Novamente a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, ficou só pra alguns países da América Latina, Europa e Ásia.

Mas bem que poderia ter vindo com 6 GB de RAM e uma bateria maior, e talvez até com tela de 9 polegadas mantendo as mesmas dimensões, já que ele tem bordas generosas tanto superior quanto inferior.

Ele chegou ainda no final de 2025 no Brasil, e já chegou a ficar por menos de R$ 800.
O Galaxy Tab A11+ não empolgou muito mais, já que também reciclou o projeto do antecessor, e o caso dele foi até pior, já que não mexeu na tela e nas câmeras. Mas, pelo menos, mudou o chipset, apesar de aí estar a sua principal controvérsia.

Na Europa, ele surgiu com Mediatek Dimensity 7300, que embora não seja uma grande evolução com relação ao Snapdragon 695 do antecessor, tem performance superior em CPU e GPU.

O problema é que a Samsung resolveu que, no resto do mundo, ele viria com chipset diferente, apesar de ainda ser da Mediatek: o MT8775.

Sim, sabe-se muito pouco sobre esse chipset, já que nem nome comercial a Mediatek colocou nele. Mas supostamente tem as mesmas configurações de CPU do Dimensity 7300 (que é o MT6878, pra deixar bem claro que não é o mesmo chipset), segundo comentários em fóruns do exterior. Resta saber no quê esse chipset é pior, porque pra Samsung ter tomado essa decisão, certamente alguma coisa pior tem (e o que ela fez com o Galaxy A26 na América Latina, que passou por coisa parecida, já ilustra bem a situação).

E novamente, tivemos só a opção mais básica, mas felizmente mesmo essa já é melhor do que o Tab A9+ que tivemos, já que veio com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Novamente, a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, ficou só para alguns países da Europa e Ásia. Ao menos, ele veio tanto na versão Wi-Fi quanto 5G por aqui, mas só na cor cinza (lá fora ainda tem a cor prata, mas perdeu a cor azul do Tab A9+).

A tela segue a mesma LCD simples (já poderia ser, pelo menos, PLS) Full HD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90Hz, mesmas câmeras principal e frontal de 8 MP e 5 MP, e mesma bateria de 7040mAh (poderia, pelo menos, ter retornado aos 7300mAh de modelos mais antigos). E o Tab A11+ também perdeu o conector magnético, apesar de que na maior parte do mundo, não servia pra nada, apesar dele ter sim uma utilidade, como expliquei aqui.

Ele só chegou na primeira semana de Janeiro de 2026, com preços entre R$ 1700 e R$ 2000. Só deve ficar interessante mais pro segundo semestre, quando os preços ficarem mais próximos dos R$ 1000, já que na faixa de preço atual, o Galaxy Tab S10 Lite acaba sendo uma escolha mais acertada.

Deixe nos comentários o que você achou deles, e se você pretende comprar (ou já comprou) um deles.

Samsung oficializa os Galaxy Book6, Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 06/01/2026 no Samsung Members
Atualizado em 06/01/2026


A Samsung oficializou os primeiros modelos da Galaxy Book6 Series na CES 2026, e eles vem com algumas mudanças, sendo que algumas podem agradar e outras nem tanto.

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Primeiro, é importante destacar três coisas:

  • Além dos modelos Pro e Ultra cuja existência já se sabia há algum tempo (conforme comentei aqui), surpreendeu o modelo básico também já ter sido anunciado, sendo que normalmente ele era um dos últimos a dar as caras, lá pela metade do ano.
  • Desta vez, tanto o modelo básico quanto o modelo Pro terão opções com 16 polegadas, acabando com a opção de 15.6 polegadas existente desde a primeira geração no modelo básico. Só que, além disso, até o modelo básico ganhou uma opção com 14 polegadas, que além de ser inédito, no segmento onde ele se encontra, não tinha opção da Samsung com esse tamanho de tela há quase 10 anos (alguns poderiam dizer que o Galaxy Book2 Business estava nessa posição, só que embora ele fosse um modelo de categoria abaixo do Galaxy Book2 Pro, ele ainda era de categoria acima do Galaxy Book2 básico).
  • Tanto o Galaxy Book6 Ultra quanto o Galaxy Book6 Pro e também o Galaxy Book6 básico na opção com 16 polegadas estão sem o teclado numérico, o que vejo como uma decisão estranha por parte da Samsung, e que pode desapontar muitas pessoas que estavam de olho nessas opções.

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O Galaxy Book6 Ultra foi o que teve alterações mais importantes, como a GPU NVidia RTX 5060 ou 5070 (eu imaginava que ela utilizaria a 5050) e também uma opção com a Intel Arc, além de opções tanto com o Intel Core Ultra 7 e 9 quanto com a Intel Core Ultra X7 e X9 da Série 3 (sinceramente não gostei dessa divisão que a Intel fez nos próprios processadores - tipo, sumiu com a letra i, mas agora inventou de usar a letra X?). O Wi-Fi está na versão 7 e o Bluetooth na versão 5.4. A bateria aumentou um pouco, para 80.2Wh. Os alto-falantes agora ficam na parte de cima, ao lado do teclado. Teve algumas mudanças em termos de dissipação, o que deve agradar o seu público-alvo, embora ainda acredito que ele não seja um competidor para opções gamer da concorrência pelo seu design fino e minimalista. Chamou a atenção que ele tem entrada para cartão SD, o que não era visto em notebooks da Samsung há bastante tempo.

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Os Galaxy Book6 Pro, por sua vez, continuou sendo uma evolução incremental das gerações anteriores, apesar da mudança no teclado, como já comentei. Só a opção de 16 polegadas suportará tanto os Intel Core Ultra 5 e 7 quanto os Intel Core Ultra X7. A bateria também aumentou um pouco para 78Wh no modelo com tela maior. A exemplo da edição Ultra, os alto-falantes agora estão posicionadas na parte de cima no modelo de 16 polegadas, do lado do teclado. De resto, permanece basicamente o mesmo das gerações anteriores, exceto pela ausência de slot para cartão MicroSD, o que pode desagradar algumas pessoas.

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O Galaxy Book6 básico foi o que mais surpreendeu, com a mudança já citada no tamanho de tela e no teclado. Apesar da borda generosa nas laterais do teclado, diferente dos modelos mais poderosos, o alto-falante ainda segue na parte de baixo, como nas gerações anteriores. O modelo de 16 polegadas terá uma opção com tela touch, a exemplo dos modelos Pro e Ultra. A exemplo da geração anterior, ele também conta com processadores Intel Core Ultra 5 e 7 (embora certamente da linha U), mas novamente sem GPU dedicada, o que pode não empolgar quem gostou do Galaxy Book4 com a NVidia MX570. De resto, segue basicamente o mesmo da quinta geração.

Penso que duas coisas que a Samsung poderia ter revisto eram:

  • As cores, ainda nas mesmas cinza e prata das gerações anteriores, sendo que ela poderia ter variado mais na tonalidade, ou resgatado outras cores não utilizadas faz tempo, como o azul ou o preto.
  • A borda inferior da tela, que ainda segue grande se comparado com modelos da concorrência, o que pode desagradar quem queria bordas mais uniformes.

Por fim, uma mudança que a Samsung fez que certamente chamará a atenção é o posicionamento da sua logo na tampa, que deixou de ser na lateral esquerda para ficar no topo, semelhante ao que a Acer adotou em seus notebooks. É raro a Samsung posicionar sua logo em outra posição, sendo que, até onde pesquisei, ela só fez isso em duas ocasiões: com os antigos N110/N120/N130/N140 e com o não tão antigo Flash F30.

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Mais detalhes dos lançamentos estão na Samsung Newsroom Brasil:

https://news.samsung.com/br/projetado-para-a-perfeicao-galaxy-book6-oferece-desempenho-avancado-e-pr...

Deixe nos comentários o que você achou dos três modelos.