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O que você achou do Galaxy A37 e do Galaxy A57?

Publicado em 15/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 17/04/2026


Curiosamente, sem nenhum alarde, a Samsung lançou no Brasil o Galaxy A37 e o Galaxy A57, algumas semanas depois do lançamento global. Contudo, embora prometam vários truques, podem não empolgar muito.

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Galaxy A57 está ligeiramente menor e mais fino, agora tem proteção IP68 (antes era IP67), a tela está com painel levemente superior (agora é Super AMOLED+), e o chipset é o Exynos 1680, que promete desempenho superior, o que não é nada fora do esperado. O Wi-Fi e o Bluetooth também foram atualizados para as versões 6e e 6.0, respectivamente. De resto, mesma tela (de 6.7 polegadas com 120Hz e Gorilla Glass Victus+), RAM (8 ou 12 GB, mas o segundo não no Brasil), armazenamento (128 ou 256 GB em UFS 3.1), mesmas câmeras (principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP) e mesma bateria (de 5000 mAh). Penso que essa câmera macro (que parece ser a mesma do Galaxy A51) já poderia ter sido substituída por outra lente mais útil, e a bateria já poderia ter crescido um pouco. E o IP68 até seria um upgrade legal se a concorrência já não estivesse adotando o IP69 e IP69K em aparelhos até mais baratos que ele. Ao menos, com exceção do cinza, as cores até que são diferentes.

a57.png

Galaxy A37, por sua vez, é quase um relançamento do Galaxy A55, já que tem boa parte das especificações dele, incluindo o chipset Exynos 1480. Mas fora o IP68 (antes também era IP67) e o armazenamento em UFS 3.1 (antes era 2.0), é basicamente um Galaxy A36 relançado, já que manteve as mesmas dimensões, tela (igual ao A57, mas ainda Super AMOLED), RAM (6 ou 8 GB), armazenamento (128 e 256 GB), câmeras e bateria (ambos iguais ao A57). Até as cores, com exceção do verde, são parecidas.

a37.png

Em suma, o Galaxy A57 - com preço de lançamento entre R$ 3500 e R$ 3900, pode ter dificuldades em concorrer com opções de outras marcas mesmo se o preço cair pela metade, e até pra quem tem um Galaxy A35, não parece um negócio muito empolgante pegar o Galaxy A37 - especialmente com esse preço de lançamento entre R$ 3200 e R$ 3600, onde mesmo pela metade do preço, tem um páreo duro pela frente.

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Você já teve ou ainda tem uma impressora da Samsung? Tem 1 país que ainda as vende

Publicado em 16/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 16/04/2026


Muita gente tem ou já teve um PC ou notebook da Samsung, monitores ou demais acessórios ao longo desses quase 20 anos da sul-coreana nesse ramo aqui no Brasil, mas tem um item que usuários mais novos podem não ter experimentado por não saberem ou por não terem sentido falta: impressoras.

Sim, a Samsung já trabalhou com impressoras num passado nem tão distante assim.

Eu mesmo já tive contato com dois modelos de impressoras dela, embora estivessem paradas sem utilização por falta de insumo, que hoje em dia, já não deve ser tão simples ou barato providenciar.

Uma delas é um modelo mais simples, a ML-2851ND:

ml-2851nd.jpeg

E a outra, é um pouco melhor, com scanner e um pequeno visor, a SCX-3405:

scx-3405.jpeg

Mas você se pergunta: por que não se vê mais impressoras novas dela pra comprar?

A resposta é simples: a Samsung não tem mais uma divisão de impressoras.

Na verdade, ela vendeu essa divisão em 2016 para a HP, por US$ 1 bilhão, conforme esse comunicado na Samsung Newsroom Global explica em detalhes, aqui.

O mais interessante é que, na verdade, por causa desse acordo, tem 1 país que ainda tem impressoras novas da Samsung à venda: a terra natal dela, a Coreia do Sul.

Mas tem uma pegadinha: a Samsung encomenda as impressoras para a HP, então basicamente, os modelos que a Samsung vende são idênticos aos que a HP também vende, apenas com uma ou outra diferença, como é o caso dos modelos abaixo:

impressoras.png

E o mesmo vale para os insumos (cartuchos ou toners) e para o software de instalação e gerenciamento, onde basicamente a Samsung só coloca a logo dela:

impressoras-2.png

Sabem o que é mais curioso: a HP também trabalha com impressoras com a marca dela na Coreia do Sul, embora obviamente não com os mesmos modelos que a Samsung vende. Tem vários modelos que a HP também vende no Brasil, e achei até que tem uma variedade bem maior que aqui:

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A Samsung precisa repensar os Galaxy Book no Brasil e América Latina

Publicado em 14/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 14/04/2026


Enquanto vivemos tempos de incerteza com a alta no preço das RAMs e SSDs e até com a própria Samsung no Brasil ainda presa nos Galaxy Book4, acho preocupante que todos os Galaxy Book que vieram depois estão vindo apenas com Intel Core Ultra.

Sim, mesmo o modelo básico nas gerações 5 e 6 está vindo com Intel Core Ultra, além do acabamento premium - como comentei aqui.

Se eles viessem com preços competitivos, não seria um problema.

Mas não é o caso.

O fato do modelo básico já vir bastante turbinado e com acabamento premium acaba colocando a Samsung numa situação complicada, porque a concorrência continua lançando notebooks com acabamento mais simples e processadores Intel Core comuns, e consequentemente, preços mais interessantes.

Acredito que, na América Latina, onde o mercado de notebooks anda bastante difícil em termos de custo-benefício (e aqui no Brasil com o agravante de andar sem novidades, como comentei aqui), ela deveria lançar um Galaxy Book diferente, não tão simples quanto um Galaxy Book Go mas não tão turbinado quanto os últimos Galaxy Book básicos.

Poderia ser algo como Galaxy Book Core.

galaxy-book-core.png

Considerando que os últimos modelos básicos estão com número de modelo NP740X, NP750X e NP760X, penso que a Samsung deveria retomar o lançamento dos NP550X (ainda com 15 polegadas) ou mesmo trazer novos lançamentos com os números de modelo NP540X e NP560X (com 14 ou 16 polegadas, a exemplo do Galaxy Book6 básico), que até o nosso Galaxy Book2 (NP550XED) tinham as características necessárias para concorrer melhor com as outras fabricantes, como acabamento em plástico, RAMs não soldadas na placa-mãe e processador mais básico - incluindo opções com Intel Core 3, que simplesmente não estão vindo, mas ainda prezando por tela LCD IPS, um segundo slot para SSD, quantidade bacana de bateria, 2 USB-A, 2 USB-C - suportando carregamento e saída de vídeo e webcam e som razoáveis. Teclado retroiluminado e leitor de digitais seriam interessantes, mas como a concorrência ainda traz modelos sem esses itens, por menos de R$ 2500 ambos ainda podem ser opcionais.

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Outro ponto de atenção é que a conterrânea da Samsung, a LG, que também vinha lançando apenas notebooks com RAM soldada na sua linha principal, deixou de aplicar esse expediente nos modelos mais básicos, o Gram Book 15U50T (que ainda usava RAM DDR4 e vinha com processador Intel Core i5-1334U, ligeiramente inferior ao i5-1335U utilizado nos Galaxy Book3 NP750XFG e Galaxy Book4 NP750XGJ e que várias concorrentes da Samsung utilizaram aqui no Brasil) e o recente 15U55T, que já usa RAM DDR5 e curiosamente utiliza processador Intel Core Ultra 7-255U (o mesmo do Galaxy Book5, como comentei aqui, e esse último está sendo vendido por US$ 899 bem mais barato que o modelo da Samsung, que está por US$ 1199).

Se a Samsung não responder adequadamente a concorrência, vai ficar pra trás, e olha que no ramo de notebooks ela já não é lá aquela coisa em termos de participação de mercado.

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