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Parece que o Galaxy Book6 será lançado no Brasil

Publicado em 12/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 13/04/2026


A série Galaxy Book6 foi lançada globalmente em Janeiro de 2026 na CES 2026 e, de lá pra cá, já apareceu em vários países e o Brasil, até esse momento, não foi um deles.

Como já expliquei aqui, o ano de 2025 foi bastante parado em termos de lançamentos no Brasil, e até o momento dessa postagem, as coisas seguem bastante quietas.

Contudo, agora há informações interessantes que podem ser um bom sinal para os brasileiros interessados em um novo Galaxy Book.

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O aplicativo Samsung Update e o site Galaxy Books Download Center, ambos oficiais da empresa sul-coreana, revelaram que há vários Galaxy Book6 brasileiros já com drivers disponíveis para download.

Começando pelo modelo básico com tela de 14 polegadas (NP740VJG), o que é interessante, porque no Brasil, não se tinha um modelo do tipo desde o Samsung Style de 2017 (NP740U3M) - isso se ignorarmos o Galaxy Book2 Business (NP641BED), que também tinha tela de 14 polegadas e era quase da mesma categoria:

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Depois ainda temos o modelo básico mas com tela de 16 polegadas só que sem suporte a toque (NP760VJG) - até o momento, não tem indícios de que o modelo com touchscreen (NP760XJG) virá pra cá (seria uma pena se não viesse, porque a Acer a Lenovo lançaram, pelo menos 1 opção de seus notebooks intermediários com o recurso).

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Vale explicar que os códigos KA/LA e KG/LG nessa geração não estão designando cores (isto é, ambos são na cor cinza, já que a disponibilidade da cor prata - que seria o código KS/LS - está bem limitada até o momento), mas sim o processador, sendo o KA o Intel Core Ultra 5 e o KG o Intel Core Ultra 7.

Também tem o Galaxy Book6 Pro de 14 polegadas (NP940XJG):

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E é aqui que fica interessante, porque esse modelo, por enquanto, é o único que também já tem drivers pra baixar no site Galaxy Books Download Center (o que não aconteceu com o Galaxy Book5 360 e o Galaxy Book5 Pro, que comentei aqui e aqui, respectivamente), o que é um indício ainda melhor de que o seu lançamento por aqui pode estar próximo:

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E pra reforçar ainda mais a possibilidade, as duas variantes também já tem página de suporte no site brasileiro:

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Temos ainda o Galaxy Book6 Pro de 16 polegadas (NP960XJG), o que é bastante interessante, porque aqui no Brasil o último do tipo com tamanho de tela próximo foi o Galaxy Book2 Pro (NP950XEE):

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E, por fim - mas não menos importante, temos o Galaxy Book6 Ultra (NP960UJH), que pelo código, parece se tratar das opções com Intel Core Ultra 7, já que a opção com Intel Core Ultra X7 e X9 (NP960UJG) está limitado a poucos países.

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Por enquanto, nenhum indício da vinda dos recém-lançados Galaxy Book6 Edge e Galaxy Book6 Enterprise Edition, ambos comentados aqui.

Mas, se realmente a Samsung Brasil os trouxer, poderá chamar bastante a atenção, já que todos eles já utilizarão processadores Intel Core Ultra Series 3, sendo que aqui no Brasil a Samsung mal lançou opções com Intel Core Series 1 e pulou totalmente os Intel Core Ultra Series 2 - embora eu acho que a Samsung deveria trazer opções também com Intel Core mais simples, como expliquei aqui.

O problema é que, visto o que aconteceu no Chile, devem vir bastante caros, o que pode ser um problema quanto a competitividade com a concorrência.

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Samsung lança o Galaxy Book6 Edge e o Galaxy Book6 Enterprise Edition

Publicado em 05/05/2026 no Samsung Members
Atualizado em 09/05/2026


Lá fora, a Samsung finalmente resolveu contemplar os entusiastas de notebooks com processadores ARM e as empresas com opções exclusivas: o Galaxy Book6 Edge e o Galaxy Book6 Enterprise Edition.

Galaxy Book6 Edge (NP960XRD) sucede diretamente o Galaxy Book4 Edge de 16 polegadas com Snapdragon X Elite (NP960XMA), com tela do mesmo tamanho (e agora sem uma opção de tela menor, o que deve desagradar quem gostou do modelo anterior de 14 polegadas), mas agora com Snapdragon X2 Elite X2E-88-100, que desta vez não é a opção mais potente que a Qualcomm oferece, o que pode ser um problema, já que a concorrência já está lançando modelos com o Snapdragon X2 Elite Extreme X2E-96-100, bem mais poderoso. Ele foi lançado inicialmente na França, mas logo deve aparecer em outros países da Europa, Ásia e América do Norte.

Com exceção da cor, que agora ficou um pouco mais escura que o antecessor e o Bluetooth, que agora está na versão 5.4, tem basicamente as mesmas especificações do antecessor (que eu comentei aqui.), mesmo design e dimensões, tela AMOLED de 2880 x 1800px com suporte a toque, 16 ou 32 GB de RAM LPDDR5x, 512 GB ou 1 TB de armazenamento em eUFS, bateria de 61.6Wh, carregador de 65W, webcam de 2 MP, Wi-Fi 7, 2 USB-C 4.0,  1 USB-A 3.2, 1 HDMI 2.1, quatro saídas de som com Dolby Atmos.

Estranhamente até o teclado não mudou, ainda com suporte a teclado numérico e sem as saídas de som em cima, o que o deixa com visual destoante do restante da série Galaxy Book6 e, se não fosse a tampa com o logo da Samsung em cima, ele poderia facilmente ter sido lançado como o verdadeiro Galaxy Book5 Edge, já que o que foi lançado nem chegava perto de ser um, como comentei aqui.

E o Galaxy Book6 Enterprise Edition (NP742BJG, NP744BJG e NP764BJG) basicamente é o Galaxy Book6 básico (NP740VJG, NP760VJG e NP760XJG) relançado com foco em empresas, ou seja, os processadores Intel terão também a plataforma vPro, a BIOS terá opções específicas e até o teclado numérico está presente no modelo de 16 polegadas, já que ele não existe nos modelos não-Enterprise. De resto, é o mesmo notebook que eu já comentei aqui. Ele será disponibilizado em países da América do Norte, Europa e Ásia.

O que eu achei esquisito no release publicado na Samsung Newsroom é que a Samsung o está promovendo como o primeiro Galaxy Book voltado exclusivamente para empresas, o que é uma informação totalmente equivocada, já que poucos anos antes, a Samsung lançou um Galaxy Book com a mesma finalidade, e que até foi lançado no Brasil, mas sem muito destaque: o Galaxy Book2 Business. Eu até adquiri um e fiz unboxing dele, aqui.

Deixe nos comentários o que você achou desses lançamentos.

Samsung começa a vender os Galaxy Book6... no Chile

Publicado em 24/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 25/04/2026


Os lançamentos de notebooks na Samsung andavam meio parados na América Latina, mas sem alarde, eis que a Samsung trouxe novidades em um país que mal recebeu lançamentos em 2025, e este é vizinho nosso: o Chile.

Como comentei aqui, a situação do Chile ainda estava um pouco melhor do que Brasil e Argentina, porque a sul-coreana ainda chegou a lançar o Galaxy Book5 Pro 360, só que os meses foram passando, e o resto da família dessa geração simplesmente não veio.

Quando se achava que a Samsung também tinha desanimado com o mercado chileno para notebooks, eis que desembarcou por lá a série Galaxy Book6.

Mas pra quem esperava várias opções, por enquanto, ela ainda está bem tímida nesse sentido.

No site chileno, constam 6 opções, sendo apenas 1 do modelo Ultra, 2 do modelo Pro e 3 do modelo básico.

O Galaxy Book6 Ultra, no momento, só consta a opção com Intel Core Ultra 7-356H. Nada do Ultra X7-358H até o momento, mas pelo menos, o modelo lançado por lá já vem com 32 GB de RAM.

O Galaxy Book6 Pro também veio apenas com Intel Core Ultra 7-356H, mas ao menos veio tanto com 14 polegadas quanto com 16, e o com tela maior também já vem com 32 GB de RAM.

O Galaxy Book6 veio com Intel Core Ultra 5-325 nas opções com 14 e 16 polegadas, e a opção com tela touch veio com Intel Core Ultra 7-355.

Por enquanto, só parte dos itens já está à venda, sendo o mais barato por volta de R$ 10 mil (sim, o modelo básico custando o valor do nosso Galaxy Book4 Ultra...) e o mais caro, por volta de R$ 21 mil.

O mais curioso é que a Samsung simplesmente pulou por lá o lançamento dos Galaxy Book5 Pro e Galaxy Book5 360, e isso que eles já tinham até drivers pra baixar no site Galaxy Books Download Center.

O motivo pra eles não terem vindo é um mistério, mas não dá pra ver com bons olhos esse salto.

Pelo menos os chilenos estão na frente dos argentinos e brasileiros, ainda presos na série Galaxy Book4. Só que, por conta do idioma, os argentinos mais endinheirados ainda poderão se beneficiar desses lançamentos, como já vinham fazendo com a geração anterior.

Enquanto aqui no Brasil, a Samsung tomou uma iniciativa preocupante pra quem estava esperando novos Galaxy Book: no Samsung Members, numa recente reorganização das categorias, ela simplesmente removeu a seção de Informática (que tinha tanto em Produtos quanto em Suporte Técnico), e consequentemente não tem mais uma seção dedicada a comentar sobre notebooks e monitores no fórum da sul-coreana, o que pode ser um indício de que ela pode estar suspendendo as atividades nesse ramo por aqui. Na Argentina, apesar de também estar devagar, ainda tem a seção "Galaxy Book" no mesmo fórum, indicando que o problema parece ser só com a gente.

Ainda assim, vendo esses preços, fica ainda mais urgente a Samsung repensar os seus lançamentos na América Latina, como comentei aqui.

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Samsung lança o Galaxy Tab A11+ Kids Edition

Publicado em 22/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 22/04/2026


A Samsung apresentou recentemente o Galaxy Tab A11+ Kids Edition, mais uma opção da sul-coreana com foco específico para crianças, mas que infelizmente só está disponível nos Estados Unidos e alguns países do sudeste asiático e Oceania.

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Pra você que achou curiosa essa iniciativa, ela não é nova, e vários Galaxy Tab mais antigos já tiveram uma edição do tipo, como comentei em detalhes aqui.

Mas basicamente vem o Galaxy Tab A11+ comum, junto com uma capinha estilizada com alça (disponível nas cores azul e vermelha) para apoiar o tablet, colantes e ainda uma caneta especial também estilizada (o que é interessante, já que o modelo padrão não suporta S-Pen, mas vale ressaltar que o desse modelo tem a ponta bem mais grossa).

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Em termos de software, a única mudança é o Samsung Kids já pré-instalado (mas que é possível instalar também na edição não-Kids), com recursos específicos para a criançada.

De resto, é o modelo Galaxy Tab A11+ que temos no Brasil, ao qual já comentei em detalhes aqui.

Nos Estados Unidos, ele está saindo por US$ 349 (+/- R$ 1700) apenas com Wi-Fi, sendo que a edição normal pode ser encontrada por lá entre US$ 259 e US$ 299.

Penso que seria interessante se saísse em mais países, incluindo o Brasil, que pra esse público, só se encontra modelos do tipo em marcas locais que, embora tenham preços bem mais competitivos, são de qualidade e durabilidade bastante duvidosas.

Ou, pelo menos, só o pack com a capinha e a caneta.

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O que você achou do Galaxy A37 e do Galaxy A57?

Publicado em 15/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 17/04/2026


Curiosamente, sem nenhum alarde, a Samsung lançou no Brasil o Galaxy A37 e o Galaxy A57, algumas semanas depois do lançamento global. Contudo, embora prometam vários truques, podem não empolgar muito.

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Galaxy A57 está ligeiramente menor e mais fino, agora tem proteção IP68 (antes era IP67), a tela está com painel levemente superior (agora é Super AMOLED+), e o chipset é o Exynos 1680, que promete desempenho superior, o que não é nada fora do esperado. O Wi-Fi e o Bluetooth também foram atualizados para as versões 6e e 6.0, respectivamente. De resto, mesma tela (de 6.7 polegadas com 120Hz e Gorilla Glass Victus+), RAM (8 ou 12 GB, mas o segundo não no Brasil), armazenamento (128 ou 256 GB em UFS 3.1), mesmas câmeras (principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP) e mesma bateria (de 5000 mAh). Penso que essa câmera macro (que parece ser a mesma do Galaxy A51) já poderia ter sido substituída por outra lente mais útil, e a bateria já poderia ter crescido um pouco. E o IP68 até seria um upgrade legal se a concorrência já não estivesse adotando o IP69 e IP69K em aparelhos até mais baratos que ele. Ao menos, com exceção do cinza, as cores até que são diferentes.

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Galaxy A37, por sua vez, é quase um relançamento do Galaxy A55, já que tem boa parte das especificações dele, incluindo o chipset Exynos 1480. Mas fora o IP68 (antes também era IP67) e o armazenamento em UFS 3.1 (antes era 2.0), é basicamente um Galaxy A36 relançado, já que manteve as mesmas dimensões, tela (igual ao A57, mas ainda Super AMOLED), RAM (6 ou 8 GB), armazenamento (128 e 256 GB), câmeras e bateria (ambos iguais ao A57). Até as cores, com exceção do verde, são parecidas.

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Em suma, o Galaxy A57 - com preço de lançamento entre R$ 3500 e R$ 3900, pode ter dificuldades em concorrer com opções de outras marcas mesmo se o preço cair pela metade, e até pra quem tem um Galaxy A35, não parece um negócio muito empolgante pegar o Galaxy A37 - especialmente com esse preço de lançamento entre R$ 3200 e R$ 3600, onde mesmo pela metade do preço, tem um páreo duro pela frente.

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Você já teve ou ainda tem uma impressora da Samsung? Tem 1 país que ainda as vende

Publicado em 16/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 16/04/2026


Muita gente tem ou já teve um PC ou notebook da Samsung, monitores ou demais acessórios ao longo desses quase 20 anos da sul-coreana nesse ramo aqui no Brasil, mas tem um item que usuários mais novos podem não ter experimentado por não saberem ou por não terem sentido falta: impressoras.

Sim, a Samsung já trabalhou com impressoras num passado nem tão distante assim.

Eu mesmo já tive contato com dois modelos de impressoras dela, embora estivessem paradas sem utilização por falta de insumo, que hoje em dia, já não deve ser tão simples ou barato providenciar.

Uma delas é um modelo mais simples, a ML-2851ND:

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E a outra, é um pouco melhor, com scanner e um pequeno visor, a SCX-3405:

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Mas você se pergunta: por que não se vê mais impressoras novas dela pra comprar?

A resposta é simples: a Samsung não tem mais uma divisão de impressoras.

Na verdade, ela vendeu essa divisão em 2016 para a HP, por US$ 1 bilhão, conforme esse comunicado na Samsung Newsroom Global explica em detalhes, aqui.

O mais interessante é que, na verdade, por causa desse acordo, tem 1 país que ainda tem impressoras novas da Samsung à venda: a terra natal dela, a Coreia do Sul.

Mas tem uma pegadinha: a Samsung encomenda as impressoras para a HP, então basicamente, os modelos que a Samsung vende são idênticos aos que a HP também vende, apenas com uma ou outra diferença, como é o caso dos modelos abaixo:

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E o mesmo vale para os insumos (cartuchos ou toners) e para o software de instalação e gerenciamento, onde basicamente a Samsung só coloca a logo dela:

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Sabem o que é mais curioso: a HP também trabalha com impressoras com a marca dela na Coreia do Sul, embora obviamente não com os mesmos modelos que a Samsung vende. Tem vários modelos que a HP também vende no Brasil, e achei até que tem uma variedade bem maior que aqui:

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A Samsung precisa repensar os Galaxy Book no Brasil e América Latina

Publicado em 14/04/2026 no Samsung Members
Atualizado em 14/04/2026


Enquanto vivemos tempos de incerteza com a alta no preço das RAMs e SSDs e até com a própria Samsung no Brasil ainda presa nos Galaxy Book4, acho preocupante que todos os Galaxy Book que vieram depois estão vindo apenas com Intel Core Ultra.

Sim, mesmo o modelo básico nas gerações 5 e 6 está vindo com Intel Core Ultra, além do acabamento premium - como comentei aqui.

Se eles viessem com preços competitivos, não seria um problema.

Mas não é o caso.

O fato do modelo básico já vir bastante turbinado e com acabamento premium acaba colocando a Samsung numa situação complicada, porque a concorrência continua lançando notebooks com acabamento mais simples e processadores Intel Core comuns, e consequentemente, preços mais interessantes.

Acredito que, na América Latina, onde o mercado de notebooks anda bastante difícil em termos de custo-benefício (e aqui no Brasil com o agravante de andar sem novidades, como comentei aqui), ela deveria lançar um Galaxy Book diferente, não tão simples quanto um Galaxy Book Go mas não tão turbinado quanto os últimos Galaxy Book básicos.

Poderia ser algo como Galaxy Book Core.

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Considerando que os últimos modelos básicos estão com número de modelo NP740X, NP750X e NP760X, penso que a Samsung deveria retomar o lançamento dos NP550X (ainda com 15 polegadas) ou mesmo trazer novos lançamentos com os números de modelo NP540X e NP560X (com 14 ou 16 polegadas, a exemplo do Galaxy Book6 básico), que até o nosso Galaxy Book2 (NP550XED) tinham as características necessárias para concorrer melhor com as outras fabricantes, como acabamento em plástico, RAMs não soldadas na placa-mãe e processador mais básico - incluindo opções com Intel Core 3, que simplesmente não estão vindo, mas ainda prezando por tela LCD IPS, um segundo slot para SSD, quantidade bacana de bateria, 2 USB-A, 2 USB-C - suportando carregamento e saída de vídeo e webcam e som razoáveis. Teclado retroiluminado e leitor de digitais seriam interessantes, mas como a concorrência ainda traz modelos sem esses itens, por menos de R$ 2500 ambos ainda podem ser opcionais.

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Outro ponto de atenção é que a conterrânea da Samsung, a LG, que também vinha lançando apenas notebooks com RAM soldada na sua linha principal, deixou de aplicar esse expediente nos modelos mais básicos, o Gram Book 15U50T (que ainda usava RAM DDR4 e vinha com processador Intel Core i5-1334U, ligeiramente inferior ao i5-1335U utilizado nos Galaxy Book3 NP750XFG e Galaxy Book4 NP750XGJ e que várias concorrentes da Samsung utilizaram aqui no Brasil) e o recente 15U55T, que já usa RAM DDR5 e curiosamente utiliza processador Intel Core Ultra 7-255U (o mesmo do Galaxy Book5, como comentei aqui, e esse último está sendo vendido por US$ 899 bem mais barato que o modelo da Samsung, que está por US$ 1199).

Se a Samsung não responder adequadamente a concorrência, vai ficar pra trás, e olha que no ramo de notebooks ela já não é lá aquela coisa em termos de participação de mercado.

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Família Galaxy S20 oficialmente descontinuada e mais

Publicado em 23/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 21/03/2026


Enquanto vários dispositivos novos estão aparecendo, tem muitos outros que, ou estão com o ritmo de atualizações piorado, ou nem mesmo os recebe mais.

Vou comentar aqui de vários aparelhos que se enquadram no segundo cenário.

Com destaque para os três aparelhos da família Galaxy S20:

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O modelo básico (o SM-G980) e o modelo Plus (SM-G985) só vieram para o Brasil na opção 4G, e tinham alguns upgrades em tela e câmeras, mas o chipset Exynos 990 acabou sendo o destaque negativo, por ser bastante instável e esquentar demais. Além de ter perdido a entrada P2 para fone de ouvido. Tiveram aumento de bateria, mas na prática, a autonomia também não era muito melhor que os antecessores.

Mas a novidade foi o modelo Ultra (SM-G988), que aqui no Brasil veio na opção com 5G, e ostentava a sua câmera principal de 108 MP. Mas, fora isso, tinha os mesmos problemas das outras duas opções.

Além deles, outros modelos da linha Galaxy A também foram descontinuados.

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O A22 (SM-A225) não mudou muito com relação ao A21s (basicamente só o chipset era diferente), mas chamou a atenção negativamente por ter retrocedido no notch, voltando a famigerada gota (o outro já usava o furo, mas no canto esquerdo) - que segue até os modelos atuais.

O A32 (SM-A325) foi o primeiro a adotar um visual sem molduras nas câmeras traseiras - bem antes dela virar o padrão, duas gerações seguintes, mas tinha basicamente o mesmo hardware tanto do A22 quanto do A31, exceto pela câmera principal com resolução maior.

O A52 (SM-A525) e o A72 (SM-A725) chamavam a atenção pelo processador Snapdragon e pelo áudio estéreo, mas fora a câmera principal no A52 e a bateria maiores e a moldura das câmeras mais saliente, também não mudaram tanto com relação aos antecessores. Destaque negativo para a bandeja de SIM Cards e Micro SD híbrida, sendo que nos modelos anteriores, ainda dava pra colocar ambos separados.

Se você tiver curiosidade de saber se o seu aparelho está com os patches em dia ou se já foi descontinuado, eu fiz um levantamento e organizei as informações aqui.

Deixe nos comentários se você teve ou ainda tem algum desses dispositivos.

O que você achou dos novos Moto G17, Moto G67 e Moto G77?

Publicado em 11/03/2026 na Motorola Community
Atualizado em 13/03/2026


A Motorola iniciou as vendas dos Moto G17, Moto G67 e Moto G77 no mercado brasileiro, visando substituir os bem-sucedidos Moto G15, Moto G56 e Moto G75. 

Mas será que eles fazem bem esse trabalho?

O Moto G17 melhorou nos seguintes pontos:
  • Tela de 800 nits no modo padrão e 1050 nits no modo automático (o antecessor chegava a 1000 nits no modo automático);
  • Proteção IP64 (o antecessor era IP54);
  • Câmera frontal de 32 MP (o antecessor era de 8 MP);
  • Bluetooth 5.4 (o antecessor era 5.0).
No restante, ficou igual ao antecessor:
  • Design, dimensões e peso;
  • Tela LCD IPS de 6.7 polegadas Full HD+ com taxa de atualização de 60Hz (poderia ser de, pelo menos, 90Hz, sendo que o Moto G06 tem taxa de atualização de 120 Hz) e Gorilla Glass 3 (do primeiro Moto G, de 2013, sendo que poderia ser a versão 5);
  • Android 15 (sim, a mesma versão do Android do antecessor, embora deveria ser a versão 16, considerando que não receberá nenhuma atualização - apesar de que deveria receber, pelo menos, 2 atualizações);
  • Chipset Mediatek Helio G81 Extreme (escolha bastante decepcionante, pois se fosse o Helio G99 ou o Dimensity 6100+ teria sido melhor e ainda assim não me deixaria mais empolgado);
  • Opção com 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento (ainda não se sabe se é eMMC ou UFS, mas se for o primeiro, será bastante decepcionante) ainda é o padrão - 6 GB de RAM já deveria ser o padrão, embora em alguns países tem a opção de 8 GB de RAM e em outros tem a opção de 256 GB de armazenamento, mas não os dois; 
  • Câmeras principal e ultrawide de 50 MP e 5 MP, respectivamente (a ultrawide poderia ser de 8 MP);
  • Bateria de 5200 mAh (poderia ser de 5500 mAh).

O Moto G77 melhorou nos seguintes pontos:
  • Está mais leve e com cantos arredondados
  • A tela agora é AMOLED (o anterior era LCD IPS), com pico de 5000 nits (o anterior chegava no máximo a 1000 nits) e Gorilla Glass 7i (o anterior estava na versão 5)
  • Câmera principal de 108 MP (o anterior tinha 50 MP) e câmera frontal de 32 MP (o anterior era 16 MP)
  • A bateria aumentou um pouco, para 5200 mAh (antes eram 5000 mAh)
Ficou igual ao G75 nesses pontos:
  • As dimensões e espessura são basicamente as mesmas
  • A tela continua com 6.8 polegadas
  • Certificação MIL-STD-810H
  • 8 GB de RAM e opções com 128 ou 256 GB de armazenamento
  • Câmera ultrawide de 8 MP;
  • Som estéreo
  • Bluetooth 5.4
  • Carregador de 30W
E, lamentavelmente, piorou nesses pontos:
  • Proteção IP64, sendo que antes era IP68, ou seja, continua com proteção igual contra poeira só que piorou a proteção contra água;
  • Chipset Mediatek Dimensity 6400 com núcleos Cortex-A76 - antes, era o Snapdragon 6 Gen 3, com núcleos Cortex-A78, um downgrade considerável e incompreensível, o que deve afetar negativamente o desempenho geral e desempenho das câmeras - se fosse o Dimensity 7400, faria mais sentido e seria uma decisão muito melhor (a Motorola errou por "1 número", basicamente)
  • Câmera filma no máximo em 2K, sendo que antes filmava em 4K
  • O Wi-Fi máximo é o 5, sendo que antes suportava o 6e.

Mas e o Moto G67?

Ele simplesmente é o lançamento mais decepcionante e desnecessário, porque ele basicamente é o Moto G77, com pouquíssimas mudanças, mas todas pra pior:
  • Tem menos RAM, com apenas 4 GB
  • A câmera principal é de 50 MP
  • O chipset é ligeiramente inferior, o Mediatek Dimensity 6300
Quanto ao Moto G17, lançado por R$ 1200, para quem ainda tem o Moto G15, não existem motivos para considerar o seu sucessor e comprá-lo em 2026 ainda faz mais sentido - embora a própria Motorola tenha opções mais razoáveis com preço próximo, apesar da concorrência ter opções muito mais interessantes, como os próprios Galaxy A07 e Galaxy A17 5G, que eu comentei aqui.

Quanto ao Moto G77, o chipset é o seu maior ponto fraco, o que torna opções como o Moto G75 e o Moto G86 mais interessantes. Aliás, o Mediatek Dimensity 6400 deveria estar, no máximo, em um Moto G37, nunca no Moto G77. Lançado por R$ 2200, só se torna uma escolha razoável se estiver abaixo dos R$ 1000.

E quanto ao Moto G67? Lançado por R$ 1800, definitivamente não deveria nem ter sido lançado no Brasil, sendo que o Moto G56 ainda é uma escolha mais interessante. Ele, ao meu ver, meio que mancha um pouco a reputação dessa linha, que foi muito bem representada pelo Moto G60.

Ou seja, nos três lançamentos, a Motorola tomou decisões bastante questionáveis, que os deixaram abaixo do que a concorrência entrega na mesma faixa de preço, além de serem iguais ou piores que seus antecessores, o que é bastante lamentável.

Penso que a Motorola, ao invés do que fez, deveria ter feito o seguinte:
  • O Moto G17 deveria ser a versão internacional do Moto G Power (2026), que é um dispositivo exclusivo dos Estados Unidos, mas que resolve quase todos os problemas dele (menos a bateria, diferente do que o "Power" no nome dá a entender - outra das controvérsias da Motorola), entregando o que realmente se espera de um Moto G1x. Não que o Moto G Power (2026) precisasse do IP68, já que o IP64 já estava ótimo. E se o Mediatek Dimensity 6300 fosse muito caro, era só considerar a versão 4G desse chipset, o Helio G99, que a Samsung já enfiou até no Galaxy A07, sendo que já o usa desde o Galaxy A24, de 2023.
  • E, ao invés de ter vindo o Moto G67 e o Moto G77, era pra ter vindo o Moto G57 e o Moto G67 Power. Além de ambos terem chipsets muito melhores - Snapdragon 6s Gen 4 e Snapdragon 7s Gen 2 respectivamente, que são um tanto parecidos em especificações, é verdade - eles não perdem para os antecessores (embora a câmera frontal do G57 inexplicavelmente tem menor resolução que a do G56, mas ao menos melhorou o chipset), o Moto G67 teria o chamariz da bateria de 7000mAh, que é um item que os brasileiros gostam bastante, mas ficam chateados da Motorola não trazer pra cá - a Motorola parece não gostar muito de trazer os aparelhos na edição Power para o Brasil, sendo o último o Moto G24 Power, que nem era grande coisa.

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Eu mexi em um Acer Aspire Go 15 AG15-71P e...

Publicado em 02/03/2026 na Acer Community
Atualizado em 07/03/2026


Recentemente uma colega minha trouxe um notebook novo que ela tinha acabado de comprar para eu configurar, e eis a surpresa de que era um notebook da Acer, e um bastante interessante: o Aspire Go 15 AG15-71P, com processador Intel Core i5-13420H, 16 GB de RAM DDR5 e 512 GB de SSD, na cor verde escuro (que está num tom mais próximo do grafite).

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O acabamento dele achei bem decente para os notebooks lançados nesta década, e não perde muito para modelos empresariais da concorrência. Não tem a robustez de notebooks da primeira metade da década passada, mas não me pareceu frágil.

Me chamou a atenção o carregador, que apesar de ainda ser fabricado pela Lite On, voltou a ter o logo da Acer estampado nele, coisa que eu não via há muito tempo em notebooks dela, além do fato do mesmo ter a ponta USB-C:

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Outra coisa que me chamou a atenção foi a BIOS dele. Finalmente a Acer customizou a firmware para um layout que se espera de uma firmware UEFI, mais atual, diferente de notebooks nem tão antigos dela, cuja firmware ainda tinha cara de BIOS mesmo.

Quanto ao design, a moldura da tela ainda me pareceu ter mais bordas do que deveria, principalmente nas partes inferior e superior - mas as laterais também estão um tanto grossas, o que ainda o deixa com cara de notebook da segunda metade da década passada.

O teclado e o touchpad achei ok.

O fato de não vir com conexão RJ-45 me chateia, mas sei que é questão de tempo pra virar padrão.

A tela é o ponto fraco dele, por ainda ser LED TN. Não é das piores que eu já vi, mas se tivesse a tela LCD IPS do AG15-71PT seria muito melhor.

Ele já veio com Windows 11, com todo o conjunto de bloatwares já costumeiros da Acer, incluindo jogos instalados, atalhos para jogos na internet, atalhos para a Amazon e Booking.com e o famigerado antivírus da McAfee, que eu perdi uns 15 minutos removendo.

Tem também o Acer Sense (e tem até um atalho do teclado para acessá-lo), que eu achei que poderia ter mais coisa para configurar - basicamente só dá pra configurar a parte do carregamento e atualizações de drivers.

Nos meus testes, ele funcionou bem, e embora não deu pra testar a autonomia da bateria, no pouco tempo que ficou fora da tomada, me pareceu ok nesse sentido.

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Deixe nos comentários se você também tem um Acer Aspire Go 15 AG15-71P.

Cadê a opção de colocar os segundos no relógio da Status Bar na One UI?

Publicado em 27/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 27/02/2026


Um módulo do Good Lock que gosto bastante e uso desde a One UI 1.0 é o Quickstar, pra mover o relógio para o canto superior direito. Contudo, mesmo muitas versões da One UI depois, e ela ainda não dá uma opção que é possível fazer no Android Puro até bem antes da interface da Samsung.

Estou falando de colocar os segundos no relógio da Status Bar.

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No Quickstar, até tem uma opção para adicionar os segundos, só que é no painel rápido:

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Ter os segundos no painel rápido é melhor do que nada, mas não resolve exatamente o problema.

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Muitos argumentam que habilitar a opção aumentaria o consumo de bateria. E ao usar um notebook com Windows, realmente ele dá esse aviso quando se habilita a opção - que só foi disponibilizada de forma oficial no Windows 11 23H2, sendo que sempre deu pra habilitar extraoficialmente ainda no Windows 10.

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Mas isso particularmente não vejo como um problema e muito menos como impeditivo para a Samsung adicionar a opção na One UI.

O que me incomoda é que consigo habilitar essa opção no Android Puro tranquilamente, com o System UI Tuner:

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Ou seja, fica complicado uma opção que existe desde o Android 8 em aparelhos com Android Puro não estar disponível em aparelhos da Samsung com a One UI, visto que mesmo as UX de outras fabricantes também tem essa possibilidade.

E o pior, sequer ter a previsão disso ser resolvido em breve, o que é lamentável.

Vale ressaltar ainda que a tela de widgets da tela de bloqueio também mostra os segundos no relógio, mas bem que poderia mostrar na tela de bloqueio em si, sendo uma opção que também não existe no Lockstar.

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Deixe nos comentários a sua opinião.

E se a Samsung resgatasse a marca "Star" para futuros dispositivos básicos e intermediários?

Publicado em 19/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 19/02/2026


Uma situação que muitos que acompanham os lançamentos da Samsung podem ter se questionado é o que vai acontecer em 2028, depois que passar a geração dos Galaxy A com final 9? Ela voltaria para o final 0, com novos Galaxy A10, Galaxy A20, Galaxy A30 e Galaxy A50, assim como em 2019?

Muitos podem concordar que existe uma ideia melhor, e pode ir de encontro com uma que já até noticiaram por aí: e se ela acabar com a marca "Galaxy"?

Só que eu acho uma decisão arriscada descontinuar uma marca que começou como um nome genérico para o primeiro smartphone dela com Android (o GT-I7500) e se transformou na principal família de dispositivos com Android do mercado, que justamente em 2029 completará 20 anos, principalmente pensando na principal linha de smartphones top de linha, a Galaxy S.

Mas a minha sugestão não é tão radical assim: e se ela manter a marca "Galaxy" apenas nos dispositivos de alto valor agregado, e resgatasse uma outra já utilizada no passado, cujo termo esteja no mesmo contexto, apenas para os dispositivos básicos e intermediários?

No caso, estou falando da marca Samsung Star, que fez muito sucesso no começo da década passada como uma linha de telefones um pouco mais avançados com tela sensível ao toque, que tentavam ser smartphones, apesar da plataforma utilizada ser bem mais limitada.

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Com smartphone, a ideia é que as linhas Galaxy A e Galaxy M seriam Star A e Star M (e aí sim não seria estranho termos Star A10, Star A20, Star A30 e Star A50...), mas ainda mantivesse as linhas Galaxy S e Galaxy Z:

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Com os tablets, apesar de não ter a mesma necessidade, ainda poderia ser válido os Galaxy Tab A também virarem Star Tab A:

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Por fim, o mesmo poderia se aplicar aos notebooks, com Star Book para dispositivos mais básicos (contemplando modelos das séries 3 e 5, ocupados pela última vez pelos Galaxy Book Go (NP340XLA) e Galaxy Book2 (NP550XED) no Brasil, por exemplo) e manter a marca Galaxy Book para o resto - meio como já funciona atualmente, com as linhas 7 (dos modelos básicos e 360) e 9 (dos modelos Pro, Pro 360 e Ultra).

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O que você pensa à respeito? Deixe nos comentários. Se você gostar da ideia, não deixa de curtir e compartilhar.