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Meu irmão comprou um Galaxy Fit3 e...

Publicado em 29/01/2025 no Samsung Members
Atualizado em 30/01/2025


Você também tem um Galaxy Fit3? Se sim, comprou recentemente, ou já faz algum tempo? Deixe nos comentários.

Como comentei aqui, estou usando um Galaxy Watch4, e também postei aqui que minha mãe está usando um Galaxy Watch FE. Meu pai, que sempre gostou de usar relógio, também demonstrou interesse em pegar um smart watch, mas como não queria gastar muito, pegou um desses modelos de procedência duvidosa que aparecem nas lives dos apps de vídeos curtos, mas achou grande, e então deixou o meu irmão usá-lo.

Mas como esse relógio era bem ruim para funções além de ver as horas, eu já tinha comentado pra ele sobre o Galaxy Fit3, que não era um modelo muito caro, mas poderia atendê-lo melhor, inclusive na duração de bateria, que é um dos pontos que meu irmão acha mais interessante.

Ele gostou da ideia, e pediu para eu monitorar o preço.

Daí, no dia 8 de janeiro, o Galaxy Fit3 apareceu por um preço interessante na Magazine Luíza, e meu irmão comprou. Retirou o produto na loja no dia seguinte.

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Ele achou o modelo bastante discreto, e na verdade, até o tamanho incomodou um pouco, porque o relógio que ele estava usando era bem grande, mas rapidamente ele se acostumou.

Interessante que o modelo que ele recebeu é de um lote recente, de Outubro de 2025.

Sobre o cabo do carregador, ele percebeu que a ponta era USB-C, e daí acabou dando uma utilidade a mais para o carregador de 15W que ele comprou, como comentei aqui. Na verdade, acabou até o salvando, porque é o único carregador aqui em casa que entra USB-C, e embora fosse previsível não ter um carregador incluso pelo tamanho da caixa do produto, é uma pena não ter vindo, mesmo que fosse os de 5W ou 7.75W.

Sobre o relógio em si, configurá-lo foi bastante tranquilo, até porque nem tem muito o que configurar nele, já que o seu sistema é bastante simples, mesmo tentando emular um pouco a One UI Watch dos Galaxy Watch.

Até na parte das watchfaces, ele dá a ilusão de ter bastante opções, mas na verdade, são uma quantidade limitada de watchfaces com opções limitadas de cores separadas como se fossem outras watchfaces, o que acaba não sendo tão interessante assim, isto é, seria preferível que fosse possível customizar as cores individualmente em cada watchface.

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Mas o problema maior é que, mesmo com o produto estando no nosso idioma, as watchfaces sempre ficam em Inglês. Apesar disso não ser raro em modelos da concorrência, é um problema que não existia no Galaxy Fit2, e é estranho ainda não ter sido corrigido com uma atualização de software, o que me faz temer que seja uma limitação técnica da plataforma que a Samsung utilizou, o que não deixa de ser um grande vacilo por parte dela.

Fica pior no basic dashboard, que meu irmão escolheu por ter sido a única watchface onde o relógio tem os segundos, além de ser uma watchface que também existe na One UI Watch dos Galaxy Watch. Mas no Galaxy Fit3, além da questão do idioma e do horário estarem no formato errado, ele é bem mais limitado, já que não permite customizar as duas opções de baixo. Por exemplo, a função de clima para o meu irmão é inútil, mas ele não consegue trocar por outra função, como batimentos cardíacos, por exemplo, que se ele quiser ver, terá que ser pelo painel a parte.

Outro ponto que chateou foi a ausência do GPS nativo. Ele que vai e volta do serviço por bicicleta, achou trabalhoso ter que ligar o GPS e o Bluetooth do smartphone só pra fazer isso, uma vez que ele evita ao máximo manter o Galaxy Fit3 sempre conectado ao smartphone dele. Entendo que seja uma das razões do produto ser barato, mas com a concorrência colocando essa função em modelos que nem são tão caros assim, fica um ponto para a Samsung reconsiderar no sucessor.Mas o ponto forte dele realmente é a bateria. Com um uso mínimo, a duração chegou a durar quase duas semanas. Acredito que poderia durar ainda mais, mas mesmo a duração obtida meu irmão considerou bastante satisfatória.

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No geral, ele achou um produto bastante interessante e com um bom custo-benefício, mas se a Samsung resolvesse a questão dos idiomas das watchfaces e pudesse proporcionar uma customização maior a elas, seria ainda melhor.

Samsung lança Galaxy Tab A11 e Galaxy Tab A11+ no Brasil

Publicado em 08/01/2026 


A Samsung já está vendendo no mercado brasileiro os sucessores dos bem-sucedidos Galaxy Tab A9 e Galaxy Tab A9+. Mas quem esperava muitas novidades, deve ficar desapontado.

O Galaxy Tab A11 é o que menos empolgou, já que reciclou basicamente todo o projeto do antecessor. Até teve mudanças, como a tela agora suportar taxa de atualização de 90Hz, e as câmeras principal e frontal serem de 8 MP e 5 MP, respectivamente.

Mas, de resto, está a mesma coisa: tela LCD de 8.7 polegadas com resolução pouco maior que HD, mesmo chipset Mediatek Helio G99, e mesma bateria de 5100mAh, e o mesmo design e cores.

Atualmente, em termos de versão do Android, ele não está com tanta vantagem assim em relação ao Tab A9, mas com longevidade maior, certamente será o maior atrativo do novo modelo.

O pior é que a Samsung Brasil também não ajudou muito trazendo só a opção com Wi-Fi (por enquanto, nada da opção com 4G, e nem mesmo com 5G, que ela prometeu no release global, que aí deve ter novidades no chipset, mas não muito, já que provavelmente utilizará ou o Mediatek Dimensity 6100+ ou o Mediatek Dimensity 6300, que basicamente tem as mesmas especificações do Mediatek Helio G99), somente na cor prata e na opção mais básica, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, que já eram quantidades bastantes criticadas no antecessor. Novamente a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, ficou só pra alguns países da América Latina, Europa e Ásia.

Mas bem que poderia ter vindo com 6 GB de RAM e uma bateria maior, e talvez até com tela de 9 polegadas mantendo as mesmas dimensões, já que ele tem bordas generosas tanto superior quanto inferior.

Ele chegou ainda no final de 2025 no Brasil, e já chegou a ficar por menos de R$ 800.
O Galaxy Tab A11+ não empolgou muito mais, já que também reciclou o projeto do antecessor, e o caso dele foi até pior, já que não mexeu na tela e nas câmeras. Mas, pelo menos, mudou o chipset, apesar de aí estar a sua principal controvérsia.

Na Europa, ele surgiu com Mediatek Dimensity 7300, que embora não seja uma grande evolução com relação ao Snapdragon 695 do antecessor, tem performance superior em CPU e GPU.

O problema é que a Samsung resolveu que, no resto do mundo, ele viria com chipset diferente, apesar de ainda ser da Mediatek: o MT8775.

Sim, sabe-se muito pouco sobre esse chipset, já que nem nome comercial a Mediatek colocou nele. Mas supostamente tem as mesmas configurações de CPU do Dimensity 7300 (que é o MT6878, pra deixar bem claro que não é o mesmo chipset), segundo comentários em fóruns do exterior. Resta saber no quê esse chipset é pior, porque pra Samsung ter tomado essa decisão, certamente alguma coisa pior tem (e o que ela fez com o Galaxy A26 na América Latina, que passou por coisa parecida, já ilustra bem a situação).

E novamente, tivemos só a opção mais básica, mas felizmente mesmo essa já é melhor do que o Tab A9+ que tivemos, já que veio com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Novamente, a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, ficou só para alguns países da Europa e Ásia. Ao menos, ele veio tanto na versão Wi-Fi quanto 5G por aqui, mas só na cor cinza (lá fora ainda tem a cor prata, mas perdeu a cor azul do Tab A9+).

A tela segue a mesma LCD simples (já poderia ser, pelo menos, PLS) Full HD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90Hz, mesmas câmeras principal e frontal de 8 MP e 5 MP, e mesma bateria de 7040mAh (poderia, pelo menos, ter retornado aos 7300mAh de modelos mais antigos). E o Tab A11+ também perdeu o conector magnético, apesar de que na maior parte do mundo, não servia pra nada, apesar dele ter sim uma utilidade, como expliquei aqui.

Ele só chegou na primeira semana de Janeiro de 2026, com preços entre R$ 1700 e R$ 2000. Só deve ficar interessante mais pro segundo semestre, quando os preços ficarem mais próximos dos R$ 1000, já que na faixa de preço atual, o Galaxy Tab S10 Lite acaba sendo uma escolha mais acertada.

Deixe nos comentários o que você achou deles, e se você pretende comprar (ou já comprou) um deles.

Samsung oficializa os Galaxy Book6, Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 06/01/2026 no Samsung Members
Atualizado em 06/01/2026


A Samsung oficializou os primeiros modelos da Galaxy Book6 Series na CES 2026, e eles vem com algumas mudanças, sendo que algumas podem agradar e outras nem tanto.

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Primeiro, é importante destacar três coisas:

  • Além dos modelos Pro e Ultra cuja existência já se sabia há algum tempo (conforme comentei aqui), surpreendeu o modelo básico também já ter sido anunciado, sendo que normalmente ele era um dos últimos a dar as caras, lá pela metade do ano.
  • Desta vez, tanto o modelo básico quanto o modelo Pro terão opções com 16 polegadas, acabando com a opção de 15.6 polegadas existente desde a primeira geração no modelo básico. Só que, além disso, até o modelo básico ganhou uma opção com 14 polegadas, que além de ser inédito, no segmento onde ele se encontra, não tinha opção da Samsung com esse tamanho de tela há quase 10 anos (alguns poderiam dizer que o Galaxy Book2 Business estava nessa posição, só que embora ele fosse um modelo de categoria abaixo do Galaxy Book2 Pro, ele ainda era de categoria acima do Galaxy Book2 básico).
  • Tanto o Galaxy Book6 Ultra quanto o Galaxy Book6 Pro e também o Galaxy Book6 básico na opção com 16 polegadas estão sem o teclado numérico, o que vejo como uma decisão estranha por parte da Samsung, e que pode desapontar muitas pessoas que estavam de olho nessas opções.

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O Galaxy Book6 Ultra foi o que teve alterações mais importantes, como a GPU NVidia RTX 5060 ou 5070 (eu imaginava que ela utilizaria a 5050) e também uma opção com a Intel Arc, além de opções tanto com o Intel Core Ultra 7 e 9 quanto com a Intel Core Ultra X7 e X9 da Série 3 (sinceramente não gostei dessa divisão que a Intel fez nos próprios processadores - tipo, sumiu com a letra i, mas agora inventou de usar a letra X?). O Wi-Fi está na versão 7 e o Bluetooth na versão 5.4. A bateria aumentou um pouco, para 80.2Wh. Os alto-falantes agora ficam na parte de cima, ao lado do teclado. Teve algumas mudanças em termos de dissipação, o que deve agradar o seu público-alvo, embora ainda acredito que ele não seja um competidor para opções gamer da concorrência pelo seu design fino e minimalista. Chamou a atenção que ele tem entrada para cartão SD, o que não era visto em notebooks da Samsung há bastante tempo.

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Os Galaxy Book6 Pro, por sua vez, continuou sendo uma evolução incremental das gerações anteriores, apesar da mudança no teclado, como já comentei. Só a opção de 16 polegadas suportará tanto os Intel Core Ultra 5 e 7 quanto os Intel Core Ultra X7. A bateria também aumentou um pouco para 78Wh no modelo com tela maior. A exemplo da edição Ultra, os alto-falantes agora estão posicionadas na parte de cima no modelo de 16 polegadas, do lado do teclado. De resto, permanece basicamente o mesmo das gerações anteriores, exceto pela ausência de slot para cartão MicroSD, o que pode desagradar algumas pessoas.

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O Galaxy Book6 básico foi o que mais surpreendeu, com a mudança já citada no tamanho de tela e no teclado. Apesar da borda generosa nas laterais do teclado, diferente dos modelos mais poderosos, o alto-falante ainda segue na parte de baixo, como nas gerações anteriores. O modelo de 16 polegadas terá uma opção com tela touch, a exemplo dos modelos Pro e Ultra. A exemplo da geração anterior, ele também conta com processadores Intel Core Ultra 5 e 7 (embora certamente da linha U), mas novamente sem GPU dedicada, o que pode não empolgar quem gostou do Galaxy Book4 com a NVidia MX570. De resto, segue basicamente o mesmo da quinta geração.

Penso que duas coisas que a Samsung poderia ter revisto eram:

  • As cores, ainda nas mesmas cinza e prata das gerações anteriores, sendo que ela poderia ter variado mais na tonalidade, ou resgatado outras cores não utilizadas faz tempo, como o azul ou o preto.
  • A borda inferior da tela, que ainda segue grande se comparado com modelos da concorrência, o que pode desagradar quem queria bordas mais uniformes.

Por fim, uma mudança que a Samsung fez que certamente chamará a atenção é o posicionamento da sua logo na tampa, que deixou de ser na lateral esquerda para ficar no topo, semelhante ao que a Acer adotou em seus notebooks. É raro a Samsung posicionar sua logo em outra posição, sendo que, até onde pesquisei, ela só fez isso em duas ocasiões: com os antigos N110/N120/N130/N140 e com o não tão antigo Flash F30.

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Mais detalhes dos lançamentos estão na Samsung Newsroom Brasil:

https://news.samsung.com/br/projetado-para-a-perfeicao-galaxy-book6-oferece-desempenho-avancado-e-pr...

Deixe nos comentários o que você achou dos três modelos.

Mais informações sobre os Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 26/12/2025


Comentei aqui recentemente que a Samsung já está preparando o lançamento dos modelos mais poderosos da sexta geração da família Galaxy Book.

Agora saíram mais algumas informações sobre os dois modelos.

Pra começar, finalmente os Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra apareceram no banco de dados da Bluetooth SIG:


Quanto ao Galaxy Book6 Ultra, até o momento, ele é o único que já possui drivers para baixar no site Galaxy Books Download Center, sendo os Estados Unidos o único país que o consta - nem mesmo na terra natal da Samsung ele aparece. Será que a Samsung pretende exibí-lo já na CES 2026?

Curiosamente ele é o que menos se tem informações sobre hardware, mas supõe-se que ele deva utilizar as GPUs NVidia RTX 5050 e RTX 5070.

Quanto ao Galaxy Book6 Pro, o site Sammobile compartilhou fotos de homologação do produto, indicando poucas mudanças estruturais, apesar de um detalhe ter chamado a atenção.
Sim, o logo da Samsung no chassi não está na posição tradicional do canto esquerdo, mas sim no topo, o que é intrigante, já que foram poucos os notebooks aos quais a Samsung mexeu na posição do logotipo no chassi em mais de 15 anos no ramo (até onde consta, só os antigos N110/N120/N130/N140 e Flash F30 tinham o logo em outra posição, no caso, no centro do chassi). E essa posição é basicamente a mesma que a Acer está utilizando em seus notebooks desde 2023.

Testes de benchmark revelaram que o Galaxy Book6 Pro deverá utilizar as GPU Intel Arc B370 e B390 e os processadores Intel Core Ultra 5 338H e Intel Core Ultra 7 358H, o que deve garantir desempenho bastante superior aos modelos da geração anterior, que utilizaram processadores Intel Core Ultra do tipo V (só o de 16 polegadas teve uma opção do tipo H, mas apenas na Coréia do Sul).

Deixe nos comentários a sua opinião.

Meu irmão comprou um carregador de 15W na promoção e...

Publicado em 12/12/2025 no Samsung Members
Atualizado em 12/12/2025


Você já precisou comprar um carregador original da Samsung? Deixe nos comentários como foi a sua experiência.

Meu irmão precisou providenciar um carregador para o Galaxy Tab A9 LTE que ele comprou, que não veio com o carregador, já que era um modelo importado - comentei mais sobre ele aqui.

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Esse é um item que eu acho bastante complicado comprar em qualquer lugar, porque é bem fácil comprar achando que está pegando o original, mas na prática, está pegando falsificado.

Meu irmão e eu estávamos de olho nos preços na Samsung Shop e na Samsung Members Shop, mas recebemos em um grupo do Telegram uma oferta bastante interessante da Amazon para a opção de 15W, onde o mesmo, por R$ 62, saía por R$ 43.

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O melhor da oferta é que o item era vendido e entregue pela própria Amazon, o que nos deu mais confiança.

Então efetuamos a compra, que chegou dentro do prazo.

No caso, o carregador vinha sem o cabo, mas como ele aceitava cabos com as duas pontas USB-C e era justamente esse tipo de cabo que veio na caixa do Galaxy Tab A9 LTE que ele comprou, acabou unindo o útil ao agradável.

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Ainda assim, uma coisa nos chamou a atenção, que nos deixou um pouco com dúvida se o item é original ou não.

A caixa e o manual do carregador veio todo em Inglês com textos em espanhol e francês, sem ter nenhuma informação em português, nem mesmo de orgãos reguladores locais.

Contudo, o carregador está com as informações em português e o selo de homologação da Anatel.

Achamos bem esquisito, mas nos testes, funcionou corretamente, então à princípio, não nos pareceu justificar maiores reclamações.

O que você acha?

O lançamento do Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra (?) está próximo

Publicado em 08/12/2025 no Samsung Members
Atualizado em 08/12/2025


Enquanto permanecemos na dúvida se aqui no Brasil teremos novos Galaxy Book ou não, lá fora, o lançamento da sexta geração parece cada vez mais próximo, uma vez que alguns modelos já é até possível baixar os drivers deles.

No aplicativo Samsung Update, já consta os drivers para os seguintes modelos:

  • NP940XJG - Tudo indica que se trata do Galaxy Book6 Pro de 14 polegadas que, com exceção da geração do processador, não promete grandes mudanças com relação às três últimas gerações.

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  • NP960XJG - Tudo indica que se trata do Galaxy Book6 Pro de 16 polegadas, que também não deve mudar muito.

Galaxy Book6 Pro.png

  • NP960UJH - Esse aqui é um mistério, já que a letra "U" no lugar do "X" após o "0" é novidade na atual formulação de número do modelo. Só que, pela letra "H" no final ao invés da letra "G", seguindo a lógica das gerações anteriores, supõe-se que esse modelo terá GPU dedicada. Logo, é possível que estejamos falando do Galaxy Book6 Ultra, o que iria de encontro com a tal letra "U". Entretanto, isso levanta uma outra questão: se os Galaxy Book3 Ultra e Galaxy Book4 Ultra eram respectivamente NP960XFH e NP960XGL e podiam ser vistos como uma edição com GPU dedicada do Galaxy Book3 Pro  e Galaxy Book4 Pro de 16 polegadas (NP960XFG e NP960XGK, respectivamente) - uma vez que o design era idêntico (e provavelmente justifica o uso da letra "X" depois do número "0"), será que a Samsung pretende fazer alterações no design do Galaxy Book6 Ultra (deixando um pouco mais robusto, resgatando um pouco a ideia do esquecido Galaxy Book Odyssey (que comentei aqui)?), e por isso resolveu usar a letra "U" desta vez?

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Nas fotos acima, a única coisa que me chamou a atenção é que já tem variantes dos novos Galaxy Book planejados para um país da América Latina, o Chile, apesar das coisas lá estarem um tanto devagar nesse segmento, conforme comentei aqui. Claro, não mais que aqui no Brasil, que sequer tem variantes planejadas até o momento, o que embora não surpreenda, também acaba sendo mais um motivo para preocupação quanto ao futuro da família Galaxy Book em nosso território.

Vale ressaltar ainda que não localizei nenhum indício da existência de um Galaxy Book6 Pro 360, o que é um pouco intrigante, já que era bem comum ele ser apresentado junto com o modelo Pro não-360. Mas a geração anterior mostrava que ele já estava começando a ficar redundante, uma vez que o modelo 360 não-Pro também já estava utilizando processador Intel Core Ultra (como comentei aqui), que era o principal chamariz do modelo de categoria acima, então pode ser que a sul-coreana esteja repensando a presença dele no portfólio - o que para os brasileiros já não fazia muita diferença, já que só tivemos o primeiro Book Pro 360.

Deixe nos comentários a sua opinião.

Primeiras impressões do Moto G55

Publicado em 25/11/2025 na Comunidade Motorola
Atualizado em 28/11/2025


Meu irmão comprou, no dia 17/10/2025, o Moto G55 (XT2435-1) na cor preta, e eis as impressões do dispositivo:

  • COMPRA E ENTREGA: Achamos ele por R$ 1099 no dia 17/10/2025, depois de um bom tempo sem estoque nessa cor (depois ele caiu ainda mais o preço, mas enfim...). A entrega foi surpreendentemente rápida, como expliquei em detalhes aqui.
  • DESIGN E ACABAMENTO: Achamos o design bem sóbrio, com bom acabamento. O tamanho dele também achamos bem interessante, e é uma pena que os seus sucessores aumentaram de tamanho. Notamos que a traseira suja com marcas de dedo com facilidade.
  • TELA E SOM: A tela é um ponto forte, e o fato de ser LCD IPS não vimos como problema. O notch em furo também é destaque positivo. Apenas a borda inferior poderia ser menor. O som estéreo também funcionou bem. Gostamos dele ter entrada P2 (3.5mm) para fone de ouvido.
  • DESEMPENHO E RECURSOS: Nossa unidade era de um lote de Abril de 2025, e veio de fábrica com o Android 15 com a Hello UI, que nos testes, funcionou bem - esperado para um dispositivo com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento em UFS 2.2, com um bom chipset como o Mediatek Dimensity 7025. Gostamos que a tela de bloqueio e o painel rápido mantém o layout do Android padrão. Não gostamos da fonte padrão da Motorola, então optamos pela fonte padrão do Android, que ficou melhor inclusive no relógio da tela de bloqueio. Gostamos do Moto Secure para guardar aplicativos importantes com senha. Ficamos chateados que não conseguimos desativar os apps de atualização de software via ADB. O Modo Escuro ficou bem interessante no app de Configurações. As opções de ajustes e o suporte a espelhamento e gravação de tela são destaques positivos. Meu irmão gostou do widget de clima padrão, mas reclamou da ausência de ajuste de transparência. Meu irmão sentiu falta de mais opções de ajustes na gaveta de apps, como o de ocultar aplicativos específicos. 
  • CÂMERAS: Nos testes que fizemos, funcionaram bem, embora não fossem pontos fortes do aparelho.
  • BATERIA E CARREGAMENTO: Meu irmão não gostou do desempenho da bateria. A bateria ser de 5000mAh, de fato, não era nenhum destaque, mas reviews diziam que o desempenho da bateria era próximo de smartphones com 6000mAh. Contudo, não foi o que ele conseguiu com o seu dispositivo, que se saiu pior até do que opções da concorrência com os mesmos 5000mAh. Nos testes, o mais decepcionante foi o desempenho em standby. O carregamento, apesar do carregador ser de 33W, também não surpreendeu.
O desempenho fraco da bateria foi o motivo que o levou a devolver o dispositivo.
Ele espera que o Moto G57 Power seja lançado no Brasil (ele lamentou que o mesmo não aconteceu com o Moto G86 Power), para que possa verificar se o desempenho da bateria será igual ou melhor que o seu smartphone atual - que tem 6000mAh, já que o Moto G55 não atendeu as expectativas nesse quesito.

Deixe nos comentários se você tem um Moto G55 e se a bateria também te decepcionou.

Mexi em dois notebooks Lenovo da série IdeaPad

Publicado em 25/11/2025 na Lenovo Community
Atualizado em 08/12/2025


Recentemente tive contato com dois notebooks da Lenovo: um IdeaPad 1i e um IdeaPad Slim 3.

O IdeaPad 1i que eu mexi vinha com Intel Core i5-1235U, 12 GB de RAM e 512 GB de SSD, com o Sistema Operacional LUX, baseado no Debian (eu penso que a Lenovo deveria optar pelo Debian original ao invés de criar um fork dele, embora tenha opções melhores de distros Linux para escolher). Achei o design bem agradável, embora o touchpad pudesse ser maior e ter um melhor acabamento. Vi como vantagem o botão POWER separado do teclado, embora não tivesse suporte a leitor de digital. O teclado (que está no padrão brasileiro ABNT2) também achei bem bacana, com o famoso layout da Lenovo em todas as teclas, e o botão dedicado para "?", "/" e "°" no lugar do "Ctrl" direito (achei interessante, mas eu ainda preferiria que ela diminuísse o "Shift" direito para colocar essa tecla e mantivesse o "Ctrl" direito). A tela é o ponto fraco, por ser LED TN e resolução 1366x768p, mas não a achei terrível. Instalei o Windows 11, e funcionou corretamente. Senti falta da conexão RJ-45, e por isso que prefiro a linha Lenovo V, que também entrega tela Full HD (embora o IdeaPad 1i com Core i3-1315U tenha resolvido, ao menos, esse ponto). A solução para acesso ao menu de inicialização (através de um botão que lembra os de "Reset" de roteadores"), embora criativo, não é muito do meu gosto, sendo que preferiria a Lenovo manter o atalho "F8" para acesso ao WinRE, como era até o Windows 7. 
O Lenovo IdeaPad Slim 3 achei mais interessante, por vir com processador AMD Ryzen 7-7735HS, tela LCD IPS de 15.3 polegadas no layout 16:10, 8 GB de RAM DDR5 e 512 GB de SSD NVMe Gen 4. O teclado com layout atualizado é agradável, mas eu gostava mais do layout anterior, como o do IdeaPad 1i, que era mais original (na verdade, a crítica é mais pela fonte utilizada, que lembra muito a usada pela Dell - mas achei interessante que a Lenovo manteve o texto "caps lock" ao invés de adotar o estranho "fixa"). O touchpad tem um tamanho bom. A saída de som próxima ao teclado também achei interessante. O botão POWER no painel direito achei uma iniciativa curiosa, mas ao menos, é separado do teclado, o que é algo bom. A minha colega que o comprou só teve problemas com o Bitlocker devido a algum erro de configuração do TPM, mas consegui ajudá-la a resolver. Ele veio com Windows 11, que estava funcionando corretamente. Novamente senti falta da conexão RJ-45, que ainda é bastante utilizada no mercado brasileiro, e seria bastante útil para a proposta deste dispositivo. O layout da moldura na parte da webcam também é outro ponto que não me agradou, e embora a iniciativa tenha uma justificativa, na prática, acaba deixando o layout feio.

Você tem algum dos dois notebooks? Deixe nos comentários.

As Casas Bahia estão enrolando pra fazer o reembolso do produto devolvido - RESOLVIDO

Publicado em 24/11/2025

Atualizado em 10/12/2025


Foi comprado, no dia 17/10/2025, o smartphone Moto G55 pelo site das Casas Bahia, para o meu irmão. A entrega, prevista para o dia 21/10/2025, foi surpreendentemente rápida, já que chegou logo na manhã do dia seguinte a compra, 18/10/2025, sendo que a compra foi realizada perto das 23h do dia 17.

Ok, meu irmão fez as configurações e experimentou o smartphone, mas durante a primeira semana, ele se arrependeu da compra, e optou pela devolução.
É aí que começaram os problemas.
Ele solicitou a devolução no dia 23/10/2025 e chegou a confirmação por email.
Mas o problema é que solicitei o envio do produto direto na loja, mas o email dava a entender que seria coletado na minha casa.
Pra piorar, não deram nem data e nem horário de quando fariam a coleta do produto.
Daí, sem prévio aviso, vieram recolher o produto no dia seguinte, logo pela manhã, quando nem tinha dado tempo de embalar o produto no plástico-bolha e escrever o motivo da devolução na nota fiscal.
Pelo menos já tínhamos deixado o produto no jeito, embora acabou sendo devolvido sem estar devidamente protegido, apesar de estar devidamente na embalagem original e guardado direitinho.
Ficamos com receio do produto não ser aprovado, mas curiosamente, no mesmo dia da coleta, saiu que a devolução foi aprovada, e que o reembolso seria realizado por PIX na minha conta, cujo prazo era 1 dia útil, ou seja, pelo dia 24/10 ser numa sexta, a devolução deveria ser no dia 27/10.
Mas o dia chegou, e nada.
Entrei em contato pelo WhatsApp, eles falaram que realmente estava atrasado, mas que iriam liberar em até 5 dias úteis.
E, como o aplicativo continuou com status de reembolso pendente, resolvi aguardar.
Só que, depois de 4 dias, o aplicativo retornou que o reembolso deu errado, e que era para entrar em contato.
Então cliquei no botão "Meu reembolso não caiu", e deu a opção de solicitar atendimento: 
Mas ao selecionar essa opção, essa tela de erro aparece:
Curiosamente o próprio setor de comunicação entrou em contato, tanto pelo WhatsApp quanto pelo email, e fizeram uma nova tentativa, e novamente, apesar de falar de 1 dia útil, demorou 4 dias, e deu a mensagem de erro novamente.
Tentei pela terceira tentativa, mas deu a mesma coisa.
Então, no dia 12/11/2025, resolvi optar pelo reelmbolso através da ordem de pagamento, que segundo a atendente, estaria disponível 10 dias depois:
Fui verificar se o aplicativo confirmava que a ordem de pagamento estava disponível, mas o aplicativo continuava com o status da última tentativa por PIX, com o mesmo problema ao clicar no botão "Meu reembolso não caiu":
Falei com a atendente pelo WhatsApp, e o atendimento foi bastante confuso, como se nem ela soubesse se a ordem de pagamento foi realmente emitida ou não, mas depois, ela confirmou que estava disponível, mas gerando um novo protocolo (o que me pareceu estranho), e que era pra eu ir na agência:
Fui até a agência, mas o responsável pelo caixa falou que não tinha nenhuma ordem de pagamento disponível.
Ou seja, as Casas Bahia só estão me enrolando.
Novamente solicitei pra verem o que aconteceu, os mesmos trâmites, fala para aguardarem, mas sigo sem segurança alguma de que o reembolso será realizado.
Fica uma situação bastante incômoda: a loja não reembolsa, dá a impressão de que quer resolver o problema, mas chega na hora, sempre dá alguma coisa errada, e não resolve.
Por isso, resolvi divulgar essa situação, para mostrar que, na parte de reembolso, as Casas Bahia estão deixando bastante a desejar.
Postei a reclamação no Reclame Aqui, e segue abaixo o link:
O caso só foi resolvido no dia 10/12/2025, quando meu irmão fez o saque da ordem de pagamento na agência do Itaú da minha cidade.

Deixe nos comentários se você também já teve problemas com as Casas Bahia.

Dei de presente para a minha mãe um Galaxy Watch FE

Publicado em 21/11/2025 no Samsung Members
Atualizado em 21/11/2025


Minha mãe fez aniversário recentemente, mas como acabei ficando com o Galaxy Watch4 que ela usava, resolvi que era a ocasião perfeita para presenteá-la com um novo smartwatch.

Inicialmente até cogitei presenteá-la com um Galaxy Fit3 que já a atenderia na parte de exercícios e batimentos cardíacos, mas a minha mãe gostava bastante do recurso de aferir a pressão arterial e ECG do Galaxy Watch4 (comentei sobre ele aqui), então resolvi que iria presenteá-la com um modelo parecido.

E assim optei pelo Galaxy Watch FE (SM-R861).

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Eu estava monitorando ele, mas já estava difícil de encontrá-lo no mercado nas últimas semanas, sendo que só tinha em marketplaces.

Até que a Magalu apareceu com estoque dele, e embora o preço não estivesse dos melhores além de só estar disponível na cor rosa (eu queria o da cor preta), por estar próximo da data de aniversário da minha mãe e pelos outros Galaxy Watch estarem ainda mais caros na ocasião, decidi então que era ele mesmo que iria comprar.

Fiquei surpreso de ter vindo com o carregador, e ele ser de 15W. O tempo de carregamento não me surpreendeu, mas não achei ruim, também.

Configurá-lo foi bem fácil, e o bacana é que, com o Smart Switch, ele recuperou a watchface e outras informações que ela tinha do Galaxy Watch4.

No dia a dia, ela vem gostando bastante do Galaxy Watch FE, e a bateria está com bom desempenho.

Ela só não calibrou ainda o medidor de pressão arterial (tomara que esteja funcionando corretamente, dentro das limitações dele).

Ele veio de fábrica com a One UI 5, mas atualizei para a One UI 6. Só que, pelo smartphone, não estava progredindo a instalação, mas fazendo pelo relógio, deu certo.

Me chamou a atenção que, mesmo com a One UI atualizada, ele não veio com a watchface "Painel de informações ultra" que tem no Galaxy Watch4, mas acho que é possível instalá-lo manualmente, embora pode não ser algo exatamente simples de fazer (já que o suporte do Wear OS a Galaxy Store é meio esquisito).

Acho interessante que ele é uma versão atualizada do Galaxy Watch4, tendo apenas como diferença o visor feito em safira (o anterior era em vidro com Gorilla Glass DX+, que dizem ser menos resistente) e a certificação militar atualizada. Eu o considero como um "Galaxy Watch4 Value Edition".

Você também tem ou já teve um Galaxy Watch FE? Deixe nos comentários.

Galaxy A12 e Galaxy M12 oficialmente descontinuados e mais

Publicado em 19/11/2025 no Samsung Members
Atualizado em 19/11/2025


Você teve ou ainda tem o Galaxy A12 ou o Galaxy M12? Eles foram oficialmente descontinuados, já que o último patch de segurança veio pra eles há 1 ano.

Como é de se esperar, ambos compartilham do mesmo projeto, e portanto, basicamente tem as mesmas especificações.

O Galaxy A12, no caso, o SM-A125, foi lançado ainda no final de 2020, também ainda com Android 10 e embora melhorou alguns pontos com relação ao antecessor, ele decepcionou justo na tela, que retrocedeu o notch em furo para o famigerado notch em gota - que infelizmente não saiu mais e segue até a geração atual.

Galaxy M12 (SM-M127) basicamente pega o mesmo projeto (como é de praxe na série Galaxy M), só que troca o chipset Mediatek Helio P35 pelo Exynos 850 (que foi utilizado anteriormente no Galaxy A21s, e chamava a atenção pelos núcleos ARM Cortex-A55, que eram novidade na época), e ainda tem a diferença de suportar o Smart View, recurso que não veio no Galaxy A12, sendo que tinha no Galaxy A11 (expliquei mais sobre isso aqui), além de já vir de fábrica com o Android 11.

Mas a Samsung achou que o Galaxy M12 não era o suficiente, e simplesmente resolveu lançar, inicialmente na Índia, uma nova variante do Galaxy A12, o SM-A127, com o estranho nome de Galaxy A12 Nacho (tudo pra não chamá-lo de Galaxy A12s, que é o seu codinome, vale ressaltar), que basicamente reciclou todo o projeto do Galaxy A12 original apenas trocando o chipset pelo mesmo do Galaxy M12, mas ainda sem incluir o Smart View. Ele também já veio de fábrica com o Android 11.

O problema foi o que a Samsung fez depois: descontinuou o Galaxy A12 original sem alarde, e da mesma forma, começou a vender o Galaxy A12 Nacho em várias partes do mundo - incluindo o Brasil - simplesmente como "Galaxy A12", como se fosse apenas um novo lote do modelo original. Os mais atentos veriam que não era o mesmo Galaxy A12 de antes pela embalagem atualizada, pelo número do modelo e pelo chipset - e vale dizer que o Galaxy M12 seguia sendo vendido, então basicamente a Samsung passou a vender o mesmo aparelho de duas formas.

E pra sacanear ainda mais os usuários do Galaxy A12 original, apesar de tanto o SM-A125 quanto o SM-A127 terem recebido duas atualizações do Android, o fato do A12 mais novo ter vindo de fábrica com o Android mais recente acabou o beneficiando, e dessa forma, o A12 original parou no Android 12 enquanto o A12 mais novo parou no Android 13, assim como o Galaxy M12, como comentei na época aqui.

Mas curiosamente os três pararam no mesmo patch mensal de segurança.

Eu ajudei a minha mãe a comprar um Galaxy A12 na cor vermelha, que posteriormente passou para o meu irmão caçula, e comentei sobre isso aqui.

Se você tiver curiosidade de saber se o seu aparelho está com os patches em dia ou se já foi descontinuado, eu fiz um levantamento e organizei as informações aqui.

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Samsung lança o Galaxy Book5 Edge, mas a verdade é que...

Publicado em 17/11/2025 no Samsung Members
Atualizado em 18/11/2025


Enquanto recebemos há pouco tempo os Galaxy Book4 Edge, lá fora, sem alarde, a Samsung já começou a vender o seu sucessor, o Galaxy Book5 Edge.

No caso, estamos falando do NP755XRA, que tem como diferencial o suporte às redes 5G:

Entretanto, pra quem esperava alguma novidade, infelizmente não foi desta vez.

Fora o suporte a SIM Card (que fica numa gaveta junto com o MicroSD, semelhante ao que acontece com os smartphones e tablets), ele é basicamente um relançamento da geração anterior, mais especificamente o NP750XQB, com as mesmas especificações.

É o mesmo processador Snapdragon X X1-26-100, a mesma tela, mesma bateria, mesmas portas, conexões e recursos, mesmas dimensões, mesmo design e acabamento, RAM e armazenamento com as mesmas velocidades, e inclusive a mesma cor azul safira, conforme detalhei aqui.

Dizem que, diferente do antecessor, agora o teclado é retroiluminado, mas o site oficial não confirma essa informação, então é esperar pra ver se isso realmente procede.

O preço atual é de £949, mas é importante ressaltar que o antecessor ainda está sendo vendido, atualmente por £699, e como sabemos que não há mudanças relevantes de um modelo para outro, fica complicado justificar investir no modelo mais novo, mesmo pra quem ainda não tem nenhum dos dois.

Essa variante 5G deve ficar restrita ao Reino Unido mesmo, enquanto a versão sem suporte a SIM Card deve aparecer em outros lugares nas próximas semanas.

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Minha mãe comprou o Galaxy A05s para a minha avó

Publicado em 14/11/2025 no Samsung Members
Atualizado em 14/11/2025


Minha avó nunca usou um smartphone, mas no último ano, comprou dois telefones flip de uma fabricante brasileira que pifaram rapidamente, então minha mãe optou por escolher um smartphone pra ela, já que atualmente já não tem tantos modelos simples novos no nosso mercado (e de fabricantes relevantes, praticamente nenhum) e minha avó é bem exigente com telefone flip (tem que ter tecla grande, coisa que telefone flip mais antigo da Samsung não tem), além de que telefone do tipo barra ela não gostou muito (ela teve um Samsung GT-M2710 Beat Twist branco há vários anos, que era slide e ela gostava, mas pela questão da tecla ser pequena e já não encontrar novo, também desconsiderei).

Achei interessante não pegar qualquer coisa, isto é, com 4 GB de RAM e chipset ruim.

Então acabei indicando para a minha mãe o Galaxy A05s, que apareceu por R$ 600 na cor prata.

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O chipset Snapdragon 680, embora não seja péssimo, não me agradou muito, por ter núcleos ARM Cortex-A73 e Cortex-A53 (que são bem antigos), bem como também o armazenamento ser em eMMC 5.1.

Eu até teria escolhido o Galaxy A06 pelo chipset já ter núcleos ARM Cortex-A75 e Cortex A55 (que são mais recentes) ou mesmo o Galaxy A06 5G ou Galaxy A07, que já tem núcleos ARM-Cortex-A76 e armazenamento em UFS 2.2.

Mas pesou o fato do Galaxy A05s brasileiro ter 6 GB de RAM, uma vantagem em relação a outras opções (incluindo da própria Samsung) que ainda vem com 4 GB de RAM, bem como o preço.

Deixando claro que eu não sou fã dos Galaxy A0x, mas como a questão do preço era importante, tentei pelo menos escolher algo que não fosse tão ruim assim, além de que minha avó não vai nem usar internet nele (ao menos, nesse primeiro momento).

Tirei o aparelho da caixa, e vi que o carregador era de pouco mais de 7W, outro ponto fraco, mas achei interessante que o modelo até que não precisou carregar muito na primeira vez, já que veio da caixa com 98% de carga, mesmo o lote sendo de Abril de 2025.

Liguei e fiz as configurações. Ele ainda estava com o Android 14, então o atualizei para o Android 15, e o deixei com o patch de Outubro de 2025. E desativei o atualizador de software via ADB, para não ser um problema.

Senti falta do Modo Fácil (que não achei nas configurações) e, como não achei interessante a minha avó usar a interface padrão da One UI, optei por instalar a BIG Launcher, conhecida por vir em smartphones vendidos com o foco em idosos.

Fiz os ajustes necessários, só faltando realizar os testes de chamadas de voz, que é um ponto bastante importante pra ela.

Pela One UI já não ser mais a Core, até consegui configurar alguns módulos do Good Lock, como o Quickstar e o Navstar.

Me preocupou um pouco a questão dos botões virtuais (especialmente o de "Voltar", que não consegui desabilitar), então deixei o modo de gestos e alterei pelo Navstar para deixá-lo maior e mais visível, só que ainda é uma questão que me preocupa quanto a minha avó conseguir usar adequadamente.

Em standby, a bateria até que vem durando bem, sendo que vai fazer 1 semana sem carregar, e ainda está com 45%.

No resto, nenhum quesito me impressionou, apesar de que a espessura dele, que muitos podem ver como um problema, eu até achei legal pela pegada ser boa.

Só me chamou a atenção o IPS Glow um pouco mais forte que o normal, e a ausência do Smart View.

Mas gostei que a cor prata disfarça bem as marcas de dedo.

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Você também tem um Galaxy A05s? Deixe nos comentários.

Primeiras impressões do Galaxy Tab A9 LTE com 8 GB de RAM

Publicado em 12/11/2025 no Samsung Members
Atualizado em 12/11/2025

Meu irmão comprou um Galaxy Tab A9 LTE (SM-X115), mas o dele é diferente do vendido no Brasil, já que tem 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Eis as primeiras impressões do tablet básico.

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COMPRA E ENTREGA: Ele comprou na Shopee, e pagou R$ 1100. Chegou três dias antes do prazo. O modelo dele veio com código XSG, que é dos Emirados Árabes, e como era de se esperar, veio só o tablet, o cabo USB-C nas duas pontas e a chave de remoção do SIM Card.

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DESIGN E ACABAMENTO: O design é simples e discreto, e é bem menor que o meu Galaxy Tab A9+ 5G (que comentei aqui). Ele pegou na cor grafite. A pegada dele é boa, e não aparenta ser frágil. Mas, como era de se esperar, a traseira acumula marcas de dedo com bastante facilidade.

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DESEMPENHO E ONE UI: Para uso simples, que é redes sociais e navegação na internet, está atendendo bem. O tablet dele é de um lote de Agosto de 2025, então já veio de fábrica com o Android 15 e a One UI 7. Meu irmão queria que tivesse vindo com o Android 14 e a One UI 6, mas de resto, está rodando bem. Com a exceção do DeX, ele não perde em recursos com relação ao Tab A9+, tendo inclusive o gravador de tela, que smartphones que usam o mesmo chipset Mediatek Helio G99 como Galaxy A24, Galaxy A15, Galaxy A16, Galaxy A07 e Galaxy A17 não tem. Os módulos do Good Lock como o Quick Star funcionaram bem. E, apesar de ser importado, meu irmão não teve problemas com apps de banco.

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SOM E CÂMERAS: Ambos bastante básicos, especialmente a câmera frontal. A princípio, não incomodaram o meu irmão. Ponto positivo para o fato dele ter entrada P2 para fone de ouvido.

BATERIA E CARREGAMENTO: Nos testes, a bateria se comportou bem, tanto em uso quanto em standby, ficando vários dias sem precisar carregar. Só o carregamento que, numa das vezes, demorou mais do que deveria, e estamos investigando o que pode ser.

Você também tem um Galaxy Tab A9? Deixe nos comentários.

2026 está logo aí, e mais um país começou a vender o... Galaxy Book4

Publicado em 10/11/2025 no Samsung Members
Atualizado em 10/11/2025


Enquanto lá fora já se começa a falar em Galaxy Book6 e aqui no Brasil nem previsão de recebermos algum Galaxy Book5, tem um país que está ainda pior que a gente, já que só agora começou a receber os Galaxy Book4.

Estou falando do nosso vizinho, a Argentina.

Como comentei aqui recentemente, as coisas estavam bastante paradas por lá (ainda mais que aqui), e dava até a impressão de que a Samsung já tinha desistido de trabalhar com notebooks naquela região.

Ao menos, por enquanto, não foi desta vez.

No momento, ela começou a vender o modelo básico, em 4 opções:

  • NP750XGJ-KG1AR: Processador Intel Core i7-1355U, 32 GB de RAM, 1 TB de SSD, por AR$ 2699999 (+/- R$ 10000)
  • NP750XGJ-KS1AR:  Processador Intel Core i7-1355U, 16 GB de RAM, 1 TB de SSD, por AR$ 2399999 (+/- R$ 9000)
  • NP750XGJ-KS2AR:  Processador Intel Core i5-1335U, 16 GB de RAM, 512 GB de SSD, por AR$ 2099999 (+/- R$ 8000)
  • NP750XGJ-KS3AR:  Processador Intel Core i3-1315U, 8 GB de RAM, 512 GB de SSD, por AR$ 1699999 (+/- R$ 6000)

Chama a atenção a maior disponibilidade de opções na cor prata, diferente do Brasil, onde a Samsung não vem mandando essa opção de cor já faz algum tempo, conforme expliquei melhor aqui.

Também chamou a atenção a disponibilidade de opções com 1 TB de SSD, opção de armazenamento que aqui no Brasil só tem no NP754XGJ-KG1BR, um modelo exclusivo para empresas, conforme detalhei aqui.

E o único modelo na cor cinza escuro se destaca ainda pela quantidade de RAM bastante incomum: 32 GB e, até onde pude apurar, é o único Galaxy Book4 básico no mundo com essa quantidade, que vinha sendo destaque no seu sucessor, conforme comentei aqui.

Segundo o Samsung Update, a sul-coreana ainda tem planos de lançar na Argentina esses modelos:

  • NP940XGK-KG1AR: Galaxy Book4 Pro de 14 polegadas com processador Intel Core Ultra 7-155H na cor cinza escuro
  • NP940XGK-KS1AR: Galaxy Book4 Pro de 14 polegadas com processador Intel Core Ultra 7-155H na cor prata
  • NP960QGK-KG1AR: Galaxy Book4 Pro 360 com processador Intel Core Ultra 7-155H na cor cinza escuro
  • NP960XGL-XG1AR: Galaxy Book4 Ultra com processador Intel Core Ultra 9-185H e GPU NVidia RTX 4070

Considerando o preço absurdo do modelo básico mesmo na opção mais barata, e sabendo que a economia da Argentina não anda lá aquelas coisas, é difícil dizer se esses quatro modelos verão a luz do dia por lá, ou se os argentinos com mais grana terão que seguir importando do Chile, mesmo.

A nossa situação não está muito melhor, já que, à curto prazo, só está previsto o relançamento justamente do Galaxy Book4 básico, conforme comentei aqui.

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