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Família Galaxy S20 oficialmente descontinuada e mais

Publicado em 23/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 21/03/2026


Enquanto vários dispositivos novos estão aparecendo, tem muitos outros que, ou estão com o ritmo de atualizações piorado, ou nem mesmo os recebe mais.

Vou comentar aqui de vários aparelhos que se enquadram no segundo cenário.

Com destaque para os três aparelhos da família Galaxy S20:

s20.png

O modelo básico (o SM-G980) e o modelo Plus (SM-G985) só vieram para o Brasil na opção 4G, e tinham alguns upgrades em tela e câmeras, mas o chipset Exynos 990 acabou sendo o destaque negativo, por ser bastante instável e esquentar demais. Além de ter perdido a entrada P2 para fone de ouvido. Tiveram aumento de bateria, mas na prática, a autonomia também não era muito melhor que os antecessores.

Mas a novidade foi o modelo Ultra (SM-G988), que aqui no Brasil veio na opção com 5G, e ostentava a sua câmera principal de 108 MP. Mas, fora isso, tinha os mesmos problemas das outras duas opções.

Além deles, outros modelos da linha Galaxy A também foram descontinuados.

galaxy-a.png

O A22 (SM-A225) não mudou muito com relação ao A21s (basicamente só o chipset era diferente), mas chamou a atenção negativamente por ter retrocedido no notch, voltando a famigerada gota (o outro já usava o furo, mas no canto esquerdo) - que segue até os modelos atuais.

O A32 (SM-A325) foi o primeiro a adotar um visual sem molduras nas câmeras traseiras - bem antes dela virar o padrão, duas gerações seguintes, mas tinha basicamente o mesmo hardware tanto do A22 quanto do A31, exceto pela câmera principal com resolução maior.

O A52 (SM-A525) e o A72 (SM-A725) chamavam a atenção pelo processador Snapdragon e pelo áudio estéreo, mas fora a câmera principal no A52 e a bateria maiores e a moldura das câmeras mais saliente, também não mudaram tanto com relação aos antecessores. Destaque negativo para a bandeja de SIM Cards e Micro SD híbrida, sendo que nos modelos anteriores, ainda dava pra colocar ambos separados.

Se você tiver curiosidade de saber se o seu aparelho está com os patches em dia ou se já foi descontinuado, eu fiz um levantamento e organizei as informações aqui.

Deixe nos comentários se você teve ou ainda tem algum desses dispositivos.

O que você achou dos novos Moto G17, Moto G67 e Moto G77?

Publicado em 11/03/2026 na Motorola Community
Atualizado em 13/03/2026


A Motorola iniciou as vendas dos Moto G17, Moto G67 e Moto G77 no mercado brasileiro, visando substituir os bem-sucedidos Moto G15, Moto G56 e Moto G75. 

Mas será que eles fazem bem esse trabalho?

O Moto G17 melhorou nos seguintes pontos:
  • Tela de 800 nits no modo padrão e 1050 nits no modo automático (o antecessor chegava a 1000 nits no modo automático);
  • Proteção IP64 (o antecessor era IP54);
  • Câmera frontal de 32 MP (o antecessor era de 8 MP);
  • Bluetooth 5.4 (o antecessor era 5.0).
No restante, ficou igual ao antecessor:
  • Design, dimensões e peso;
  • Tela LCD IPS de 6.7 polegadas Full HD+ com taxa de atualização de 60Hz (poderia ser de, pelo menos, 90Hz, sendo que o Moto G06 tem taxa de atualização de 120 Hz) e Gorilla Glass 3 (do primeiro Moto G, de 2013, sendo que poderia ser a versão 5);
  • Android 15 (sim, a mesma versão do Android do antecessor, embora deveria ser a versão 16, considerando que não receberá nenhuma atualização - apesar de que deveria receber, pelo menos, 2 atualizações);
  • Chipset Mediatek Helio G81 Extreme (escolha bastante decepcionante, pois se fosse o Helio G99 ou o Dimensity 6100+ teria sido melhor e ainda assim não me deixaria mais empolgado);
  • Opção com 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento (ainda não se sabe se é eMMC ou UFS, mas se for o primeiro, será bastante decepcionante) ainda é o padrão - 6 GB de RAM já deveria ser o padrão, embora em alguns países tem a opção de 8 GB de RAM e em outros tem a opção de 256 GB de armazenamento, mas não os dois; 
  • Câmeras principal e ultrawide de 50 MP e 5 MP, respectivamente (a ultrawide poderia ser de 8 MP);
  • Bateria de 5200 mAh (poderia ser de 5500 mAh).

O Moto G77 melhorou nos seguintes pontos:
  • Está mais leve e com cantos arredondados
  • A tela agora é AMOLED (o anterior era LCD IPS), com pico de 5000 nits (o anterior chegava no máximo a 1000 nits) e Gorilla Glass 7i (o anterior estava na versão 5)
  • Câmera principal de 108 MP (o anterior tinha 50 MP) e câmera frontal de 32 MP (o anterior era 16 MP)
  • A bateria aumentou um pouco, para 5200 mAh (antes eram 5000 mAh)
Ficou igual ao G75 nesses pontos:
  • As dimensões e espessura são basicamente as mesmas
  • A tela continua com 6.8 polegadas
  • Certificação MIL-STD-810H
  • 8 GB de RAM e opções com 128 ou 256 GB de armazenamento
  • Câmera ultrawide de 8 MP;
  • Som estéreo
  • Bluetooth 5.4
  • Carregador de 30W
E, lamentavelmente, piorou nesses pontos:
  • Proteção IP64, sendo que antes era IP68, ou seja, continua com proteção igual contra poeira só que piorou a proteção contra água;
  • Chipset Mediatek Dimensity 6400 com núcleos Cortex-A76 - antes, era o Snapdragon 6 Gen 3, com núcleos Cortex-A78, um downgrade considerável e incompreensível, o que deve afetar negativamente o desempenho geral e desempenho das câmeras - se fosse o Dimensity 7400, faria mais sentido e seria uma decisão muito melhor (a Motorola errou por "1 número", basicamente)
  • Câmera filma no máximo em 2K, sendo que antes filmava em 4K
  • O Wi-Fi máximo é o 5, sendo que antes suportava o 6e.

Mas e o Moto G67?

Ele simplesmente é o lançamento mais decepcionante e desnecessário, porque ele basicamente é o Moto G77, com pouquíssimas mudanças, mas todas pra pior:
  • Tem menos RAM, com apenas 4 GB
  • A câmera principal é de 50 MP
  • O chipset é ligeiramente inferior, o Mediatek Dimensity 6300
Quanto ao Moto G17, lançado por R$ 1200, para quem ainda tem o Moto G15, não existem motivos para considerar o seu sucessor e comprá-lo em 2026 ainda faz mais sentido - embora a própria Motorola tenha opções mais razoáveis com preço próximo, apesar da concorrência ter opções muito mais interessantes, como os próprios Galaxy A07 e Galaxy A17 5G, que eu comentei aqui.

Quanto ao Moto G77, o chipset é o seu maior ponto fraco, o que torna opções como o Moto G75 e o Moto G86 mais interessantes. Aliás, o Mediatek Dimensity 6400 deveria estar, no máximo, em um Moto G37, nunca no Moto G77. Lançado por R$ 2200, só se torna uma escolha razoável se estiver abaixo dos R$ 1000.

E quanto ao Moto G67? Lançado por R$ 1800, definitivamente não deveria nem ter sido lançado no Brasil, sendo que o Moto G56 ainda é uma escolha mais interessante. Ele, ao meu ver, meio que mancha um pouco a reputação dessa linha, que foi muito bem representada pelo Moto G60.

Ou seja, nos três lançamentos, a Motorola tomou decisões bastante questionáveis, que os deixaram abaixo do que a concorrência entrega na mesma faixa de preço, além de serem iguais ou piores que seus antecessores, o que é bastante lamentável.

Penso que a Motorola, ao invés do que fez, deveria ter feito o seguinte:
  • O Moto G17 deveria ser a versão internacional do Moto G Power (2026), que é um dispositivo exclusivo dos Estados Unidos, mas que resolve quase todos os problemas dele (menos a bateria, diferente do que o "Power" no nome dá a entender - outra das controvérsias da Motorola), entregando o que realmente se espera de um Moto G1x. Não que o Moto G Power (2026) precisasse do IP68, já que o IP64 já estava ótimo. E se o Mediatek Dimensity 6300 fosse muito caro, era só considerar a versão 4G desse chipset, o Helio G99, que a Samsung já enfiou até no Galaxy A07, sendo que já o usa desde o Galaxy A24, de 2023.
  • E, ao invés de ter vindo o Moto G67 e o Moto G77, era pra ter vindo o Moto G57 e o Moto G67 Power. Além de ambos terem chipsets muito melhores - Snapdragon 6s Gen 4 e Snapdragon 7s Gen 2 respectivamente, que são um tanto parecidos em especificações, é verdade - eles não perdem para os antecessores (embora a câmera frontal do G57 inexplicavelmente tem menor resolução que a do G56, mas ao menos melhorou o chipset), o Moto G67 teria o chamariz da bateria de 7000mAh, que é um item que os brasileiros gostam bastante, mas ficam chateados da Motorola não trazer pra cá - a Motorola parece não gostar muito de trazer os aparelhos na edição Power para o Brasil, sendo o último o Moto G24 Power, que nem era grande coisa.

Deixe nos comentários a sua opinião.

Eu mexi em um Acer Aspire Go 15 AG15-71P e...

Publicado em 02/03/2026 na Acer Community
Atualizado em 07/03/2026


Recentemente uma colega minha trouxe um notebook novo que ela tinha acabado de comprar para eu configurar, e eis a surpresa de que era um notebook da Acer, e um bastante interessante: o Aspire Go 15 AG15-71P, com processador Intel Core i5-13420H, 16 GB de RAM DDR5 e 512 GB de SSD, na cor verde escuro (que está num tom mais próximo do grafite).

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O acabamento dele achei bem decente para os notebooks lançados nesta década, e não perde muito para modelos empresariais da concorrência. Não tem a robustez de notebooks da primeira metade da década passada, mas não me pareceu frágil.

Me chamou a atenção o carregador, que apesar de ainda ser fabricado pela Lite On, voltou a ter o logo da Acer estampado nele, coisa que eu não via há muito tempo em notebooks dela, além do fato do mesmo ter a ponta USB-C:

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Outra coisa que me chamou a atenção foi a BIOS dele. Finalmente a Acer customizou a firmware para um layout que se espera de uma firmware UEFI, mais atual, diferente de notebooks nem tão antigos dela, cuja firmware ainda tinha cara de BIOS mesmo.

Quanto ao design, a moldura da tela ainda me pareceu ter mais bordas do que deveria, principalmente nas partes inferior e superior - mas as laterais também estão um tanto grossas, o que ainda o deixa com cara de notebook da segunda metade da década passada.

O teclado e o touchpad achei ok.

O fato de não vir com conexão RJ-45 me chateia, mas sei que é questão de tempo pra virar padrão.

A tela é o ponto fraco dele, por ainda ser LED TN. Não é das piores que eu já vi, mas se tivesse a tela LCD IPS do AG15-71PT seria muito melhor.

Ele já veio com Windows 11, com todo o conjunto de bloatwares já costumeiros da Acer, incluindo jogos instalados, atalhos para jogos na internet, atalhos para a Amazon e Booking.com e o famigerado antivírus da McAfee, que eu perdi uns 15 minutos removendo.

Tem também o Acer Sense (e tem até um atalho do teclado para acessá-lo), que eu achei que poderia ter mais coisa para configurar - basicamente só dá pra configurar a parte do carregamento e atualizações de drivers.

Nos meus testes, ele funcionou bem, e embora não deu pra testar a autonomia da bateria, no pouco tempo que ficou fora da tomada, me pareceu ok nesse sentido.

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Deixe nos comentários se você também tem um Acer Aspire Go 15 AG15-71P.

Cadê a opção de colocar os segundos no relógio da Status Bar na One UI?

Publicado em 27/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 27/02/2026


Um módulo do Good Lock que gosto bastante e uso desde a One UI 1.0 é o Quickstar, pra mover o relógio para o canto superior direito. Contudo, mesmo muitas versões da One UI depois, e ela ainda não dá uma opção que é possível fazer no Android Puro até bem antes da interface da Samsung.

Estou falando de colocar os segundos no relógio da Status Bar.

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No Quickstar, até tem uma opção para adicionar os segundos, só que é no painel rápido:

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Ter os segundos no painel rápido é melhor do que nada, mas não resolve exatamente o problema.

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Muitos argumentam que habilitar a opção aumentaria o consumo de bateria. E ao usar um notebook com Windows, realmente ele dá esse aviso quando se habilita a opção - que só foi disponibilizada de forma oficial no Windows 11 23H2, sendo que sempre deu pra habilitar extraoficialmente ainda no Windows 10.

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Mas isso particularmente não vejo como um problema e muito menos como impeditivo para a Samsung adicionar a opção na One UI.

O que me incomoda é que consigo habilitar essa opção no Android Puro tranquilamente, com o System UI Tuner:

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Ou seja, fica complicado uma opção que existe desde o Android 8 em aparelhos com Android Puro não estar disponível em aparelhos da Samsung com a One UI, visto que mesmo as UX de outras fabricantes também tem essa possibilidade.

E o pior, sequer ter a previsão disso ser resolvido em breve, o que é lamentável.

Vale ressaltar ainda que a tela de widgets da tela de bloqueio também mostra os segundos no relógio, mas bem que poderia mostrar na tela de bloqueio em si, sendo uma opção que também não existe no Lockstar.

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Deixe nos comentários a sua opinião.

E se a Samsung resgatasse a marca "Star" para futuros dispositivos básicos e intermediários?

Publicado em 19/02/2026 no Samsung Members
Atualizado em 19/02/2026


Uma situação que muitos que acompanham os lançamentos da Samsung podem ter se questionado é o que vai acontecer em 2028, depois que passar a geração dos Galaxy A com final 9? Ela voltaria para o final 0, com novos Galaxy A10, Galaxy A20, Galaxy A30 e Galaxy A50, assim como em 2019?

Muitos podem concordar que existe uma ideia melhor, e pode ir de encontro com uma que já até noticiaram por aí: e se ela acabar com a marca "Galaxy"?

Só que eu acho uma decisão arriscada descontinuar uma marca que começou como um nome genérico para o primeiro smartphone dela com Android (o GT-I7500) e se transformou na principal família de dispositivos com Android do mercado, que justamente em 2029 completará 20 anos, principalmente pensando na principal linha de smartphones top de linha, a Galaxy S.

Mas a minha sugestão não é tão radical assim: e se ela manter a marca "Galaxy" apenas nos dispositivos de alto valor agregado, e resgatasse uma outra já utilizada no passado, cujo termo esteja no mesmo contexto, apenas para os dispositivos básicos e intermediários?

No caso, estou falando da marca Samsung Star, que fez muito sucesso no começo da década passada como uma linha de telefones um pouco mais avançados com tela sensível ao toque, que tentavam ser smartphones, apesar da plataforma utilizada ser bem mais limitada.

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Com smartphone, a ideia é que as linhas Galaxy A e Galaxy M seriam Star A e Star M (e aí sim não seria estranho termos Star A10, Star A20, Star A30 e Star A50...), mas ainda mantivesse as linhas Galaxy S e Galaxy Z:

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Com os tablets, apesar de não ter a mesma necessidade, ainda poderia ser válido os Galaxy Tab A também virarem Star Tab A:

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Por fim, o mesmo poderia se aplicar aos notebooks, com Star Book para dispositivos mais básicos (contemplando modelos das séries 3 e 5, ocupados pela última vez pelos Galaxy Book Go (NP340XLA) e Galaxy Book2 (NP550XED) no Brasil, por exemplo) e manter a marca Galaxy Book para o resto - meio como já funciona atualmente, com as linhas 7 (dos modelos básicos e 360) e 9 (dos modelos Pro, Pro 360 e Ultra).

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O que você pensa à respeito? Deixe nos comentários. Se você gostar da ideia, não deixa de curtir e compartilhar.

Meu irmão comprou um Galaxy Fit3 e...

Publicado em 29/01/2026 no Samsung Members
Atualizado em 30/01/2026


Você também tem um Galaxy Fit3? Se sim, comprou recentemente, ou já faz algum tempo? Deixe nos comentários.

Como comentei aqui, estou usando um Galaxy Watch4, e também postei aqui que minha mãe está usando um Galaxy Watch FE. Meu pai, que sempre gostou de usar relógio, também demonstrou interesse em pegar um smart watch, mas como não queria gastar muito, pegou um desses modelos de procedência duvidosa que aparecem nas lives dos apps de vídeos curtos, mas achou grande, e então deixou o meu irmão usá-lo.

Mas como esse relógio era bem ruim para funções além de ver as horas, eu já tinha comentado pra ele sobre o Galaxy Fit3, que não era um modelo muito caro, mas poderia atendê-lo melhor, inclusive na duração de bateria, que é um dos pontos que meu irmão acha mais interessante.

Ele gostou da ideia, e pediu para eu monitorar o preço.

Daí, no dia 8 de janeiro, o Galaxy Fit3 apareceu por um preço interessante na Magazine Luíza, e meu irmão comprou. Retirou o produto na loja no dia seguinte.

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Ele achou o modelo bastante discreto, e na verdade, até o tamanho incomodou um pouco, porque o relógio que ele estava usando era bem grande, mas rapidamente ele se acostumou.

Interessante que o modelo que ele recebeu é de um lote recente, de Outubro de 2025.

Sobre o cabo do carregador, ele percebeu que a ponta era USB-C, e daí acabou dando uma utilidade a mais para o carregador de 15W que ele comprou, como comentei aqui. Na verdade, acabou até o salvando, porque é o único carregador aqui em casa que entra USB-C, e embora fosse previsível não ter um carregador incluso pelo tamanho da caixa do produto, é uma pena não ter vindo, mesmo que fosse os de 5W ou 7.75W.

Sobre o relógio em si, configurá-lo foi bastante tranquilo, até porque nem tem muito o que configurar nele, já que o seu sistema é bastante simples, mesmo tentando emular um pouco a One UI Watch dos Galaxy Watch.

Até na parte das watchfaces, ele dá a ilusão de ter bastante opções, mas na verdade, são uma quantidade limitada de watchfaces com opções limitadas de cores separadas como se fossem outras watchfaces, o que acaba não sendo tão interessante assim, isto é, seria preferível que fosse possível customizar as cores individualmente em cada watchface.

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Mas o problema maior é que, mesmo com o produto estando no nosso idioma, as watchfaces sempre ficam em Inglês. Apesar disso não ser raro em modelos da concorrência, é um problema que não existia no Galaxy Fit2, e é estranho ainda não ter sido corrigido com uma atualização de software, o que me faz temer que seja uma limitação técnica da plataforma que a Samsung utilizou, o que não deixa de ser um grande vacilo por parte dela.

Fica pior no basic dashboard, que meu irmão escolheu por ter sido a única watchface onde o relógio tem os segundos, além de ser uma watchface que também existe na One UI Watch dos Galaxy Watch. Mas no Galaxy Fit3, além da questão do idioma e do horário estarem no formato errado, ele é bem mais limitado, já que não permite customizar as duas opções de baixo. Por exemplo, a função de clima para o meu irmão é inútil, mas ele não consegue trocar por outra função, como batimentos cardíacos, por exemplo, que se ele quiser ver, terá que ser pelo painel a parte.

Outro ponto que chateou foi a ausência do GPS nativo. Ele que vai e volta do serviço por bicicleta, achou trabalhoso ter que ligar o GPS e o Bluetooth do smartphone só pra fazer isso, uma vez que ele evita ao máximo manter o Galaxy Fit3 sempre conectado ao smartphone dele. Entendo que seja uma das razões do produto ser barato, mas com a concorrência colocando essa função em modelos que nem são tão caros assim, fica um ponto para a Samsung reconsiderar no sucessor.Mas o ponto forte dele realmente é a bateria. Com um uso mínimo, a duração chegou a durar quase duas semanas. Acredito que poderia durar ainda mais, mas mesmo a duração obtida meu irmão considerou bastante satisfatória.

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No geral, ele achou um produto bastante interessante e com um bom custo-benefício, mas se a Samsung resolvesse a questão dos idiomas das watchfaces e pudesse proporcionar uma customização maior a elas, seria ainda melhor.

Samsung lança Galaxy Tab A11 e Galaxy Tab A11+ no Brasil

Publicado em 08/01/2026 


A Samsung já está vendendo no mercado brasileiro os sucessores dos bem-sucedidos Galaxy Tab A9 e Galaxy Tab A9+. Mas quem esperava muitas novidades, deve ficar desapontado.

O Galaxy Tab A11 é o que menos empolgou, já que reciclou basicamente todo o projeto do antecessor. Até teve mudanças, como a tela agora suportar taxa de atualização de 90Hz, e as câmeras principal e frontal serem de 8 MP e 5 MP, respectivamente.

Mas, de resto, está a mesma coisa: tela LCD de 8.7 polegadas com resolução pouco maior que HD, mesmo chipset Mediatek Helio G99, e mesma bateria de 5100mAh, e o mesmo design e cores.

Atualmente, em termos de versão do Android, ele não está com tanta vantagem assim em relação ao Tab A9, mas com longevidade maior, certamente será o maior atrativo do novo modelo.

O pior é que a Samsung Brasil também não ajudou muito trazendo só a opção com Wi-Fi (por enquanto, nada da opção com 4G, e nem mesmo com 5G, que ela prometeu no release global, que aí deve ter novidades no chipset, mas não muito, já que provavelmente utilizará ou o Mediatek Dimensity 6100+ ou o Mediatek Dimensity 6300, que basicamente tem as mesmas especificações do Mediatek Helio G99), somente na cor prata e na opção mais básica, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, que já eram quantidades bastantes criticadas no antecessor. Novamente a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, ficou só pra alguns países da América Latina, Europa e Ásia.

Mas bem que poderia ter vindo com 6 GB de RAM e uma bateria maior, e talvez até com tela de 9 polegadas mantendo as mesmas dimensões, já que ele tem bordas generosas tanto superior quanto inferior.

Ele chegou ainda no final de 2025 no Brasil, e já chegou a ficar por menos de R$ 800.
O Galaxy Tab A11+ não empolgou muito mais, já que também reciclou o projeto do antecessor, e o caso dele foi até pior, já que não mexeu na tela e nas câmeras. Mas, pelo menos, mudou o chipset, apesar de aí estar a sua principal controvérsia.

Na Europa, ele surgiu com Mediatek Dimensity 7300, que embora não seja uma grande evolução com relação ao Snapdragon 695 do antecessor, tem performance superior em CPU e GPU.

O problema é que a Samsung resolveu que, no resto do mundo, ele viria com chipset diferente, apesar de ainda ser da Mediatek: o MT8775.

Sim, sabe-se muito pouco sobre esse chipset, já que nem nome comercial a Mediatek colocou nele. Mas supostamente tem as mesmas configurações de CPU do Dimensity 7300 (que é o MT6878, pra deixar bem claro que não é o mesmo chipset), segundo comentários em fóruns do exterior. Resta saber no quê esse chipset é pior, porque pra Samsung ter tomado essa decisão, certamente alguma coisa pior tem (e o que ela fez com o Galaxy A26 na América Latina, que passou por coisa parecida, já ilustra bem a situação).

E novamente, tivemos só a opção mais básica, mas felizmente mesmo essa já é melhor do que o Tab A9+ que tivemos, já que veio com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Novamente, a opção mais poderosa, com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, ficou só para alguns países da Europa e Ásia. Ao menos, ele veio tanto na versão Wi-Fi quanto 5G por aqui, mas só na cor cinza (lá fora ainda tem a cor prata, mas perdeu a cor azul do Tab A9+).

A tela segue a mesma LCD simples (já poderia ser, pelo menos, PLS) Full HD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90Hz, mesmas câmeras principal e frontal de 8 MP e 5 MP, e mesma bateria de 7040mAh (poderia, pelo menos, ter retornado aos 7300mAh de modelos mais antigos). E o Tab A11+ também perdeu o conector magnético, apesar de que na maior parte do mundo, não servia pra nada, apesar dele ter sim uma utilidade, como expliquei aqui.

Ele só chegou na primeira semana de Janeiro de 2026, com preços entre R$ 1700 e R$ 2000. Só deve ficar interessante mais pro segundo semestre, quando os preços ficarem mais próximos dos R$ 1000, já que na faixa de preço atual, o Galaxy Tab S10 Lite acaba sendo uma escolha mais acertada.

Deixe nos comentários o que você achou deles, e se você pretende comprar (ou já comprou) um deles.

Samsung oficializa os Galaxy Book6, Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 06/01/2026 no Samsung Members
Atualizado em 06/01/2026


A Samsung oficializou os primeiros modelos da Galaxy Book6 Series na CES 2026, e eles vem com algumas mudanças, sendo que algumas podem agradar e outras nem tanto.

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Primeiro, é importante destacar três coisas:

  • Além dos modelos Pro e Ultra cuja existência já se sabia há algum tempo (conforme comentei aqui), surpreendeu o modelo básico também já ter sido anunciado, sendo que normalmente ele era um dos últimos a dar as caras, lá pela metade do ano.
  • Desta vez, tanto o modelo básico quanto o modelo Pro terão opções com 16 polegadas, acabando com a opção de 15.6 polegadas existente desde a primeira geração no modelo básico. Só que, além disso, até o modelo básico ganhou uma opção com 14 polegadas, que além de ser inédito, no segmento onde ele se encontra, não tinha opção da Samsung com esse tamanho de tela há quase 10 anos (alguns poderiam dizer que o Galaxy Book2 Business estava nessa posição, só que embora ele fosse um modelo de categoria abaixo do Galaxy Book2 Pro, ele ainda era de categoria acima do Galaxy Book2 básico).
  • Tanto o Galaxy Book6 Ultra quanto o Galaxy Book6 Pro e também o Galaxy Book6 básico na opção com 16 polegadas estão sem o teclado numérico, o que vejo como uma decisão estranha por parte da Samsung, e que pode desapontar muitas pessoas que estavam de olho nessas opções.

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O Galaxy Book6 Ultra foi o que teve alterações mais importantes, como a GPU NVidia RTX 5060 ou 5070 (eu imaginava que ela utilizaria a 5050) e também uma opção com a Intel Arc, além de opções tanto com o Intel Core Ultra 7 e 9 quanto com a Intel Core Ultra X7 e X9 da Série 3 (sinceramente não gostei dessa divisão que a Intel fez nos próprios processadores - tipo, sumiu com a letra i, mas agora inventou de usar a letra X?). O Wi-Fi está na versão 7 e o Bluetooth na versão 5.4. A bateria aumentou um pouco, para 80.2Wh. Os alto-falantes agora ficam na parte de cima, ao lado do teclado. Teve algumas mudanças em termos de dissipação, o que deve agradar o seu público-alvo, embora ainda acredito que ele não seja um competidor para opções gamer da concorrência pelo seu design fino e minimalista. Chamou a atenção que ele tem entrada para cartão SD, o que não era visto em notebooks da Samsung há bastante tempo.

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Os Galaxy Book6 Pro, por sua vez, continuou sendo uma evolução incremental das gerações anteriores, apesar da mudança no teclado, como já comentei. Só a opção de 16 polegadas suportará tanto os Intel Core Ultra 5 e 7 quanto os Intel Core Ultra X7. A bateria também aumentou um pouco para 78Wh no modelo com tela maior. A exemplo da edição Ultra, os alto-falantes agora estão posicionadas na parte de cima no modelo de 16 polegadas, do lado do teclado. De resto, permanece basicamente o mesmo das gerações anteriores, exceto pela ausência de slot para cartão MicroSD, o que pode desagradar algumas pessoas.

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O Galaxy Book6 básico foi o que mais surpreendeu, com a mudança já citada no tamanho de tela e no teclado. Apesar da borda generosa nas laterais do teclado, diferente dos modelos mais poderosos, o alto-falante ainda segue na parte de baixo, como nas gerações anteriores. O modelo de 16 polegadas terá uma opção com tela touch, a exemplo dos modelos Pro e Ultra. A exemplo da geração anterior, ele também conta com processadores Intel Core Ultra 5 e 7 (embora certamente da linha U), mas novamente sem GPU dedicada, o que pode não empolgar quem gostou do Galaxy Book4 com a NVidia MX570. De resto, segue basicamente o mesmo da quinta geração.

Penso que duas coisas que a Samsung poderia ter revisto eram:

  • As cores, ainda nas mesmas cinza e prata das gerações anteriores, sendo que ela poderia ter variado mais na tonalidade, ou resgatado outras cores não utilizadas faz tempo, como o azul ou o preto.
  • A borda inferior da tela, que ainda segue grande se comparado com modelos da concorrência, o que pode desagradar quem queria bordas mais uniformes.

Por fim, uma mudança que a Samsung fez que certamente chamará a atenção é o posicionamento da sua logo na tampa, que deixou de ser na lateral esquerda para ficar no topo, semelhante ao que a Acer adotou em seus notebooks. É raro a Samsung posicionar sua logo em outra posição, sendo que, até onde pesquisei, ela só fez isso em duas ocasiões: com os antigos N110/N120/N130/N140 e com o não tão antigo Flash F30.

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Mais detalhes dos lançamentos estão na Samsung Newsroom Brasil:

https://news.samsung.com/br/projetado-para-a-perfeicao-galaxy-book6-oferece-desempenho-avancado-e-pr...

Deixe nos comentários o que você achou dos três modelos.

Mais informações sobre os Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra

Publicado em 26/12/2025


Comentei aqui recentemente que a Samsung já está preparando o lançamento dos modelos mais poderosos da sexta geração da família Galaxy Book.

Agora saíram mais algumas informações sobre os dois modelos.

Pra começar, finalmente os Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra apareceram no banco de dados da Bluetooth SIG:


Quanto ao Galaxy Book6 Ultra, até o momento, ele é o único que já possui drivers para baixar no site Galaxy Books Download Center, sendo os Estados Unidos o único país que o consta - nem mesmo na terra natal da Samsung ele aparece. Será que a Samsung pretende exibí-lo já na CES 2026?

Curiosamente ele é o que menos se tem informações sobre hardware, mas supõe-se que ele deva utilizar as GPUs NVidia RTX 5050 e RTX 5070.

Quanto ao Galaxy Book6 Pro, o site Sammobile compartilhou fotos de homologação do produto, indicando poucas mudanças estruturais, apesar de um detalhe ter chamado a atenção.
Sim, o logo da Samsung no chassi não está na posição tradicional do canto esquerdo, mas sim no topo, o que é intrigante, já que foram poucos os notebooks aos quais a Samsung mexeu na posição do logotipo no chassi em mais de 15 anos no ramo (até onde consta, só os antigos N110/N120/N130/N140 e Flash F30 tinham o logo em outra posição, no caso, no centro do chassi). E essa posição é basicamente a mesma que a Acer está utilizando em seus notebooks desde 2023.

Testes de benchmark revelaram que o Galaxy Book6 Pro deverá utilizar as GPU Intel Arc B370 e B390 e os processadores Intel Core Ultra 5 338H e Intel Core Ultra 7 358H, o que deve garantir desempenho bastante superior aos modelos da geração anterior, que utilizaram processadores Intel Core Ultra do tipo V (só o de 16 polegadas teve uma opção do tipo H, mas apenas na Coréia do Sul).

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Meu irmão comprou um carregador de 15W na promoção e...

Publicado em 12/12/2025 no Samsung Members
Atualizado em 12/12/2025


Você já precisou comprar um carregador original da Samsung? Deixe nos comentários como foi a sua experiência.

Meu irmão precisou providenciar um carregador para o Galaxy Tab A9 LTE que ele comprou, que não veio com o carregador, já que era um modelo importado - comentei mais sobre ele aqui.

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Esse é um item que eu acho bastante complicado comprar em qualquer lugar, porque é bem fácil comprar achando que está pegando o original, mas na prática, está pegando falsificado.

Meu irmão e eu estávamos de olho nos preços na Samsung Shop e na Samsung Members Shop, mas recebemos em um grupo do Telegram uma oferta bastante interessante da Amazon para a opção de 15W, onde o mesmo, por R$ 62, saía por R$ 43.

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O melhor da oferta é que o item era vendido e entregue pela própria Amazon, o que nos deu mais confiança.

Então efetuamos a compra, que chegou dentro do prazo.

No caso, o carregador vinha sem o cabo, mas como ele aceitava cabos com as duas pontas USB-C e era justamente esse tipo de cabo que veio na caixa do Galaxy Tab A9 LTE que ele comprou, acabou unindo o útil ao agradável.

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Ainda assim, uma coisa nos chamou a atenção, que nos deixou um pouco com dúvida se o item é original ou não.

A caixa e o manual do carregador veio todo em Inglês com textos em espanhol e francês, sem ter nenhuma informação em português, nem mesmo de orgãos reguladores locais.

Contudo, o carregador está com as informações em português e o selo de homologação da Anatel.

Achamos bem esquisito, mas nos testes, funcionou corretamente, então à princípio, não nos pareceu justificar maiores reclamações.

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O lançamento do Galaxy Book6 Pro e Galaxy Book6 Ultra (?) está próximo

Publicado em 08/12/2025 no Samsung Members
Atualizado em 08/12/2025


Enquanto permanecemos na dúvida se aqui no Brasil teremos novos Galaxy Book ou não, lá fora, o lançamento da sexta geração parece cada vez mais próximo, uma vez que alguns modelos já é até possível baixar os drivers deles.

No aplicativo Samsung Update, já consta os drivers para os seguintes modelos:

  • NP940XJG - Tudo indica que se trata do Galaxy Book6 Pro de 14 polegadas que, com exceção da geração do processador, não promete grandes mudanças com relação às três últimas gerações.

Galaxy Book6 Pro 14.png

  • NP960XJG - Tudo indica que se trata do Galaxy Book6 Pro de 16 polegadas, que também não deve mudar muito.

Galaxy Book6 Pro.png

  • NP960UJH - Esse aqui é um mistério, já que a letra "U" no lugar do "X" após o "0" é novidade na atual formulação de número do modelo. Só que, pela letra "H" no final ao invés da letra "G", seguindo a lógica das gerações anteriores, supõe-se que esse modelo terá GPU dedicada. Logo, é possível que estejamos falando do Galaxy Book6 Ultra, o que iria de encontro com a tal letra "U". Entretanto, isso levanta uma outra questão: se os Galaxy Book3 Ultra e Galaxy Book4 Ultra eram respectivamente NP960XFH e NP960XGL e podiam ser vistos como uma edição com GPU dedicada do Galaxy Book3 Pro  e Galaxy Book4 Pro de 16 polegadas (NP960XFG e NP960XGK, respectivamente) - uma vez que o design era idêntico (e provavelmente justifica o uso da letra "X" depois do número "0"), será que a Samsung pretende fazer alterações no design do Galaxy Book6 Ultra (deixando um pouco mais robusto, resgatando um pouco a ideia do esquecido Galaxy Book Odyssey (que comentei aqui)?), e por isso resolveu usar a letra "U" desta vez?

Galaxy Book6 Ultra.png

Nas fotos acima, a única coisa que me chamou a atenção é que já tem variantes dos novos Galaxy Book planejados para um país da América Latina, o Chile, apesar das coisas lá estarem um tanto devagar nesse segmento, conforme comentei aqui. Claro, não mais que aqui no Brasil, que sequer tem variantes planejadas até o momento, o que embora não surpreenda, também acaba sendo mais um motivo para preocupação quanto ao futuro da família Galaxy Book em nosso território.

Vale ressaltar ainda que não localizei nenhum indício da existência de um Galaxy Book6 Pro 360, o que é um pouco intrigante, já que era bem comum ele ser apresentado junto com o modelo Pro não-360. Mas a geração anterior mostrava que ele já estava começando a ficar redundante, uma vez que o modelo 360 não-Pro também já estava utilizando processador Intel Core Ultra (como comentei aqui), que era o principal chamariz do modelo de categoria acima, então pode ser que a sul-coreana esteja repensando a presença dele no portfólio - o que para os brasileiros já não fazia muita diferença, já que só tivemos o primeiro Book Pro 360.

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Primeiras impressões do Moto G55

Publicado em 25/11/2025 na Comunidade Motorola
Atualizado em 28/11/2025


Meu irmão comprou, no dia 17/10/2025, o Moto G55 (XT2435-1) na cor preta, e eis as impressões do dispositivo:

  • COMPRA E ENTREGA: Achamos ele por R$ 1099 no dia 17/10/2025, depois de um bom tempo sem estoque nessa cor (depois ele caiu ainda mais o preço, mas enfim...). A entrega foi surpreendentemente rápida, como expliquei em detalhes aqui.
  • DESIGN E ACABAMENTO: Achamos o design bem sóbrio, com bom acabamento. O tamanho dele também achamos bem interessante, e é uma pena que os seus sucessores aumentaram de tamanho. Notamos que a traseira suja com marcas de dedo com facilidade.
  • TELA E SOM: A tela é um ponto forte, e o fato de ser LCD IPS não vimos como problema. O notch em furo também é destaque positivo. Apenas a borda inferior poderia ser menor. O som estéreo também funcionou bem. Gostamos dele ter entrada P2 (3.5mm) para fone de ouvido.
  • DESEMPENHO E RECURSOS: Nossa unidade era de um lote de Abril de 2025, e veio de fábrica com o Android 15 com a Hello UI, que nos testes, funcionou bem - esperado para um dispositivo com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento em UFS 2.2, com um bom chipset como o Mediatek Dimensity 7025. Gostamos que a tela de bloqueio e o painel rápido mantém o layout do Android padrão. Não gostamos da fonte padrão da Motorola, então optamos pela fonte padrão do Android, que ficou melhor inclusive no relógio da tela de bloqueio. Gostamos do Moto Secure para guardar aplicativos importantes com senha. Ficamos chateados que não conseguimos desativar os apps de atualização de software via ADB. O Modo Escuro ficou bem interessante no app de Configurações. As opções de ajustes e o suporte a espelhamento e gravação de tela são destaques positivos. Meu irmão gostou do widget de clima padrão, mas reclamou da ausência de ajuste de transparência. Meu irmão sentiu falta de mais opções de ajustes na gaveta de apps, como o de ocultar aplicativos específicos. 
  • CÂMERAS: Nos testes que fizemos, funcionaram bem, embora não fossem pontos fortes do aparelho.
  • BATERIA E CARREGAMENTO: Meu irmão não gostou do desempenho da bateria. A bateria ser de 5000mAh, de fato, não era nenhum destaque, mas reviews diziam que o desempenho da bateria era próximo de smartphones com 6000mAh. Contudo, não foi o que ele conseguiu com o seu dispositivo, que se saiu pior até do que opções da concorrência com os mesmos 5000mAh. Nos testes, o mais decepcionante foi o desempenho em standby. O carregamento, apesar do carregador ser de 33W, também não surpreendeu.
O desempenho fraco da bateria foi o motivo que o levou a devolver o dispositivo.
Ele espera que o Moto G57 Power seja lançado no Brasil (ele lamentou que o mesmo não aconteceu com o Moto G86 Power), para que possa verificar se o desempenho da bateria será igual ou melhor que o seu smartphone atual - que tem 6000mAh, já que o Moto G55 não atendeu as expectativas nesse quesito.

Deixe nos comentários se você tem um Moto G55 e se a bateria também te decepcionou.

Mexi em dois notebooks Lenovo da série IdeaPad

Publicado em 25/11/2025 na Lenovo Community
Atualizado em 08/12/2025


Recentemente tive contato com dois notebooks da Lenovo: um IdeaPad 1i e um IdeaPad Slim 3.

O IdeaPad 1i que eu mexi vinha com Intel Core i5-1235U, 12 GB de RAM e 512 GB de SSD, com o Sistema Operacional LUX, baseado no Debian (eu penso que a Lenovo deveria optar pelo Debian original ao invés de criar um fork dele, embora tenha opções melhores de distros Linux para escolher). Achei o design bem agradável, embora o touchpad pudesse ser maior e ter um melhor acabamento. Vi como vantagem o botão POWER separado do teclado, embora não tivesse suporte a leitor de digital. O teclado (que está no padrão brasileiro ABNT2) também achei bem bacana, com o famoso layout da Lenovo em todas as teclas, e o botão dedicado para "?", "/" e "°" no lugar do "Ctrl" direito (achei interessante, mas eu ainda preferiria que ela diminuísse o "Shift" direito para colocar essa tecla e mantivesse o "Ctrl" direito). A tela é o ponto fraco, por ser LED TN e resolução 1366x768p, mas não a achei terrível. Instalei o Windows 11, e funcionou corretamente. Senti falta da conexão RJ-45, e por isso que prefiro a linha Lenovo V, que também entrega tela Full HD (embora o IdeaPad 1i com Core i3-1315U tenha resolvido, ao menos, esse ponto). A solução para acesso ao menu de inicialização (através de um botão que lembra os de "Reset" de roteadores"), embora criativo, não é muito do meu gosto, sendo que preferiria a Lenovo manter o atalho "F8" para acesso ao WinRE, como era até o Windows 7. 
O Lenovo IdeaPad Slim 3 achei mais interessante, por vir com processador AMD Ryzen 7-7735HS, tela LCD IPS de 15.3 polegadas no layout 16:10, 8 GB de RAM DDR5 e 512 GB de SSD NVMe Gen 4. O teclado com layout atualizado é agradável, mas eu gostava mais do layout anterior, como o do IdeaPad 1i, que era mais original (na verdade, a crítica é mais pela fonte utilizada, que lembra muito a usada pela Dell - mas achei interessante que a Lenovo manteve o texto "caps lock" ao invés de adotar o estranho "fixa"). O touchpad tem um tamanho bom. A saída de som próxima ao teclado também achei interessante. O botão POWER no painel direito achei uma iniciativa curiosa, mas ao menos, é separado do teclado, o que é algo bom. A minha colega que o comprou só teve problemas com o Bitlocker devido a algum erro de configuração do TPM, mas consegui ajudá-la a resolver. Ele veio com Windows 11, que estava funcionando corretamente. Novamente senti falta da conexão RJ-45, que ainda é bastante utilizada no mercado brasileiro, e seria bastante útil para a proposta deste dispositivo. O layout da moldura na parte da webcam também é outro ponto que não me agradou, e embora a iniciativa tenha uma justificativa, na prática, acaba deixando o layout feio.

Você tem algum dos dois notebooks? Deixe nos comentários.